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Nove dos 17 mortos em naufrágio nos EUA eram da mesma família

A embarcação, similar aos veículos anfíbios da Segunda Guerra Mundial, levava 31 passageiros, incluindo crianças, quando por volta das 19h (21h em Brasília)

ubiie Redação

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Pelo menos 17 pessoas morreram na noite de quinta-feira (19) no naufrágio de um barco anfíbio durante uma tempestade repentina no lago Table Rock, perto de Branson, no estado americano do Missouri. A embarcação, similar aos veículos anfíbios da Segunda Guerra Mundial, levava 31 passageiros, incluindo crianças, quando por volta das 19h (21h em Brasília) foi atingida por fortes ondas provocadas pela tormenta e virou.

Ela estava acompanhada de outra embarcação do mesmo tipo, que conseguiu voltar a terra firme. A estação meteorológica da região havia registrado meia hora antes do naufrágio a chegada de uma tempestade com ventos de 110 km/h. Segundo o xerife do condado de Stone, quatro corpos foram encontrados a uma profundidade de 24 metros, sendo resgatados nessa sexta (20).

Entre os mortos havia nove pessoas da mesma família e membros da tripulação.Sete pessoas ficaram feridas, incluindo duas que ainda estão em estado grave. O xerife da cidade, Doug Rader, disse que havia coletes salva-vidas no barco, mas não confirmou se os passageiros os estavam usando. A Guarda Costeira e o órgão federal de transportes americano também investigam o caso.

Dono de uma marina a 800 metros do local do naufrágio, Pat Cox enviou cinco barcos para resgatar sobreviventes. “Estas pessoas tiveram uma força que talvez não seja considerada”, disse, em relação às vítimas do acidente. Rick Kettles, que é dono de um restaurante na região do lado, disse que nunca viu uma tempestade semelhante em toda sua vida. “Estou tentando entender por que os barcos estavam lá. Como capitão, não consigo entender.

“A região foi atingida por um ciclone, que desceu de uma nuvem, cobriu uma área de não mais de 4 km de diâmetro e durou cinco minutos. A empresa dona do barco disse que fornece assistência às vítimas e aos seus parentes.A sexta de Branson foi de luto. Moradores deixaram flores nos carros das vítimas e na beira do lago.

“Branson é uma cidade cheia de sorrisos, com muita diversão, mas hoje estamos de luto”, disse a prefeita, Karen Best.”Espero que isso não crie um estigma em Branson. Cerca de 80% da renda vêm dos turistas. Nós os amamos”, afirmou Trisha Ayers, moradora que também se disse surpresa pela repentina mudança de tempo na cidade.

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Publicado VÍDEO de bombardeiro americano B-2 lançando 2 bombas gigantes

Força Aérea dos EUA publica vídeo do exercício de um bombardeiro estratégico B-2 Spirit, realizado no início de maio, que lança duas bombas GBU-57 com peso de 13 toneladas cada uma, informa o portal Russkoe Oruzhie.

ubiie Redação

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Segundo a publicação, a GBU-57, também conhecida como Massive Ordnance Penetrator, é a bomba antibunker mais poderosa do mundo e pode penetrar 61 metros no solo e perfurar até 19 metros de concreto armado reforçado, antes de explodir.

Como indica o portal, a apavorante bomba americana foi desenvolvida em 2007 para destruir usinas subterrâneas de enriquecimento de urânio no Irã e as instalações militares escondidas nas rochas maciças das montanhas da Coreia do Norte.

Em 2011, a Força Aérea dos EUA encomendou o primeiro lote de 20 destas bombas. A agência The Drive escreve que, além do Irã e da Coreia do Norte, a China, que construiu uma base submarina no meio de uma montanha, também pode ser um alvo potencial da GBU-57.

Combinando a bomba poderosa com a capacidade do B-2 de penetrar sem ser notado em território inimigo, os EUA têm a possibilidade de alcançar até mesmo os objetivos mais remotos e bem protegidos sem recorrer a um ataque nuclear.

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Escola de operações especiais dos EUA divulga ‘guia’ para derrubar governos estrangeiros

A Universidade de Operações Especiais Conjuntas dos EUA (Joint Special Operations University, em inglês) publicou um relatório descrevendo sete décadas de interferência estrangeira em diferentes países apoiados pelo Pentágono.

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O documento apresenta uma visão abrangente de como Washington tem apoiado os esforços para pressionar, minar e derrubar governos estrangeiros.

“O trabalho servirá de referência nos movimentos de resistência, em benefício da comunidade de operações especiais e de sua liderança civil”, aponta o relatório.

O “guia” abrange 47 casos no período entre 1941 a 2003, incluindo a assistência aos guerrilheiros durante a Segunda Guerra Mundial, apoio a forças anticomunistas durante a Guerra Fria e as operações no Afeganistão e no Iraque após os atentados de 11 de setembro.
Porém, numerosos golpes orquestrados por Washington nos últimos 70 anos “não foram incluídos neste estudo, já que não envolveram movimentos de resistência legítimos”, aponta o documento.

Os casos mencionados foram divididos em três categorias principais de suporte à resistência (STR): desestabilização, coerção e mudança de regime. O relatório indica que “de 1940 até o presente, quase 70 por cento das operações do STR foram realizadas a fim de desestabilização”, tendo os outros casos sido “divididos de maneira igual entre coerção e derrubada”.

O estudo analisou 47 casos. Dentre eles, 23 foram considerados “bem sucedidos”, 20 foram designados como “falhados”, 2 como “parcialmente bem sucedidos” e outros 2 que ocorreram durante a Segunda Guerra Mundial, foram classificados de “inconclusivos”, já que o conflito mais amplo levou à vitória dos aliados.

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China alfineta EUA e diz que nenhuma civilização é superior

A China e os Estados Unidos estão envolvidos em crescente guerra comercial, que inclui a imposição de tarifas sobre as importações um do outro

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A China será mais aberta ao mundo, disse o presidente Xi Jinping nessa quarta-feira, chamando de “estúpidos” aqueles que acreditam em uma superioridade cultural. Ele fez seu primeiro discurso público desde a intensificação das tensões comerciais com os Estados Unidos (EUA) na semana passada.

A China e os Estados Unidos estão envolvidos em crescente guerra comercial, que inclui a imposição de tarifas sobre as importações um do outro. Pouco antes de Xi Jinping falar, o governo anunciou um crescimento surpreendentemente mais fraco nas vendas no varejo e na produção industrial em abril.

A China anunciou na segunda-feira (13) que vai elevar as tarifas sobre US$ 60 bilhões em produtos norte-americanos a partir de 1º de junho, em retaliação à decisão dos EUA de elevar as tarifas sobre US$ 200 bilhões em importações chinesas.

O presidente chinês fez os comentários durante fórum em Pequim, organizado pelo Ministério da Propaganda, chamado Conferência sobre Diálogo de Civilizações Asiáticas. Ele não fez referência direta às tensões comerciais nem aos Estados Unidos, concentrando-se em apresentar a China como um país que não ameaça e que é aberto a todos.

A civilização chinesa é um “sistema aberto”, que continuamente realiza trocas e aprende com outras culturas, incluindo o budismo, o marxismo e o islamismo, disse Xi no fórum.

“A China de hoje não é apenas a China. É a China da Ásia e a China do mundo. A China, no futuro, assumirá uma postura ainda mais aberta para abraçar o mundo”, acrescentou.

Nenhum país pode ficar sozinho, afirmou, possivelmente em referência à agenda “América Primeiro” do presidente norte-americano, Donald Trump.

“As civilizações perderão a vitalidade se os países voltarem ao isolamento e se afastarem do resto do mundo. Os povos dos países asiáticos esperam se distanciar do fechamento e esperam que todos os países adotem o espírito de abertura e promovam a comunicação, a conectividade e o comércio harmonioso”.

A China manifestou preocupação com os comentários divulgados na mídia norte-americana, no mês passado, de uma autoridade do Departamento de Estado, que disse que os Estados Unidos estavam envolvidos em “uma luta com uma civilização realmente diferente” quando se trata da China.

“É estúpido acreditar que a raça e a civilização de alguém são superiores às outras, e é desastroso reformular deliberadamente ou mesmo substituir outras civilizações”, disse Xi.

O presidente chinês não ofereceu novas medidas concretas para abrir a China, além de propor um plano de promoção do turismo na Ásia. Mesmo assim, não deu detalhes.

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