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NASA publica FOTOS nunca antes vistas da incrível lua de Saturno

Os cientistas da NASA divulgaram novas fotos de Titã, a maior lua de Saturno, captadas pelo Espectrômetro de Mapeamento Visível e Infravermelho (VIMS, na sigla em inglês) da sonda Cassini antes de ter completado sua missão em 15 de setembro de 2017.

ubiie Redação

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Segundo a NASA, trata-se das imagens “mais claras” da superfície daquela lua congelada capturadas até agora. As imagens representam 13 anos de dados que a sonda enviou de volta à Terra.

A imagem amarela do centro representa como se veria Titã pelos olhos humanos: nossa visão pode limitar a compreensão do universo, porque só podemos ver uma pequena faixa de comprimento de onda da luz. Isso significa que omitimos detalhes da emissão de luz provenientes de outros comprimentos de onda, como luz de rádio e micro-ondas, infravermelho, ultravioleta e raios X.


Imagens em infravermelho de Titã captadas pela sonda Cassini

As fotos ao seu redor são as seis novas fotografias infravermelhas, que incluem tonalidades que o olho humano pode discernir. Cada um dos três canais de cor (vermelho, verde e azul) representa uma relação do brilho de dois comprimentos diferentes da onda infravermelha.


Imagens em infravermelho da superfície de Titã, a maior lua de Saturno

Esse método se destina a destacar as características dos elementos que compõem essa lua, reduzindo as dificuldades de compreensão da imagem (distorção apreciável do meio, causada pela aplicação de um algoritmo de compressão com perda), combinando os arquivos em bruto sem editar.

Usando o conjunto único dessas imagens, os cientistas revelaram que Titã possui uma superfície complexa com inúmeras características geológicas, que incluem em sua superfície oceanos de hidrocarbonetos líquidos, rios, lagos e tempestades de metano.
O instrumento VIMS registra os comprimentos da onda infravermelha da luz que não estão dispersas pela atmosfera cheia de partículas de Titã, da mesma forma como os comprimentos da onda de luz visível. Esse processo exigiu muitas observações da Cassini, porque o planeta se via diferente cada vez que a sonda passava ao seu redor, dependendo dos diferentes níveis de luz solar ou mudanças na atmosfera do planeta ao longo do tempo.

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Eclipse total da Lua será visível do Brasil; saiba a melhor hora

Ao contrário da versão solar, não é necessário usar óculos de proteção para observar o fenômeno

ubiie Redação

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Oúltimo eclipse lunar total até 2021 poderá ser visto de todo o Brasil na madrugada desta segunda-feira (21). O fenômeno ocorre quando a Terra e a Lua se alinham e o nosso planeta faz sombra sobre o satélite.

O eclipse começa à 00h36 (de Brasília), mas a melhor hora para observá-lo será às 03h12. A visualização do fenômeno segue até às 5h48, segundo o ‘G1’.

Ao contrário do que acontece durante um eclipse solar total – quando o Sol se “esconde” –, não é necessário usar óculos de proteção para observar a versão lunar. Um binóculo ou uma luneta simples podem ajudar a enxergar melhor. Outra dica é se dirigir a regiões menos iluminadas e com o horizonte livre, como campos e praias.

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Missão espacial chinesa consegue fazer brotar semente de algodão na Lua

As primeiras plantas que germinaram no espaço foram flores zínias, na Estação Espacial Internacional, em 2016

ubiie Redação

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A missão espacial chinesa conseguiu fazer com que uma semente de algodão brotasse na lua, informou nesta terça-feira (15) a imprensa estatal, num feito inédito, alcançado pelo Chang’e 4, a primeira sonda a aterrissar do lado oculto da Lua.

Segundo uma equipe de cientistas da Universidade de Chongqing, sudoeste da China, trata-se da primeira “mini experiência” na biosfera realizada com sucesso por um satélite.

A sonda Chang’e 4, que é o nome da deusa chinesa da Lua, pousou na Lua, em 03 de janeiro, e levou sementes de algodão, batata, ovos de mosca da fruta e algumas leveduras, visando criar uma “mini biosfera simples”, segundo a agência oficial chinesa Xinhua.

As imagens enviadas pelo Chang’e 4 mostram uma semente de algodão brotando.

Não é um feito simples: as temperaturas na superfície lunar podem exceder os 100 graus Celsius, durante o dia, e 100 negativos, durante a noite, além de maior radiação solar e uma gravidade menor do que na Terra.

Citado pelo jornal South China Morning Post, o cientista chinês Xie Gengxin, encarregado pela experiência, afirmou que a sua equipe desenhou um recipiente capaz de manter a temperatura entre 1 e 30 graus, permitindo a entrada de luz natural, água e nutrientes.

A fabricação do referido dispositivo, um cilindro de alumínio com 18 cm de altura e 16 de diâmetro, e que pesa três quilos, custou mais de 10 milhões de yuan (mais de 5 milhões de reais).

As primeiras plantas que germinaram no espaço foram flores zínias, na Estação Espacial Internacional, em 2016.

A China anunciou na terça-feira a sua intenção de continuar expandindo o seu programa de exploração do espaço, com o objetivo de coletar amostras na Lua, durante este ano, e em Marte, em 2020.

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Mudanças no campo magnético da Terra intrigam cientistas

Especialistas trabalham na revisão do Modelo Magnético Mundial para que a geolocalização no nosso planeta não seja prejudicada

ubiie Redação

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O campo magnético da Terra está se deslocando de forma inesperada e intrigando cientistas, que já estudam redefinições de conceitos sobre o tema.

O nosso planeta funciona como um ímã gigante, com pólos positivo e negativo, por ter o núcleo composto por um metal líquido. O campo magnético é uma “camada” de força existente entre os dois pólos, chamada magnetosfera, que protege a superfície terrestre.

“É o campo magnético que nos protege das partículas que vêm de fora, especialmente do vento solar (que pode ser muito nocivo)”, explicou à ‘BBC News’ o geólogo e pesquisador do Instituto de Astronomia e Geofísica da Universidade de São Paulo (USP) Ricardo Ferreira Trindade.

Boa parte do campo magnético é gerada pela movimentação dos metais líquidos que compõem o centro do planeta. Sendo assim, com a variação do fluxo, o campo se modifica. Como explica Trindade, o que preocupa é que nos últimos dez anos ele tem “variado numa velocidade muito maior do que variava antigamente”.

O campo magnético do pólo norte muda constantemente de posição, mas dentro de um limite já conhecido. Embora a direção das mudanças seja imprevisível, a velocidade costumava ser constante. Contudo, ultimamente o norte magnético tem se movido numa velocidade muito maior do que a projetada pelos cientistas.

A mudança de comportamento do nosso planeta está fazendo com que os especialistas revejam o Modelo Magnético Mundial. Segundo Trindade, este mapeamento “é criado a partir de um conjunto de observações feitas no mundo inteiro ao longo de 5 anos, a partir dos quais se monta um modelo global que muda no tempo e no espaço, mostrando a variabilidade do campo”.

O modelo é usado em diversas tecnologias de navegação, como as que guiam navios e o Google Maps. “Ele é fundamental para geolocalização e até para o posicionamento de satélites”, disse o geólogo.

A última atualização do modelo é de 2015 e deveria ser válida até 2020. No entanto, a velocidade com o que a magnetosfera tem mudado está forçando os cientistas a atualizarem o modelo antes do tempo previsto.

De acordo com a revista científica ‘Nature’, pesquisadores do Noaa (centro de administração oceânica e atmosférica), nos EUA, e do Centro de Pesquisa Geológica Britânica perceberam que o modelo estava prestes a gerar possíveis erros de navegação e iniciaram a sua atualização, que deverá ficar pronta em 30 de janeiro de 2019.

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