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NASA explica como vai enviar uma sonda ao Sol

Todos os componentes do Parker Solar Probe foram desenvolvidos para suportar elevadas temperaturas

ubiie Redação

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Faltam apenas algumas semanas para a NASA lançar o Parker Solar Probe, uma sonda cuja missão será chegar a uma distância de apenas 6,1 milhões de quilômetros da atmosfera exterior do astro-rei.

Levando em consideração os milhões de graus Celsius dessa região da órbita do Sol, é natural que a missão apresente alguns problemas tecnológicos para os engenheiros da NASA. Por esta razão, todos os componentes foram criados para serem capazes de suportar temperaturas muito elevadas.

A NASA também quer ‘jogar’ com a densidade do Espaço, tendo alguns ‘truques na manga’ para levar a missão adiante. No vídeo abaixo pode ver uma explicação de como a agência espacial norte-americana pretende concluir a missão.

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Astrônomos se aproximam da descoberta histórica do ‘Planeta X’

Astrônomos receberam fotos detalhadas do céu onde pode estar o nono misterioso planeta gigantesco do Sistema Solar. Eles têm “80% de certeza” de que conseguirão encontrá-lo nas imagens caso exista realmente, declarou o astrônomo Michael Brown.

ubiie Redação

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“Pela primeira vez nós conseguimos passar sete dias observando sem parar. Penso que se encontrarmos o ‘Planeta X’, ele vai estar escondido justamente nestes dados. Eles cobrem uns 85% do céu onde deve estar. Se realmente houver algo lá, as chances da descoberta do planeta são de 95%”, afirmou.

No início de 2016, os astrônomos Michael Brown e Konstantin Batygin declararam ter conseguido calcular a localização do misterioso “Planeta X”, nono planeta do Sistema Solar, que estaria localizado a 41 bilhões de km do Sol e que pesa 10 vezes mais do que a Terra. O “nono” planeta passaria 14 mil anos para dar uma volta ao redor do Sol.

Até hoje não há informações concretas sobre a existência e localização exata do planeta, além do movimento estranho dos planetas anões no Cinturão de Kuiper. Há também alguns dados sobre possível órbita do corpo celeste, inclinado a 30 graus.
As buscas pelo planeta não trouxeram sucesso até então, mas a zona de busca já foi demarcada.

Um ano atrás, Brown e Batygin começaram a buscar “Planeta X” com ajuda do telescópio Subaru no arquipélago do Havaí, passando uma semana observando a suposta órbita.

As primeiras tentativas de receber fotos não deram frutos por causa das condições climáticas desfavoráveis e problemas no funcionamento do observatório. Agora a equipe de astrônomos procura encontrar nas imagens finalmente obtidas vestígios do nono planeta.

“O nosso problema principal, eu receio, será a própria Via Láctea […] que entra parcialmente na zona de busca onde há milhares de estrelas. O resplendor foi tão brilhante que nem tentamos procurar o ‘Planeta X’ nesta parte do céu”, explicou o pesquisador.

Entretanto, Brown e Batygin têm certeza de que as suas hipóteses sobre a localização do planeta misterioso são corretas, avaliando a possibilidade de existência do corpo celeste em 99,8%.

Segundo os dois cientistas, não há explicações razoáveis das anomalias no comportamento dos planetas anões do Cinturão de Kuiper a não ser a teoria deles.

Se eles não conseguirem encontrar o “Planeta X” nos dados recebidos, em fevereiro de 2019 será realizada mais uma rodada de observações, no decorrer da qual eles querem examinar a Via Láctea para encontrar o gigante gasoso em uma pilha de estrelas.

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Sonda da NASA captura som de vento e envia novas fotos de Marte

A sonda InSight conseguiu captar o som do vento na superfície de Marte e enviou uma dúzia de novas fotografias do lugar em que aterrisou, local onde analisará o interior do Planeta Vermelho. A informação foi compartilhada pela NASA.

ubiie Redação

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“Capturar este áudio foi um presente não planejado, mas uma das coisas que nossa missão se dedica é medir o movimento em Marte, e naturalmente isso inclui o movimento causado por ondas sonoras”, disse Bruce Banerdt, principal pesquisador da sonda InSight

Os sensores da sonda, que aterrissaram no planeta em 27 de novembro, captaram um som baixo causado pelas vibrações do vento, que soprou entre 16 e 24 quilômetros por hora no dia 1º de dezembro, de noroeste a sudeste.

A sonda começou a implantar seus sensores e medidores nesta semana para começar sua missão e enviou uma dúzia de fotografias para a Terra sobre como o processo estava se desenvolvendo.

O veículo robótico InSight, carregado com uma furadeira e um sismógrafo, iniciou uma missão de dois anos mapeando o interior do Planeta Vermelho, na tentativa de entender como os corpos celestes se formaram no Sistema Solar há mais de 4 bilhões de anos.

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Mistério de Encélado: lua de Saturno pode abrigar vida em seu oceano?

Além de possuir criovulcões, gêiseres e um oceano muito antigo, o Encélado, que é uma das luas de Saturno, também oculta mistérios ainda não decifrados, afirma o especialista em Vulcanologia Experimental Robin Andrews em seu artigo publicado na revista Forbes.

ubiie Redação

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Até agora, os cientistas têm se focado no estudo do oceano do sexto maior satélite de Saturno, acreditando que possivelmente há algum tipo de vida nele, pois seu leito marítimo é semelhante ao da Terra.

Não obstante, “há muito ainda a saber sobre Encélado — seu oceano interior, seus gêiseres lançando material no espaço e até mesmo o motor que impulsiona toda essa atividade”, disse Paul Byrne, professor assistente de Geologia Planetária da Universidade Estadual da Carolina do Norte (EUA).

Uma equipe de cientistas norte-americanos, de que Byrne faz parte, tenta decifrar a evolução geológica e as características criosféricas do satélite. Para isso, precisam analisar as estrias e fendas que se estendem na superfície do Encélado, que são influenciadas por muito fatores, principalmente pelas forças gravitacionais extremas de Saturno.

Essas forças geram calor na crosta do satélite e provocam um tipo de maré geológica, o que explicaria os movimentos subjacentes do oceano e do criovulcanismo no polo sul dessa lua.

Para Mallory Kinczyk, assistente de pesquisa em Ciências Planetárias da universidade já citada, o Encélado possui uma grande atividade geológica com placas tectônicas ativas, apesar de ser pequeno em comparação com outras luas muito maiores do planeta Saturno (como Dione e Tetis).

As crateras de cerca de 7 quilômetros de diâmetro dos criovulcões do Encélado têm relação com as rachaduras que as atravessam, pois essas fissuras se ramificam ou se transformam em crateras, segundo os cientistas. É provável que a concentração de crateras sob alta pressão determine a orientação das rachaduras, porém, grande parte do mecanismo de sua formação continua sendo um mistério.

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