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Mídia dos EUA declara vitória do F-35 sobre caça Su-57 russo

Com a recusa de produção em massa do caça Su-57, a Rússia teria admitido sua derrota em criar um caça de 5ª geração.

ubiie Redação

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“Rússia mais ou menos admite sua derrota na criação de um possível caça de 5ª geração”, afirma à edição o especialista do Royal United Services Institute, Justin Bronk.

A razão principal que levou à recusa de produção em massa do avião prospectivo, na opinião do especialista, é a falta de investimento. Isso, por sua vez, foi provocado pelo congelamento do programa conjunto russo-indiano para o desenvolvimento de caça de 5ª geração.
Embora o caça russo de 5ª geração Su-57 custe US$ 40 milhões (R$ 154 milhões) — 2,5 vezes menos do que o seu análogo norte-americano F-35 Lightning II, ainda continua sendo caro em comparação a outros aviões, acredita o especialista, acrescentando que, por esse preço, a Rússia “pode somente equipar suas antigas aeronaves com inúmeros radares e mísseis decorativos, já que o caça Su-57 na verdade nunca foi furtivo”, destacou.

Assim, a edição conclui que na Rússia, considerando modernização de tanques, submarinos e armas nucleares, foi o Su-57 que se tornou “a primeira vítima da crise orçamentária”. Além disso, o desenvolvimento da aviação militar chinesa provoca mais atraso da Rússia no “mundo militar de primeira classe”.

Previamente, o vice-primeiro-ministro russo, Yuri Borisov, declarou que hoje o caça Su-35 de geração 4++ da Força Aeroespacial da Rússia é considerado “um dos melhores aviões do mundo”, portanto, “não há nenhum sentido em tentar produzir em massa caças de 5ª geração”.

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1 tonelada de chocolate invade ruas de cidade alemã

Um “rio” de chocolate invadiu as ruas de Werl, na Alemanha, após mau funcionamento em uma fábrica local. Cerca de uma tonelada de chocolate teve que ser limpa das ruas da cidade. Foi necessário o trabalho de 25 pessoas e mais de duas horas para resolver o problema.

ubiie Redação

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“Nós recolhemos tudo isso com pás”, explicou à agência DPA, nesta terça-feira (11), Karsten Korte, chefe do corpo voluntário de bombeiros.

Segundo a agência DPA, as razões do vazamento na fábrica não estão claras, porém é provével que tenha havido alguma falha técnica nos equipamentos.
Para remover o chocolate que grudou no asfalto os bombeiros usaram água quente e maçaricos. A medida foi para que a rua não ficasse escorregadia para os carros.

Todo o chocolate foi jogado fora e nada foi consumido pelos voluntários, segundo assegurou Karsten Korte à mídia alemã.

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‘Cansado de comer carne humana’: corte sul-africana prende para sempre 2 canibais

Dois sul-africanos acusados de canibalismo foram sentenciados à prisão perpétua por assassinato na quarta-feira (12). De acordo com o juiz, os dois cidadãos são culpados pelo “crime mais hediondo”, comunica The Guardian.

ubiie Redação

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O juiz Peter Olsen sentenciou Nino Mbatha, de 33 anos, e Lungisani Magubane, de 32 anos, à prisão perpétua pelo assassinato de Zanele Hlatshwayo no ano passado, de acordo com a edição.

O curandeiro Mbatha decidiu se entregar à polícia de Estcourt, cidade na província de KwaZulu-Natal, segundando um saco com uma perna e uma mão humanas. O curandeiro confessou aos policiais estar “cansado de comer carne humana”.

Os policiais não acreditaram na história até visitarem a casa do curandeiro, onde havia mais partes humanas. A corte descobriu que Hlatshwayo, de 24 anos de idade, foi morta para ser comida, de acordo com mídia local.

Residentes furiosos se reuniram do lado de fora da corte para protestar contra o terrível assassinato. A África do Sul não possui lei direta contra o canibalismo, mas mutilação de cadáveres e possessão de tecido humano são ofensas criminais.

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Trump ameaça paralisar governo se democratas vetarem muro no México

Presidente e líderes da oposição bateram boca nesta terça-feira (11) sobre o financiamento da estrutura

ubiie Redação

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Em um vislumbre do que deve ser a dinâmica da relação da administração de Donald Trump com a maioria democrata na Câmara dos Deputados que assume em janeiro, o presidente e líderes da oposição bateram boca nesta terça-feira (11) sobre o financiamento do muro que o republicano quer construir na fronteira com o México.

O presidente ameaçou vetar o orçamento e paralisar o governo caso os democratas se recusem a aprovar o orçamento para o financiamento do muro.

Uma paralisação parcial pode acontecer já no dia 21 de dezembro. Se não houver acordo até lá, o Departamento de Segurança Doméstica e outras agências, como Justiça, Interior e Agricultura, podem ficar sem financiamento para 2019. Elas representam cerca de 25% dos gastos do governo federal.

A construção de um muro na fronteira com o México foi uma das promessas de campanha do republicano. Trump quer US$ 5 bilhões para o muro em 2019, enquanto os democratas acenam com US$ 1,3 bilhão.

“Se nós não tivermos segurança na fronteira, nós vamos paralisar o governo. Esse país precisa de segurança na fronteira”, afirmou Trump no Salão Oval da Casa Branca.

As declarações foram rebatidas pelo senador Chuck Schumer, de Nova York, líder da minoria democrata no Senado, e por Nancy Pelosi, da Califórnia, líder da minoria democrata na Câmara (papel no qual continua quando a oposição virar maioria na Casa, em janeiro).

Foi o primeiro encontro em mais de um ano entre o republicano e os dois líderes de oposição -chamados por Trump de dupla “Chuck e Nancy”- envolvendo uma negociação.

O resultado foram dedos apontados, vozes elevadas e falas interrompidas.

Pelosi pediu que as discussões ficassem longe da imprensa, ao que Trump respondeu: “Não é tão ruim, Nancy. Isso se chama transparência.”

A deputada democrata sugeriu que pode haver uma “paralisação do Trump” em torno do que ela caracterizou como um muro pouco efetivo.

“A população americana reconhece que nós devemos deixar o governo funcionando, que uma paralisação não vale nada, e que nós não deveríamos ter uma paralisação do Trump”, disse Nancy. “Uma o que?”, rebateu o presidente.

Schumer, por sua vez, lembrou a Trump que “eleições têm consequências”. “Nós achamos que você não deveria paralisar [o governo].”

“Eu tenho orgulho de paralisar o governo pela segurança na fronteira, Chuck”, rebateu Trump. As discussões terminaram sem um acordo.

Após a reunião, a Casa Branca emitiu um comunicado no qual qualificou o diálogo de Trump com os líderes democratas de “construtivo”.

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