Siga-nos

Política

180

Tempo estimado para a leitura: 3minuto(s) e 28segundo(s).

MBL: ‘Campanha de Lula é situação similar a de estelionato’

ubiie Redação

Publicado

em

A manutenção de Lula como pré-candidato à presidência causa instabilidade jurídica e configura estelionato. Esta é a opinião do coordenador do Movimento Brasil Livre, Rubens Nunes Filho, que ingressou com uma tutela de evidência no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pela ilegibilidade do ex-presidente.

A tutela de evidência é um instrumento do Novo Código de Processo Civil que permite a tomada antecipada de uma decisão quando fica provado que o réu abusa do seu direto de defesa ou utiliza mecanismos legais com propósitos de atrasar a sentença. A decisão do MBL foi motivada pela tentativa de habeas corpus da defesa do ex-presidente no último dia 8, em plantão do desembargador Rogério Favreto.

“A manutenção do Lula como pré-candidato tem causado enorme insegurança jurídica no país como um todo. Ele está captando recursos em doação de campanha antecipada, se colocando em situação similar até a estelionato porque a lei eleitoral é pragmática quanto a candidatos ficha-suja, caso do Lula, um bandido condenado que não pode se candidatar”, alega Nunes Filho em entrevista exclusiva à Sputnik Brasil.

Para o advogado, ao se colocar como candidato, o ex-presidente “fere o princípio democrático, induzindo os eleitores a erro, criando insegurança no pleito eletivo”. “Com essa tutela, nós pedimos de ofício que seja declarada a inlegibilidade do Lula numa tese propagada pelo próprio ministro [do Tribunal Superior Eleitoral] Admar Gonzaga, uma vez que é fato público e notório que ele se coloca como pré-candidato e que não tem as condições adequadas para tal em funções legais”, argumenta.

Nunes Filho também criticou a atitude da equipe de advogados de Lula, a quem acusa de “pirotecnia processual com propósito midiático”. “Produziram peça anti-ética que fere o dever de urbanidade e que (…) tinha como objetivo apenas nos atacar, em nenhum momento trouxe elementos jurídicos [para fundamentar a defesa]”.

Para PT, MBL demonstra desespero

Contrapondo o posicionando de Rubens, o deputado federal pelo Paraná Enio Verri (PT) acusa o MBL de “desespero” e diz que o grupo representa “uma elite que não tem respaldo popular”.

“O ex-presidente Lula hoje tem quase 30% [de intenção de voto], o que em votos válidos garantiriam com certeza a vitória dele no 1º turno. Como a elite não tem respaldo popular, não tem peso na sociedade a não ser entre os banqueiros e com o grande capital internacional, vai usar todas as artimanhas possíveis para dificultar a candidatura do ex-presidente Lula” contra-ataca o petista em conversa com a Sputnik.

Para Verri, a tese de segurança jurídica do grupo não se sustenta, já que, no seu entendimento, a ação é parcial. “Por que a presença de Lula causa insegurança jurídica e econômica ao país? Temer e seus asseclas estão entregando o Brasil, entregando a soberania nacional e eu não vejo o MBL tomar nenhuma ação sobre isso (…). O presidente Lula não tem uma prova sequer contra ele, se tivesse 5% de intenção de voto para presidente da República, ele estaria na praia jogando bola”, defende o deputado.

Verri também revelou que está marcado para o dia 04/08, à partir das 9h em local a ser decidido em São Paulo, a oficialização da candidatura de Lula a presidente. De acordo com o congressista, o ex-presidente já deixou programas de TV gravados e o partido adianta a produção de “santinhos” para distribuição à partir do início da campanha oficial marcado para setembro.

Lula foi condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª região a 12 anos de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá. Ele cumpre pena desde o dia 4 de abril na sede da Polícia Federal em Curitiba.

0
0
Clique para comentar
Publicidade

Política

Em carta a Jean Wyllys, Lula pede ‘enfrentamento’ a Bolsonaro

O deputado conta que enviou o seu livro ‘Tempo bom, tempo ruim’, escrito por ele, ao ex-presidente e recebeu carta em resposta

ubiie Redação

Publicado

em

Da prisão em Curitiba, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua se mostrando um dos principais opositores ao presidente Jair Bolsonaro. Em carta divulgada nessa quinta-feira (17) pelo deputado Jean Wyllys, o petista pediu “forte enfrentamento político” ao novo governo.

Wyllys contou que enviou o seu livro “Tempo bom, tempo ruim”, escrito por ele, a Lula. Em resposta, ele recebeu uma carta feita à mão pelo ex-presidente, em que ele agradece o presente e a dedicação do deputado à política e pede oposição ao governo de Bolsonaro:

“Eu estou convencido que temos que consolidar um forte enfrentamento político com o governo, e ao mesmo tempo, tratar de organizar politicamente o nosso povo”, escreveu Lula.

0
0
Continuar lendo

Política

Moro: ‘Petrobras foi saqueada num volume sem paralelo no governo Lula’

“Pra onde foi esse dinheiro?”, questionou o ministro

ubiie Redação

Publicado

em

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, afirmou, nesta terça-feira, 15, em entrevista à GloboNews, que a Petrobras foi “saqueada em um volume sem paralelo” durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A declaração foi feita em resposta a pergunta sobre argumentos da defesa do petista à Justiça de que Moro foi um juiz parcial e o perseguiu durante processos judiciais.

Moro afirmou que Lula não “faz parte” de seu “presente”, nem do “futuro”. “O fato é que a decisão que eu proferi foi confirmada por três desembargadores que permanecem em suas posições.”

“O que existe é um álibi falso de perseguição política. O fato é que a Petrobras durante o governo do ex-presidente foi saqueada num volume às vezes sem paralelo no mundo”, disse. Moro ressaltou que “a própria Petrobras reconheceu R$ 6 bilhões em desvios”.

“Pra onde foi esse dinheiro? esse dinheiro foi para enriquecer ilicitamente diversos agentes públicos daquele governo e parcelas beneficiaram o ex-presidente. Esse álibi parte do pressuposto de que esse escândalo de corrupção não aconteceu”, concluiu.

0
0
Continuar lendo

Política

Bolsonaro promete mostrar um ‘Brasil diferente’ em Davos na próxima semana

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, prometeu nesta segunda-feira mostrar “um Brasil diferente, livre de laços ideológicos e corrupção generalizada” no Fórum Econômico Mundial (FEM) em Davos, na Suíça, na próxima semana.

ubiie Redação

Publicado

em

A reunião de 22 a 25 de janeiro da elite política e corporativa do mundo seria uma “grande oportunidade de apresentar um Brasil diferente para líderes de todo o mundo”, afirmou o líder brasileiro no Twitter.

“Mostrarei nosso desejo de negociar com todos, valorizando a liberdade econômica, os acordos bilaterais e o equilíbrio fiscal. Com esses pilares, o Brasil irá em direção ao pleno emprego e à prosperidade”, prosseguiu.

O encontro nos Alpes Suíços será a primeira viagem internacional de Bolsonaro desde sua posse em 1º de janeiro.

Bolsonaro será acompanhado por seu ministro da Economia, Paulo Guedes, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, e o ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo.

Para participar da reunião de Davos, Bolsonaro adiou a cirurgia abdominal para remover uma bolsa de colostomia anexada depois que ele sobreviveu a um ataque a faca em setembro.

Ele deve se submeter à cirurgia no final de janeiro. O vice-presidente Antônio Hamilton Mourão assumirá o comando do dia-a-dia do país enquanto o presidente se recupera, o que deve levar cerca de duas semanas.

0
0
Continuar lendo
Publicidade
1USD
United States Dollar. USA
=
109,62
JPY –0,05%
3,75
BRL +0,01%
1EUR
Euro. European Union
=
124,69
JPY +0,03%
4,27
BRL +0,09%
1BTC
Bitcoin. Crypto-currency
=
389.237,64
JPY +0,20%
13.323,09
BRL +0,26%

Tokyo
Sunny
MonTueWed
10/2°C
11/1°C
11/3°C

São Paulo
23°
Fog
SunMonTue
min 21°C
33/22°C
30/22°C

Arquivos

Facebook

Publicidade

Mais vistas da semana