Siga-nos

Mundo

130

Tempo estimado para a leitura: 2minuto(s) e 46segundo(s).

Brasileiro é preso na Alemanha 31 anos após matar a ex no DF

Marcelo Bauer vai cumprir 14 anos de prisão no país europeu

ubiie Redação

Publicado

em

Nesta semana, a Alemanha informou ao governo brasileiro que Marcelo Bauer, condenado a 14 anos de prisão por matar a ex-namorada no Distrito Federal, em 1987, está preso. O acusado fugiu para a Europa logo depois do crime, 31 anos trás, e era considerado foragido da justiça, noticia o G1.

O assassinato aconteceu em julho de 1987, mas Bauer fugiu e conseguiu cidadania europeia. Com isso, ele evitou a extradição de volta para o Brasil para o cumprimento da pena.

A vítima, Thais Muniz Mendonça, de 19 anos, era estudante de letras da Universidade de Brasília (UnB). A perícia feita na época apontou que o corpo tinha marcas de asfixia, golpes de faca e uma perfuração por arma de fogo.

Marcelo Bauer cumpre pena desde 25 de abril deste ano no Centro Penitenciário de Bayreuth, no norte da Baviera, informa o comunicado alemão, divulgado nesta sexta-feira (13) pelo Ministério Público Federal (MPF).

Na Alemanha, o prisioneiro vai cumprir a mesma pena definida pela Justiça brasileira.

Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), o condenado escapou com a ajuda do pai, coronel que trabalhava na inteligência da Polícia Militar. Ele só foi localizado 13 anos depois, em 2000, morando em Arhus (Dinamarca). Foi neste período que Bauer chegou a passar oito meses preso pela Interpol.

O Ministério da Justiça pediu que a Dinamarca extraditasse Bauer para o Brasil, foi quando o homem fugiu novamente para a Alemanha, onde pediu – e recebeu – cidadania. Por causa disso, desde 2002 ele vivia em Flensburg, no norte alemão, segundo o MPF.

Em negociações para sua punição desde 2011, Brasil e Alemanha compartilharam provas, oitivas e até amostras de DNA. A sentença emitida no Brasil foi enviada à justiça alemã para homologação e execução, a demora no trâmite burocrático, no entanto, incomodou os órgãos brasileiros. Em maio de 2016, a PGR pediu, pela segunda vez, que a Alemanha prendesse Bauer.

2
0
Clique para comentar
Publicidade

Mundo

Trump diz que EUA vão sair do acordo sobre armas nucleares com a Rússia

O presidente dos Estados Unidos acusa a Rússia de “violar o acordo há muitos anos”

ubiie Redação

Publicado

em

Donald Trump anunciou neste sábado (19) que os Estados Unidos vão sair do acordo de não-proliferação nuclear com a Rússia, por violação do trato. O presidente norte-americano não esclareceu, no entanto, o que se refere a transgressão.

“A Rússia violado o acordo há muitos anos. Não vamos deixá-los violar um acordo nuclear e fazerem armas que não somos autorizados a fazer”, disse, durante comício no Nevada, citado pela Associated Press.

O pacto (INF, sigla em inglês), feito em 1987, serve para proteger a segurança dos Estados Unidos e dos seus aliados europeus e do Extremo Oriente, proibindo os norte-americanos e os russos de possuírem, produzirem ou testarem mísseis balísticos e de cruzeiro, nucleares ou convencionais, cujo alcance estivesse entre 500 e 5.500 quilômetros.

O acordo tem restringido os norte-americanos de desenvolverem novo armamento, mas, segundo Trump, os Estados Unidos vão começar a fazê-las a menos que a Rússia e a China concordem em não possuir ou desenvolver armas também. A China não faz parte do pacto inicial, saliente-se.

“Teremos de desenvolver essas armas, a menos que a Rússia se junte a nós e a China se junte a nós e venham ter conosco a dizer para ficarmos ‘espertos’ e para nenhum de nós desenvolver esse armamento, mas se a Rússia o estiver a fazer e se a China o estiver a fazer, e estivermos a aderir ao acordo, isso é inaceitável”, atirou.

0
0
Continuar lendo

Mundo

Como falha na distribuição de água acabou com a maior cidade do mundo?

No ano de 1200, a maior cidade do mundo, com uma área de 1.000 km², era considerada Angkor, onde hoje se localiza o território do Camboja.

ubiie Redação

Publicado

em

Durante cem anos, o povoado construiu e expandiu suas redes de canais, diques, barragens, poços e outras estruturas importantes para a administração da água. Porém, no século XV, misteriosamente muitos plebeus e o rei de Angkor abandonaram a cidade.

Especialistas atribuem o fato a uma possível guerra com um reino vizinho, localizado na atual Tailândia, além de uma provável substituição do hinduísmo pelo budismo.

Outra hipótese sugere que o desaparecimento esteja ligado a inesperadas inundações, seguidas por décadas de chuvas escassas, que acabaram desencadeando uma série de falhas no maior sistema aquífero do mundo pré-industrial, de acordo com a revista Science Advances.

O coautor da pesquisa e geofísico da Universidade de Sidney (Austrália), Dan Penny, desenvolveu junto com outros cientistas um modelo computadorizado de como a mudança rápida nos períodos de chuvas poderia ter afetado o sistema de distribuição de água da cidade.

Com a ajuda de várias simulações, descobriu-se que os canais começaram a se corroer e se alargar devido ao volume do fluxo d’água.
Por causa disso, a água foi desviada de forma desigual pelas intersecções da rede, reabastecendo apenas alguns canais. A distribuição irregular foi ainda mais afetada devido aos sedimentos que foram se acumulando nos canais.

Como resultado destes diversos fenômenos, ocorreu uma falha total da rede de água, contribuindo para o desaparecimento de Angkor, de acordo com pesquisadores.

0
0
Continuar lendo

Mundo

Banksy planejava picotar o quadro todo, mas só cortou metade

O trabalho do misterioso artista britânico foi leiloado pela casa de leilões Sotheby’s no início de outubro

ubiie Redação

Publicado

em

O artista Banksy divulgou um vídeo que faz um “making of” do processo que levou à autodestruição do quadro “Balloon Girl” (Menina com Balão) e revela que houve uma falha de execução.

O trabalho do misterioso artista britânico foi leiloado pela casa de leilões Sotheby’s no início de outubro, em Londres, por cerca de R$ 5 milhões. Logo após a batida do martelo, a obra deslizou por um triturador de papel escondido na parte inferior da moldura e foi parcialmente rasgada.

O vídeo mostra uma pessoa não identificada apertando um botão que supostamente acionou o triturador de papel.O artista havia planejado picotar verticalmente a obra inteira, da base até o topo, mas houve uma falha. Ao final do vídeo, surge a frase escrita “nos ensaios, funcionou todas as vezes”, revelando uma versão de “Balloon Girl” sendo completamente picotada.

“Banksy não destruiu uma obra de arte no leilão, ele criou uma”, disse o diretor da Sotheby’s, Alex Branczik, em comunicado.”

Após sua intervenção surpresa, temos o prazer de confirmar a compra da obra recém-intitulada ‘Love Is In The Bin’, a primeira obra de arte na história a ser criada ao vivo, durante um leilão.””Quando o martelo bateu e o trabalho foi picotado, de início eu fiquei chocada, mas gradualmente comecei a perceber que teria em mãos um pedaço da história da arte”, disse a compradora ao Guardian.”Pode-se dizer que a obra vale mais agora”, disse Branczik.

0
0
Continuar lendo
Publicidade
1USD
United States Dollar. USA
=
112,46
JPY –0,08%
3,71
BRL –0,01%
1EUR
Euro. European Union
=
129,46
JPY –0,22%
4,27
BRL –0,16%
1BTC
Bitcoin. Crypto-currency
=
724.407,20
JPY +0,05%
23.912,91
BRL +0,11%

Tokyo
15°
Sunny
MonTueWed
22/14°C
22/15°C
24/14°C

São Paulo
16°
Mostly Cloudy
SunMonTue
min 13°C
27/16°C
28/17°C

Arquivos

Facebook

Publicidade

Mais vistas da semana