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Twitter vai ‘limpar’ os seus seguidores; entenda

Há determinadas contas que vão deixar de entrar para a contabilidade dos usuários desta rede social

ubiie Redação

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Com a intenção de gerar dados mais precisos quanto ao número real de usuários, o Twitter vai deixar de contabilizar as contas desabilitadas.

Em um comunicado divulgado esta semana, a empresa com sede em São Francisco, na Califórnia, refere que estas contas vão deixar de fazer parte do número de usuários reais, o que pode aborrecer algumas pessoas, em especial os que têm mais seguidores.

“Muitas pessoas irão notar uma diminuição de quatro ou menos seguidores, mas outras, que têm um número maior poderão sentir uma queda mais significativa”, explicou Vijaya Gadde, da equipe de segurança da plataforma.

A responsável frisou ainda que esta medida é importante, pois a “precisão e a transparência fazem do Twitter uma rede mais confiável”.

Mas afinal, o que são as contas desabilitadas? Gadde revela que se trata de contas que foram criadas por pessoas reais, mas que a dada altura deixa de ser possível garantir que estas pessoas continuam a utilizá-las e a controlá-las.

E é este detalhe que diferencia os perfis desabilitados das contas de spam ou robôs. “As contas automatizadas mal-intencionadas mostram, tipicamente, um comportamento de spam desde o início, sendo cada vez mais previsíveis”, acrescentou a responsável.

Já as desabilitadas caracterizam-se por apresentar comportamentos diferentes de um momento para o outro como ter um significativo aumento no volume de respostas ou menções a pessoas que não seguem determinada conta.

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Rede social

Facebook confirma que hackers roubaram dados de 29 milhões de usuários

Invasores tiveram acesso a dados de contato, informações pessoais e de localização de pessoas

ubiie Redação

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O Facebook confirmou, nesta sexta-feira (12), que dados pessoais de 29 milhões de usuários foram roubados por hackers.

Os hacker conseguiram acessar detalhes de contato, incluindo nome, número de telefone e email, de 15 milhões de pessoas.

Outras 14 milhões tiveram ainda mais dados acessados, como nome de usuário, gênero, localidade, idioma, status de relacionamento, religião, cidade natal, data de nascimento, dispositivos usados para acessar o Facebook, educação, trabalho e os últimos dez locais onde estiveram ou em que foram marcados.

“Estamos cooperando com o FBI, que está investigando ativamente e nos pediu para não discutir quem pode estar por trás desse ataque”, disse o Facebook em seu comunicado.

A companhia afirmou que usuários podem encontrar mais informações sobre segurança da conta nesta página, e que enviará e-mails para os quase 30 milhões de usuários atingidos para explicar o ocorrido.

O Facebook ainda disse que o ataque não inclui outros aplicativos controlados pelo mesmo grupo econômico, como: Messenger, Messenger Kids, Instagram, WhatsApp, Oculus, Workplace, Pages, entre outros.

O ataque já havia sido anunciado pela empresa no fim de setembro, quando levantou-se a suspeita de que 50 milhões de perfis haviam sido invadidos.

O acesso aos usuários ocorreu por meio de uma vulnerabilidade no código do Facebook ligada ao recurso de “Ver como” -no qual usuários conseguem ver como outras pessoas, que não são suas amigas na rede, enxergam seu perfil.

Os hackers conseguiram, por meio desse código, roubar tokens de acesso às contas. Os tokens de acesso são como chaves digitais que mantêm as pessoas logadas à rede para que não tenham que preencher seu usuário e senha sempre que acessem suas contas.

Por isso, no dia do anúncio dos ataques, milhões de usuários encontraram suas contas deslogadas -medida tomada pelo Facebook, juntamente de outras ações para corrigir a falha de segurança.

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Rede social

Perguntas e respostas sobre o problema de segurança do Facebook

Empresa deslogou a conta de 90 milhões de usuários recentemente
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ubiie Redação

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O Facebook anunciou nesta sexta-feira (28) que invasores roubaram tokens de acesso na rede social e que a vulnerabilidade afetou 50 milhões de contas, que tem 2 bilhões de usuários no mundo.

Como medida de segurança, a empresa deslogou a conta de 90 milhões de usuários, o que significa que quem entrava na rede social de modo automático, sem incluir a senha, foi desconectado e precisou incluir a senha novamente.

Até agora, a empresa não registrou o vazamento de informações pessoais na internet, mas especialistas em segurança da informação alertam que o roubo de tokens é perigoso, pois dá acesso à conta dos usuários e todo o seu controle, de mensagens privadas a fotos que estão públicas ou em álbuns fechados.

“Hoje você faz o login e não coloca mais a senha durante um mês, por exemplo. É assim no Google, no Facebook. No momento que você acessa, eles usam um algoritmo criptográfico que te reconhece. A pessoa fica ligada a um código, uma sequência de caracteres conhecida como token, que a autoriza”, explica Igor Rincon, especialista em segurança de informação.

Com o token, o Facebook entende que o acesso à rede social por determinado celular ou máquina é autenticado e permite o acesso da pessoa sem que ela precise digitar a senha.

Como saber se tive a conta invadida?

A empresa não anunciou quais países foram afetados, apenas que deslogou a conta de 90 milhões de pessoas. Se você não costumava colocar a senha e precisou fazer isso, há duas possibilidades: ou sua conta está entre as vulneráveis ou, no último ano, você acessou a função “ver como”, no qual usuários conseguem ver como outras pessoas enxergam seu perfil na rede social.

Verifique nas configurações de sua conta os dispositivos que estão conectados a ela e os respectivos locais de origem. Se aparecer alguma cidade que você não esteve, é provável que seu perfil tenha sido invadido.

Qual a consequência de uma invasão ao meu perfil?

Invasores podem ler mensagens privadas, olhar fotos privadas, fazer o download delas, bem como alterar informações pessoais e se fazer passar por você. Isso pode ter inúmeras implicações relacionadas à falsidade ideológica.

Como me proteger nas redes sociais?

Altere sua senha e não use a mesma em diferentes redes sociais, como LinkedIn e Twitter. Evite sequências numéricas, como número de telefone, data de nascimento e placa do carro, e palavras conhecidas de qualquer idioma.”Uma dica que costumo dar é: selecione a primeira letra de cada palavra da sua música preferida, para você ter uma referência, e inclua números e caracteres especiais no meio”, diz Fernando Amatte, diretor de ciberinteligência da Cipher.2. Habilite a verificação em dois fatores. Vá até as configurações de segurança e ative o duplo fator de autenticação. Faça isso em todas as redes sociais. Dessa forma, você só entra na rede por um dispositivo se confirmar sua identidade em outro meio, seja com QR Code ou por SMS no celular.3. Seja um usuário vigilante. Ative notificações de redes sociais no seu email para saber quando algo acontece na sua conta. Fique atento a qualquer mensagem ou notificação estranha. 4. A dica é antiga, mas tenha antivírus atualizado no computador e, se possível, obtenha um para dispositivos móveis. Se, porventura, a partir das informações acessadas no Facebook, o invasor tentar instalar algum programa na sua máquina, o antivírus detecta a movimentação.O que diz o Facebook?A empresa afirma que as investigações estão em estágio inicial. Informa que o ataque explorou uma “interação complexa envolvendo uma série de ocorrências em nossos códigos” e que nasceu de uma mudança de código feita na ferramenta de upload de vídeo em julho de 2017, que impactou a funcionalidade “Ver Como”.”Os invasores não precisaram apenas encontrar essa vulnerabilidade e usá-la para ganhar acesso a um token, mas também tiveram que ir desta conta a outras para roubar mais tokens.”Segundo o Facebook, ainda é preciso confirmar se as contas foram mal utilizadas ou se alguma informação foi acessada. É preciso ressaltar que essa vulnerabilidade de segurança não tem relação com o caso da Cambridge Analytica, que colocou a empresa em uma de suas piores crises de imagem este ano.

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Rede social

Fundadores do Instagram anunciam que vão se afastar da rede social

Kevin Systrom e Mike Krieger vão deixar a empresa adquirida pelo Facebook em 2012

ubiie Redação

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Os fundadores da rede social Instagram, Kevin Systrom e Mike Krieger, anunciaram que vão deixar a empresa adquirida pelo Facebook em 2012, para “construir coisas novas” e “explorar novamente” a sua “criatividade e curiosidade”.

“Vamos tirar um tempo para explorar novamente a nossa curiosidade e criatividade. Construir coisas novas exige que recuemos, entendamos o que nos inspira (…) é o que planejamos fazer”, adiantou na segunda-feira o diretor executivo do Instagram, Kevin Systrom, em comunicado.

“O Mike [Krieger] e eu”, acrescentou, “somos gratos pelos últimos oito anos no Instagram e nos seis anos com a equipe do Facebook. Crescemos de 13 pessoas para quase mil, com escritórios em todo o mundo, e agora estamos prontos para o nosso próximo capítulo.”

Systrom e Krieger, fundaram o Instagram em 2010, que foi comprada dois anos depois pelo Facebook por de bilhões de dólares e conta com milhares de usuários.

Apesar dos recentes escândalos sobre questões de acesso aos dados pessoais dos usuários do Facebook e de ter sido tornado público que agentes russos realizaram com sucesso operações de manipulação política naquela rede social, com o objetivo de influenciar a eleição presidencial norte-americana de 2016, a verdade é que o Instagram tem conseguido preservar a sua imagem junto dos usuários e da opinião pública.

De acordo com o jornal The New York Times, os dois fundadores deverão abandonar oficialmente as suas funções nas próximas semanas.

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