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Trump pede que Otan dobre meta para defesa

Americano voltou a insistir que os países-membros incrementem seus investimentos em defesa

ubiie Redação

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O presidente dos EUA, Donald Trump, não frustrou as expectativas de que chegaria a Bruxelas chateando seus aliados nesta quarta-feira (11).

Na inauguração da cúpula da Otan, a aliança militar ocidental, o americano voltou a insistir que os países-membros incrementem seus investimentos em defesa.

Esses Estados trabalham com o objetivo de gastar 2% de seu PIB no setor, mas Trump agora sugere dobrar a meta e chegar até 4%. Essa porcentagem é mais alta inclusive do que a previsão de gasto americano em defesa neste ano, de 3,5% do PIB. Já a Alemanha prevê gastar 1,2% do PIB nessa área.

Além da sugestão para a defesa, Trump incomodou na abertura da cúpula ao dizer que a Alemanha é “prisioneira” da Rússia.

Ele afirmou que Berlim investe em um oleoduto para importar gás russo em vez de usar esse dinheiro para se proteger de Moscou: “Em tese precisamos nos defender da Rússia, e a Alemanha vai lá e paga bilhões e bilhões de dólares por ano para eles”.

Depois de ter fechado usinas a carvão e nucleares, Berlim depende cada vez mais do gás importado da Rússia. Segundo o centro de estudos Agora Energiewende, 35% do gás natural alemão e 40% de seu petróleo vêm do país de Vladimir Putin.

“Nós estamos protegendo a Alemanha, estamos protegendo a França, estamos protegendo todos esses países. Daí diversos deles firmam acordos com a Rússia. Acho bem inapropriado”, disse Trump.

No que foi entendido como uma resposta ao americano, a chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou na cúpula:

“Vivi o fato de que parte da Alemanha foi ocupada pela União Soviética. Fico bastante feliz de que hoje estejamos unidos de maneira livre. Por isso podemos dizer que somos capazes de tomar as nossas próprias decisões de modo independente.”

Merkel também contrariou a acusação feita pelo americano de que os aliados europeus não se dedicam o bastante aos projetos comuns de defesa.

“A Alemanha é o segundo maior provedor de soldados, a maior parte da nossa capacidade militar está à disposição da Otan e até hoje temos uma grande quantidade deslocada ao Afeganistão. Nisso também defendemos os interesses dos EUA”, disse.

Esse tipo de atrito entre Trump e seus aliados europeus já era esperado desde antes da cúpula. O presidente americano critica a União Europeia desde sua campanha eleitoral, em 2016, ao passo que enfrenta em casa acusações de estar demasiado próximo da Rússia.

Trump deve se reunir na segunda-feira (16) na Finlândia com o presidente Putin, incomodando os parceiros. Há receios, por exemplo, de que ele peça o fim das sanções impostas a Moscou após a anexação da Crimeia.

Criticando os colegas da Otan, o americano comparou seus encontros em Bruxelas com aqueles programados em Helsinque para a semana que vem: “Francamente, Putin pode ser o mais fácil de todos eles. Quem diria?”.

Por sua vez, o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, já havia alfinetado o presidente americano na véspera com uma mensagem publicada em uma rede social.

“Os EUA não têm e não terão um aliado melhor do que a União Europeia. Gastamos mais em defesa do que a Rússia e tanto quanto a China. Espero que você não tenha dúvidas de que esse é um investimento em nossa segurança, o que não pode ser dito com certeza sobre os gastos russos e chineses.”

O tratado da Otan estipula que seus 29 países-membros defendam uns aos outros em caso de ataques externos. Trump tem questionado esse princípio a partir da ideia de que os EUA contribuem mais do que os países europeus.

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Helicóptero da Marinha dos EUA cai e colide com porta-aviões

Houve marinheiros feridos, mas nenhum com gravidade

ubiie Redação

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Um helicóptero da Marinha dos Estados Unidos colidiu com o convés de aterrissagem do porta-aviões, também norte-americano, USS Ronald Reagan ao tentar pousar. O incidente provocou ferimentos em alguns marinheiros, mas sem gravidade.

Em comunicado, citado pela ‘Associated Press’, a Marinha explica de que o aparelho, o MH-60 Seahawk, colidiu pouco depois de ter levantado voo, nesta sexta-feira (19), enquanto o porta-aviões se deslocava ao longo da costa Filipina.

A Marinha acrescentou ainda que todos os feridos estão em condição estável e não correm risco de vida. Não precisando, no entanto, o número de feridos.

Não foram revelados detalhes sobre os danos feitos ao helicóptero e ao porta-aviões. Contudo, segundo a Marinha, o navio foi perfeitamente capaz de continuar a sua missão no Pacífico.

As causas do incidente estão sendo investigadas.

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Trump pede áudios que podem provar morte de jornalista

Presidente ainda negou que está protegendo os líderes do país

ubiie Redação

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu nesta quarta-feira (17) para as autoridades da Turquia enviarem as gravações que fornecem evidências de que o jornalista Jamal Khashoggi foi morto no consulado saudita em Istambul.

“Se existir, pedimos. Eu não tenho certeza ainda que existe, provavelmente sim, possivelmente sim”, disse o republicano a jornalistas na Casa Branca. A Arábia Saudita é um dos aliados mais próximos de Washington e o desaparecimento de Khashoggi está colocando a administração em uma posição desconfortável.

Durante coletiva, Trump ainda disse esperar um relatório completo sobre o caso a ser apresentado pelo secretário de Estado, Mike Pompeo, que acaba de chegar da Arábia Saudita e Turquia, onde se reuniu com líderes para debater o ocorrido.

Além disso, o magnata rejeitou a possibilidade de que estaria tentando acobertar o governo saudita. “Não, de forma alguma. Eu só quero descobrir o que está acontecendo”, disse. Segundo relatos na imprensa turca, há registros em áudio que provam que o crítico ao reino e ao príncipe herdeiro, Mohammed bin Salman, foi torturado e sedado no consulado saudita em Istambul, antes de ser morto e esquartejado. (ANSA)

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França declara estado de desastre natural devido a inundações

Chuvas deixaram pelo menos 14 pessoas mortas e outras 75 feridas

ubiie Redação

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O Governo francês reconheceu o estado de desastre natural em mais de 120 municípios no departamento de Aude, no sul de França, afetado no início da semana por graves inundações, que provocaram a morte de pelo menos 14 pessoas; outras 75 ficaram feridas.

A medida, publicada nesta quinta-feira (18) no Jornal Oficial francês, permite aos afetados serem recompensados rapidamente pelas seguradoras, sob o regime de “desastres naturais”, prometido na segunda-feira pelo primeiro-ministro Edouard Philippe.

De acordo com o novo balanço das autoridades, seis pessoas morreram em Trèbes, três em Villegailhenc, duas em Villaliers, uma em Villardonnel, uma em Carcassonne e uma em Saint-Couat d’Aude.

As fortes chuvas que atingiram o sul da França, na noite de domingo último, causaram uma subida de sete metros no rio Aude, que dá nome à região, algo que não ocorria desde 1891.

As chuvas causaram também danos elevados em Villardonnel, onde uma mulher perdeu a vida depois de ser arrastada pelas águas, existindo ainda relatos de pelo menos oito feridos graves devido à intempérie.

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