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Twitter afirma que exclusão de contas não afeta métricas

Empresa teria suspendido mais de 70 milhões de contas falsas em maio e junho

ubiie Redação

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O Twitter informou que removeu contas falsas, mas que isso não afeta as métricas de usuários, como informou o jornal The Washington Post. O jornal havia noticiado que a empresa suspendeu mais de 70 milhões de contas falsas em maio e junho, levando a um declínio dos usuários ativos no período.

“A maioria das contas que removemos não é incluída em nossas métricas informadas, pois elas não estão ativas na plataforma há 30 dias ou mais, ou nós as pegamos no cadastro e elas nunca são contadas”, afirmou Ned Segal, vice-presidente financeiro do Twitter, em um post na rede.

“Se removêssemos 70 milhões de contas de nossas métricas informadas, você ouviria diretamente de nós”, disse.

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YouTube desativará comentários em todos os vídeos com crianças

O YouTube anunciou nesta quinta-feira (28) que irá desativar os comentários de quase todos os vídeos em que crianças aparecem. A medida irá afetar milhões de publicações da plataforma e foi tomada após relatos de que pedófilos estavam deixando comentários inapropriados em vídeos.

ubiie Redação

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O serviço de vídeos do Google também enfrenta os desafios de moderar publicações com discurso de ódio, violência e teorias da conspiração.

O YouTube levará vários meses para desativar comentários em todos os vídeos com menores de idade, disse a empresa. A plataforma já iniciou o processo na semana passada, quando desativou comentários de dezenas de milhões de vídeos.

Anunciantes, incluindo a Nestlé, AT&T e a Epic Games, suspenderam anúncios na semana passada após comentários inapropriados em suas publicações serem divulgados por um popular YouTuber e reportagens da imprensa.

Pelo menos uma empresa, a Nestlé, ficou satisfeita com a resposta do YouTube e republicou os anúncios no final da semana passada.

Um pequeno número de canais que têm vídeos com crianças poderão manter os comentários ativados. Mas eles devem ser conhecidos pelo YouTube e devem monitorar ativamente os comentários para além das ferramentas de monitoramento padrão fornecidas pelo YouTube.

Desativar comentários em um número tão grande de vídeos parece uma “reação extrema”, disse Paul Verna, analista da eMarketer. Mas a questão envolve a segurança das crianças, então faz sentido que o YouTube queira agir rapidamente, ponderou.

A CEO do YouTube, Susan Wojcicki, reconheceu as preocupações na quinta-feira e escreveu no Twitter: “Nada é mais importante para nós do que garantir a segurança dos jovens na plataforma”.

A empresa disse que também lançou uma versão atualizada de seu sistema de moderação que tem a capacidade de identificar e excluir duas vezes mais comentários inadequados.

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Conheça o aplicativo que se tornou uma ameaça ao Instagram

O TikTok bateu a marca de um bilhão de downloads e está fazendo sucesso na Ásia e nos Estados Unidos

ubiie Redação

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O aplicativo TikTok atingiu a impressionante marca de um bilhão de downloads, segundo dados da Google Play (Android) e da App Store (iOS), levantados pela empresa de análise de mercado mobile Sensor Tower.

De acordo com o site “TechTudo”, só no ano passado o TikTok teve 663 milhões de downloads, superando o Instagram no mesmo período, que registrou 444 milhões de novas instalações. O app é bastante popular na Ásia, mais especificamente em países como China e Índia. No entanto, o software já figura o topo das listas de aplicativos mais baixados nos Estados Unidos.

O QUE É

Se você ainda não sabe do que se trata o TikTok, a gente explica. É uma plataforma que permite gravar e publicar vídeos de até 15 segundos, com destaque para o humor. Também é possível fazer dublagens. O app funciona como rede social, permitindo interação entre os usuários, o que o coloca como concorrente do Instagram Stories e do Snapchat.

A plataforma foi desenvolvida pela empresa chinesa ByteDance.

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Facebook é acusado de recolher dado até de quem não está na rede social

O acesso as informações seria através de outros aplicativos, como os de saúde

ubiie Redação

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O Facebook estaria tendo acesso a informações pessoais, sensível e íntima, como a relativa à saúde, que são provenientes de outros aplicativos. A recolha de dados acontece mesmo que o usuário não tenha conta na rede social, noticiou nesta sexta-feira (22) o Wall Street Journal (WSJ).

A empresa admitiu que recolhe dados através de aplicativos (app) externos, mas bloqueia que sejam passadas informações sensíveis relativas aos usuários.

De acordo com a publicação, que afirma ter realizado diversos testes, alguns aplicativos nos smartphones usam um instrumento de análise da atividade do usuário, designado App Events, desenvolvido pelo Facebook, que capta a informação e a envia para esta empresa.

E isto acontece mesmo sem o usuário do app estar ligado ao Facebook ou até sem ter conta na rede social, e sem que isto seja assinalado explicitamente ao usuário, afirmou o jornal, que identificou a prática em uma dezena de aplicativos “populares”.

Entre os dados coletados estão informações muito pessoais, detalhou o título, que deu o exemplo de um aplicativo que serve para vigiar os períodos de ovulação e nas quais a usuária indica as datas dos seus ciclos menstruais.

Segundo os testes do WSJ, esta informação, mas também o peso ou os hábitos de consumo, são enviados para o Facebook, sem conhecimento de quem usa o app.

Base do modelo econômico do Facebook ou do Google, esta informação pessoal é aspirada e tratada por estas empresas através de pequenos programas informáticos de análise. O seu objetivo é dirigir a publicidade.

“Compartilhar as informações através dos aplicativos no seu iPhone ou no seu aparelho Android [o sistema móvel do Google] corresponde à maneira como funciona a publicidade móvel e é uma prática habitual neste setor”, reagiu uma porta-voz do Facebook, questionada pela AFP.

“A questão é como os ‘app’ utilizam estas informações para a publicidade em linha. No Facebook, exigimos aos que desenvolvem estes ‘app’ que sejam transparentes com os seus usuários a propósito das informações que partilham conosco e os proibimos de nos enviarem informação sensível”, prosseguiu, garantindo: “Também tomamos medidas para identificar e apagar dados que não nos devem ser enviados”, acrescentou ainda a fonte da rede social.

O Facebook, que tem 2,3 bilhões de usuários ativos, tem sido criticado há mais de um ano pela sua gestão, considerada opaca e até enganosa, da informação pessoal dos inscritos na rede social.

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