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Sampaoli não sai e treinará sub-20 da Argentina

Treinador dirige a equipe argentina desde junho de 2017

ubiie Redação

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Contestado antes e durante a Copa do Mundo da Rússia, Jorge Sampaoli não pediu demissão da seleção argentina. O treinador se reuniu nesta segunda (9) com a direção da federação, que quer a sua saída, mas precisa pagar a multa de R$ 50 milhões para rescindir o contrato, que vai até 2022.

Em nota, a federação argentina afirmou que Sampaoli dirigirá a seleção sub-20 em um torneio na Espanha neste mês e depois os dirigentes vão avaliar “como tem sido o processo do treinador até o momento”.

Sampaoli dirige a equipe argentina desde junho de 2017 e chegou à Rússia questionado após a derrota da seleção para a Espanha em um amistoso por 6 a 1 em março deste ano.

A pressão cresceu durante a participação do time na fase de grupos, com a Argentina empatando seu primeiro jogo com a Islândia e depois perdendo para a Croácia por 3 a 0.

A Argentina conseguiu se classificar para as oitavas com uma vitória sobre a Nigéria, com Sampaoli tendo a ajuda de Messi e de Mascherano para escalar e fazer as substituições na equipe, mas depois caiu diante da França por 4 a 3.

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Contra a Argentina, Tite faz esboço da seleção para Copa América

O duelo é chamado de Superclássico das Américas. Em caso de empate, haverá disputa de pênaltis para definir o vencedor, que receberá troféu

ubiie Redação

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A seleção brasileira terá o primeiro grande teste no ciclo para a Copa do Mundo-2022 nesta terça (16), às 15h, quando enfrenta a Argentina no estádio King Abdullah, em Jeddah, Arábia Saudita.

Pelo menos é assim que o amistoso contra os rivais é visto por Tite, que atualmente tem como objetivo principal a montagem do time para a Copa América que será realizada no Brasil, em junho de 2019.

Tanto é que pela primeira vez desde agosto de 2016, quando assumiu o comando da seleção, o treinador não divulgou de forma antecipada a escalação da equipe.

“Eu vou deixar esse componente [mistério]. Não me sinto tão confortável, mas farei isso desta vez. Não quero, se não tenho os atletas definidos, dar ao adversário a oportunidade de conhecer a escalação. Estamos testando novos nomes, novo esquema, então vamos deixar o adversário sem saber disso”, disse Tite.

O duelo é chamado de Superclássico das Américas. Em caso de empate, haverá disputa de pênaltis para definir o vencedor, que receberá troféu.

“Brasil e Argentina não tem friendly game [jogo amigável] nunca. [O amistoso] Tem uma característica de rivalidade, mas não pode transcender. São equipes que estão se reformulando, mas a Argentina seguramente não vai abrir mão de seus principais atletas, tampouco nós”, completou.

Apesar de fazer mistério, Tite escalará o que hoje é sua formação considerada principal. Ele definiu a equipe após três vitórias em ritmo de treino em amistosos contra seleções de baixo nível técnico (Estados Unidos, 2 a 0, El Salvador, 5 a 0, e Arábia Saudita, 2 a 0) e mais de 28 jogadores utilizados neste novo ciclo.

A base da equipe será a que disputou a Copa do Mundo.

Dos 23 convocados para o Mundial, 9 não estão na Arábia Saudita: o zagueiro Pedro Geromel, os meios-campistas Paulinho e Fernandinho, o goleiro Cássio e o atacante Taison, que ainda não foram chamados desde a eliminação na Copa, além do zagueiro Thiago Silva, dos laterais Fagner e Marcelo e dos atacantes Willian e Douglas Costa.

Fagner não foi convocado porque o Corinthians está na final da Copa do Brasil, e Marcelo foi cortado por lesão.

Thiago Silva, Willian e Douglas Costa foram chamados para os dois primeiros amistosos, mas ficaram fora dos confrontos na Ásia. O último não foi convocado por indisciplina, após cuspir em um adversário em jogo da Juventus (ITA) e receber suspensão.

Como não deverá fazer experiências, já que não vê o jogo como um simples amistoso, Tite usará a formação tática do duelo contra a Arábia Saudita. Assim, escalará um trio de jogadores com características de marcação e outro ofensivo. O quarteto de atacantes, utilizado na Copa, por ora fica em segundo plano.

Desta vez, o meio de campo deverá ter Casemiro, Renato Augusto e Arthur, o único do setor que não esteve no Mundial da Rússia. O jogador do Barcelona deve substituir Fred, que foi titular contra a Arábia Saudita, quando Tite aproveitou para fazer testes.

“Essa questão de entrosamento nós pegamos pouco a pouco nos treinos. Tenho um pouco mais com o Coutinho pela convivência no dia a dia [pelo Barcelona]”, disse Arthur sobre o amistoso.

Já o setor ofensivo deverá ter Coutinho aberto pela direita, Neymar do lado esquerdo e Firmino centralizado. O atacante do Liverpool entraria na vaga de Gabriel Jesus, que começou diante dos sauditas e marcou gol que encerrou jejum de cinco jogos na seleção.

O sistema defensivo também terá como base o time da Copa. Na direita, a dúvida é entre Danilo, que só fez um jogo como titular na atual temporada europeia após a lesão no tornozelo esquerdo sofrida durante o Mundial, e Fabinho. A linha de quatro ainda terá Marquinhos, Miranda e Filipe Luís, convocado para o lugar de Marcelo.

Dupla titular em boa parte das eliminatórias, quando o Brasil emplacou nove vitórias consecutivas, Marquinhos e Miranda voltam a iniciar uma partida após 11 meses. O zagueiro do Paris Saint-Germain perdeu a posição para Thiago Silva, companheiro de clube, às vésperas da Copa

BRASILAlisson; Danilo, Marquinhos, Miranda, Filipe Luís; Casemiro; Arthur (Fred), Renato Augusto, Philippe Coutinho; Roberto Firmino, Neymar. T.: Tite

ARGENTINARomero; Saravia, Otamendi, Pezzella, Tagliagico; Battaglia, Paredes, Lo Celso, Dybala; Icardi, Lautaro Martínez. T.: Lionel ScaloniEstádio: King Abdullah, em Jeddah (Arábia Saudita)

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Seleção se reúne para o primeiro grande desafio após a Copa do Mundo

Depois de enfrentar nos amistosos de setembro duas seleções fracas, o Brasil jogará agora contra o seu maior rival e um adversário frágil, mas que ao menos participou do Mundial

ubiie Redação

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Tite e os demais integrantes da comissão técnica da seleção brasileira chegam neste domingo a Londres, onde a equipe treinará de segunda até quarta-feira, antes da viagem à Arábia Saudita para os amistosos contra os donos da casa e a Argentina. O time ficará no CT do Tottenham, mesmo local escolhido por Tite para o período de treinamentos antes da Copa da Rússia.

Depois de enfrentar nos amistosos de setembro duas seleções fracas, que não estiveram no Mundial (Estados Unidos e El Salvador), o Brasil jogará agora contra o seu maior rival e um adversário frágil, mas que ao menos participou da Copa na Rússia. Em novembro, o time jogará mais duas vezes e a tendência é existe a intenção da comissão de que os amistosos sejam contra rivais da Europa.

Para os dois jogos na Arábia Saudita, o treinador não convocou nenhum atleta dos quatro clubes que estavam na semifinal da Copa do Brasil (Flamengo, Corinthians, Cruzeiro e Palmeiras). O único clube do País que teve jogador chamado por Tite foi o Grêmio: o goleiro Phelipe e o atacante Everton. A diretoria gaúcha chegou a tentar que a CBF liberasse Everton dos amistosos para que o jogador atuasse na partida do próximo domingo contra o Palmeiras, pela 29.ª rodada do Campeonato Brasileiro, mas a entidade negou o pedido, o que acabou gerando protestos do clube.

Tite terá uma baixa em relação à lista de convocados no último dia 21. O lateral-esquerdo Marcelo, do Real Madrid, foi cortado após sofrer lesão na panturrilha direita. Para a vaga do jogador, Tite chamou Filipe Luís, do Atlético de Madrid, na última quinta-feira.

Após três dias de treinos em Londres, a seleção chegará à Riad, capital saudita, na madrugada de quinta-feira. No dia seguinte, às 15 horas (de Brasília), o Brasil enfrenta a Arábia Saudita no estádio da Universidade King Saud.

Após a partida, a delegação embarca para Jeddah. Na terça-feira seguinte, a seleção joga contra a Argentina, também às 15h, no estádio King Abdullah Sports City.

A Argentina, ainda em processo de reformulação depois da eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo e com o técnico interino Lionel Scaloni no comando, não terá Lionel Messi. O craque do Barcelona, inclusive, só deve voltar a ser convocado no próximo ano.

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Corinthians bate o Paraná e volta a vencer no Campeonato Brasileiro

Timão não vencia havia quatro jogos; lanterna, Tricolor paranaense agora acumula sete partidas

ubiie Redação

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O Corinthians bateu o lanterna Paraná, na noite deste sábado (25), e voltou a vencer em jogos pelo Campeonato Brasileiro. A equipe do Itaquerão, que ganhou pelo placar de 1 a 0, interrompeu a série de três derrotas na competição.

O zagueiro Henrique, de cabeça, fez o único gol do jogo para o Corinthians.Na próxima rodada, sábado (9), o Corinthians vai enfrentar o Atlético-MG, em casa. O Paraná vai visitar o Sport, domingo (10), no Recife.

A atuação do time de Osmar Loss, no entanto, foi aquém do esperado pela torcida. Nos primeiros minutos, houve até uma boa pressão. Jadson chegou a acertar uma bola na trave, após ótima defesa do goleiro Richard. Mas o ímpeto parou por aí.

O Paraná não só equilibrou o jogo, como conseguiu dominar uma boa parte do primeiro tempo. Cássio fez uma grande defesa e evitou que o placar fosse inaugurado.Com a bola rolando, o time alvinegro tinha enorme dificuldade para chegar à área rival. Pelo menos conseguiu descolar uma sequência de três escanteios. E foi justamente na última cobrança que Jadson colocou a bola na cabeça de Henrique.

Aos 35 min, o zagueiro corintiano subiu sozinho na grande área e testou firme. A bola ainda bateu no travessão antes de morrer na rede.

A comemoração da Fiel, porém, se dividiu com a preocupação com Cássio. Minutos antes do gol alvinegro, o arqueiro começou a sentir dores no quadril após uma defesa e, apesar de tentar continuar em campo, teve de ser substituído por Walter.

Com a vantagem no placar, o Corinthians passou a reequilibrar a partida e, enfim, armou uma boa jogada para chegar à meta adversária. No último lance antes do intervalo, Jadson enfiou a bola para Roger entre os zagueiros o atacante finalizou na trave.

Mesmo sofrendo ainda com erros de passes, a equipe corintiana voltou para a etapa final disposta a matar o jogo. Tanto que pressionou durante 15 minutos e criou algumas boas chances.O Paraná já não tinha mais o mesmo ímpeto da etapa inicial e pouco subia ao ataque. E ficou mais enfraquecido quando Leandro Vilela acabou expulso após levar o segundo cartão amarelo.

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