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Apreensão de imigrantes na fronteira dos EUA salta 92% no semestre

Dado foi divulgado na quinta (5) pelo serviço de Alfândega e Proteção das Fronteiras dos Estados Unidos

ubiie Redação

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Apesar do endurecimento da política migratória de Donald Trumo, o número de imigrantes apreendidos ou barrados na fronteira dos Estados Unidos com o México cresceu 91,6% no primeiro semestre do ano em relação ao mesmo período de 2017.

O dado foi divulgado nesta quinta (5) pelo serviço de Alfândega e Proteção das Fronteiras dos Estados Unidos.

Até junho, 268.182 imigrantes foram apreendidos ou considerados inadmissíveis nos EUA. No mesmo intervalo de 2017, foram 139.969.

Para Jeanne Batalova, analista do Instituto de Políticas de Migração, é cedo para atribuir o aumento das apreensões e inadmissões à política de tolerância zero adotada pelo governo do republicano Donald Trump a partir de abril.

Ela diz que é preciso colocar os dados do primeiro semestre deste ano em contexto. Embora represente um salto em relação ao mesmo intervalo de 2017, os números não destoam tanto se comparados a anos anteriores. Nos seis meses iniciais de 2016, por exemplo, foram 267.746 imigrantes apreendidos ou considerados inadmissíveis. Em 2015, foram 219.480.

Batalova explica que a queda registrada em 2017 foi uma exceção. “No ano passado, os números caíram após a posse de Trump, pois as pessoas esperaram para saber que políticas ele iria implementar”, diz.

“Como viram que, apesar das várias declarações e críticas, nenhuma ação foi adotada, o fluxo migratório retornou no segundo semestre.”

Ainda conforme os dados do governo, em junho deste ano o número de apreensões e inadmissões recuou em relação a maio. Foram 42.565, ante 51.905. O governo atribui a queda à tolerância zera que passou a levar os migrantes a tribunais criminais, mas o movimento pode ser sazonal, segundo Batalova.

As altas temperaturas do verão setentrional tornam mais desgastante a travessia pelo deserto até a fronteira.

Para a analista, só em três meses será possível ter dimensão do impacto. “No outono [do hemisfério norte], quando os números tipicamente aumentam, veremos se há realmente uma trajetória de queda ou se os números vão voltar ao patamar anterior.”

Para ela, alguns fatores podem ser determinantes. “Se houver a percepção de que as condições vão ficar mais intolerantes, essas famílias podem repensar. Algumas, por terem visto a separação de pais e filhos, podem escolher não fazer a travessia”, afirma.

Ela lembra que a decisão de migrar ilegalmente é tomada após a ponderação do risco de ser flagrado e deportado, mas também das condições que levaram essas famílias a fugirem de seus países.

Por isso, Batalova não descarta a possibilidade de aumento, com famílias aproveitando a atual indefinição sobre se o governo vai manter ou abandonar a política.

O acirramento da política veio em abril. imigrantes flagrados tentando entrar ilegalmente nos EUA foram separados de seus filhos e levados a prisões federais, enquanto as crianças foram levadas a abrigos espalhados pelos EUA.

No final de junho, ante a repercussão negativa no país e no exterior, Trump assinou decreto para manter pais e filhos juntos – mas sem suspender as medidas restritivas.

Pela estimativa mais recente do governo americano, cerca de 3.000 crianças teriam sido separadas dos pais e, atualmente, estão sob custódia federal. Delas, cem teriam menos de 5 anos, segundo a CNN.

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EUA estão à beira da falência devido a gastos militares, diz mídia

O complexo militar-industrial dos EUA, junto com um governo corrupto e funcionários pouco competentes, faz o país mergulhar cada vez mais no buraco da dívida, escreve a edição CounterPunch.

ubiie Redação

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Segundo a edição, os crescentes gastos militares estão levando os EUA à falência. O governo e altos funcionários enganam a população, exigindo cada vez mais dinheiro para o Exército.

Na qualidade de exemplo a CounterPunch cita os resultados da investigação da organização Open the Government, segundo a qual os militares estadunidenses gastam somas enormes com compras não ligadas ao serviço militar, em particular, uma poltrona por 9.241 dólares (R$ 35.200), talheres de porcelana por 53 mil dólares (R$ 202 mil), bebidas alcoólicas por 308 mil dólares (R$ 1,2 milhões), bem como mariscos de luxo por 4,6 milhões de dólares (R$ 17,5 milhões).

Além disso, o governo norte-americano gasta muito mais do que recebe dos impostos e, por isso, é obrigado a pedir emprestado a outros países. Esse dinheiro é usado para financiamento das instituições estatais e guerras incessantes por todo o mundo, enquanto a educação, a saúde pública e a infraestrutura se encontram em decadência, ressaltou a edição.

“Finalmente, os impérios militares inevitavelmente colapsam, ao se expandirem e gastarem tudo até ao último cêntimo. O mesmo aconteceu com Roma e agora se repete de novo. O império americano já está se destruindo. Estamos nos aproximando da massa crítica”, afirma a CounterPunch.

Os EUA se atolam cada vez mais em dívidas, sendo todas as decisões ligadas ao financiamento tomadas pelo complexo militar-industrial do país. Segundo a edição, desde 2001 os EUA gastaram 4,7 trilhões de dólares com as guerras no exterior. A dívida pública aumenta 32 milhões de dólares por hora, mas o governo gasta a cada cinco segundos no Iraque mais de que um americano médio recebe em um ano inteiro.

No entanto, Washington não tornou o mundo mais seguro. De acordo com as avaliações de investigadores, os militares estadunidenses lançam bombas a cada 12 minutos em algum ponto do mundo, mas desde 2001 a morte de 500 mil pessoas está ligada às ações dos EUA.

A edição concluiu que os EUA estão caminhando para a falência total e no país já estão visíveis vestígios da falência da sociedade praticamente em todas as esferas, mas o governo americano está pronto a reprimir quaisquer manifestações de descontentamento.

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Norte-americana processa cemitério por ter sido ‘engolida’ pela cova dos pais

Uma moradora de Long Island, ilha no sul do estado americano de Nova York, processou cemitério local por ter caído na cova dos pais, relata New York Post.

ubiie Redação

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De acordo com o processo, Joanne Cullen, de 64 anos de idade, se inclinou para ajeitar uma fita na coroa de flores e o chão cedeu, fazendo com que ela caísse e batesse com a cabeça na lápide.

Mas o trauma não acabou por aí. A norte-americana continuou descendo ao encontro dos pais mortos. Para não chegar até os caixões, Joanne se segurou nas bordas da cova. Ela começou a gritar por ajuda, mas ninguém a ouviu.

“Ser sugado pela cova dos pais enquanto você vai visitá-los em uma tarde fria de dezembro, quando o sol já se ponto […] é aterrorizante e traumatizante”, afirmou o advogado de Joanne, Joseph Perrini. Ele espera que a mulher seja indenizada com US$ 5 milhões (R$ 19 milhões).

De acordo com Joanne Cullen, a “experiência traumatizante” ocorreu no dia 19 de dezembro de 2016 e até hoje ela tem pesadelos, que a impedem de visitar o túmulo dos entes queridos.

O advogado acredita que os coveiros tenham deixado uma cavidade subterrânea na cova que “engoliu” Callen. “É algo terrível que não deveria acontecer com ninguém. Queremos que o cemitério e os funcionários aprendam a lição e que isso não aconteça com mais ninguém”, concluiu o advogado.

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Sobe para 50 o número de mortos de ataque a mesquitas na Nova Zelândia

Há ainda duas pessoas em estado grave

ubiie Redação

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O número de mortos resultante do ataque a duas mesquitas em Christchurch, na Nova Zelândia, aumentou para 50. A informação foi confirmada pelas autoridades neozelandesas.

O massacre foi transmitido ao vivo pelo atirador na internet, que publicou um manifesto após o ataque, no qual chamou imigrantes de “invasores”.

Há ainda duas pessoas em estado grave.

Testemunhas afirmaram que por volta das 13h40 local (21h40 de quinta no horário de Brasília) de sexta-feira (15) um homem branco vestido com trajes militares invadiu a mesquita Al Noor, no centro da cidade, e começou a atirar.

Pessoas que estavam no local afirmaram que tiveram que sair correndo para escapar dos ataques, muitos descalços -é costume tirar os sapatos dentro da mesquita.

As testemunhas descreveram ao jornal local New Zealand Herald um cenário com muito sangue e com diversos corpos espalhados pelo chão.

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