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Caça russo Su-57 custa 2,5 vezes menos do que jato americano F-35, diz parlamentar

ubiie Redação

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O caça russo da quinta geração Su-57 vai custar 2,5 vezes menos do que os seus análogos norte-americanos F-35 e F-22, declarou à Sputnik o membro do Conselho de Especialistas da Duma de Estado, Vladimir Gutenev.

O jato russo da quinta geração Su-57 que atualmente está sendo testado e se preparando para entrar em serviço da Força Aeroespacial da Rússia, vai custar 2,5 vezes menos do que os seus análogos norte-americanos F-35 e F-22, declarou à Sputnik o membro do Conselho de Especialistas da Duma de Estado (câmara baixa do parlamento russo) para Indústria de Aviação, Vladimir Gutenev.

Ele disse que quatro caças russos de quinta geração Su-57 efetuaram “batismo” na operação antiterrorista na Síria.
“É provável que a presença de quatro nossos caças Su-57 na Síria tenha permitido obter mais informação sobre as capacidades dessa máquina de detectar [com ajuda do equipamento radioeletrônico a bordo] os jatos F-22 e F-35 norte-americanos que atuam no mesmo teatro de ações militares”, acrescentou Gutenev.

Em fevereiro, o ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, comunicou que dois caças Su-57 durante dois dias executaram o programa de testes na Síria.

Conforme o jornal russo Izvestia, agora o Ministério da Defesa da Rússia está terminando o teste dos mísseis de longo alcance da classe ar-ar R-37M com os quais serão equipados os caças da quarta e quinta gerações, em especial o Su-57.

Esse míssil é capaz de atingir alvos aéreos à distância de mais de 300 quilômetros. Nesta característica, o R-37M supera o seu concorrente AIM-120 AMRAAM que está em serviço dos países da OTAN. O peso do míssil ultrapassa os 500 quilogramas, e na etapa final de voo ele pode atingir a velocidade de 7.350 km/h. No entanto, outras características táticas e técnicas não são reveladas.

Em 30 de junho, se torou conhecido sobre o primeiro contrato sobre o fornecimento às tropas de 12 aviões Su-57. As máquinas devem ser entregues ao exército em 2019.

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‘Ela não é meu tipo’, diz Trump sobre mulher que o acusa de estupro

A colunista da revista de moda Elle, E. Jean Carroll afirmou que foi estuprada por Trump em um provador de roupas em uma loja de Nova York

ubiie Redação

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O presidente dos EUA, Donald Trump, negou nesta segunda-feira (24) as acusações de que teria estuprado uma jornalista em um provador de loja nos anos 1990, dizendo que ela “não é seu tipo”.

“Vou dizer isso com grande respeito: número um, ela não é meu tipo. Número dois, nunca aconteceu. Nunca aconteceu, OK?”, afirmou, em entrevista exclusiva ao jornal The Hill.

Em uma crônica publicada na sexta-feira (21), a colunista da revista de moda Elle, E. Jean Carroll afirmou que foi estuprada por Trump em um provador de roupas em uma loja de Nova York em 1995 ou 1996, quando o magnata era um proeminente promotor imobiliário e ela, uma conhecida jornalista e apresentadora de televisão.

No mesmo dia, Trump reagiu em um comunicado afirmando que jamais teve contato com Carroll e que o incidente “nunca aconteceu”.

Questionado se Carroll estava mentindo, Trump reafirmou na entrevista desta segunda que nunca a encontrou. “Mentindo totalmente. Não sei nada sobre ela”, disse. “Não sei nada sobre ela. Ela é –é simplesmente uma coisa terrível que as pessoas possam fazer declarações como essa.”

A descrição do caso está no próximo livro de Carrol, que teve trechos publicados na sexta (21) na New York Magazine.

A jornalista, hoje com 75 anos, conta na obra que encontrou casualmente Trump na loja Bergdorf Goodman na Quinta Avenida de Manhattan, em Nova York, quando os dois faziam compras.

Durante uma conversa, o agora presidente pediu sua ajuda para comprar um presente para a mulher e após considerar opções como uma carteira ou um chapéu, ele se decidiu por uma lingerie.

Segundo Caroll, os dois subiram para a seção de lingerie, onde não havia funcionários da loja.

“No momento em que a porta do provador se fechou ele se atirou sobre mim, me pressionou contra a parede e colocou sua boca nos meus lábios”, escreveu.

Com a jornalista imobilizada, Trump teria baixado as calças de Carrol, aberto seu zíper e a estuprado, até que ela conseguiu se livrar e fugir.

Segundo Caroll, o ataque não durou “mais que três minutos”.

Em seu comunicado, Trump afirma: “Jamais na minha vida me encontrei com essa pessoa. Ela está tentando vender um novo livro (…) que deveria ser exibido na seção de ficção”.

A New York Magazine, que publica o trecho do livro de Carroll, inclui na mesma edição uma declaração oficial da Casa Branca que qualifica a história como “completamente falsa e surreal”.

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Trump diz que pode começar ‘grande deportação’ em duas semanas

O governo planeja realizar batidas maciças em grandes cidades norte-americanas para deter imigrantes ilegais

ubiie Redação

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje (23), em postagem no Twitter, que congressistas do Partido Democrata têm até duas semanas para negociar mudanças nas regras sobre asilo e “vazios” legais, antes que ele inicie o que chamou de “grande deportação” de imigrantes ilegais.

“Eu quero dar aos democratas a última chance de negociar rapidamente mudanças simples em asilo e lacunas legais. Isso vai consertar a Fronteira Sul, junto com a ajuda que o México está nos dando agora. Provavelmente não vai acontecer, mas vale a pena tentar. Duas semanas e a grande deportação começa!”, tuitou.

O governo planeja realizar batidas maciças em grandes cidades norte-americanas para deter imigrantes ilegais, que poderão ser expulsos do país. O processo, no entanto, foi suspenso ontem por Trump para que, segundo ele, parlamentares dos dois principais partidos do país: democratas(oposição) e republicanos (situação) encontrem uma “solução” para os problemas de asilo na fronteira sul.

O anúncio de Trump foi feito logo após a presidente da Câmara de Representantes, Nancy Pelosi, democrata, ter dito que o terror será injetado no país.

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18 operários morrem em queda de prédio no Camboja

O edifício pertencia a chineses e estava quase pronto, faltando cerca de 20% das obras

ubiie Redação

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Ao menos 18 corpos e 24 feridos já foram resgatados dos escombros de um prédio em construção que desmoronou na cidade de Sihanoukville, no sudoeste do Camboja. Segundo a agência de notícias local Fresh News, equipes de resgate continuam vistoriando o local do acidente e o primeiro-ministro, Hun Sen, chegaram ao local neste domingo (23) a noite.

O edifício pertencia a chineses e estava quase pronto, faltando cerca de 20% das obras. As autoridades vão investigar a razão do desmoronamento. Quatro chinês foram detidos para prestar depoimento: um dos donos do prédio, o engenheiro responsável pelo projeto de construção e um empreiteiro. O proprietário do terreno, cambojano, também está detido.

De acordo com a rede de notícias japonesa NHK, o prédio estava sendo construído em uma região de forte apelo turístico, onde vários hotéis e prédios residenciais estão sendo erguidos, atraindo mão de obra de todo o país. Autoridades locais suspeitam de que a construção era ilegal e que o proprietário chinês ignorou as ordens para paralisar as obras.

Por meio de redes sociais, o primeiro-ministro Hun Sen pediu que a população do Camboja ajude as famílias das vítimas com doações. De acordo com a Fresh News, ontem, o premier anunciou a doação de U$ 10 mil para a família de cada um dos mortos, e US$ 1.250 para os feridos, além de tratamento grátis.

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