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Mistério

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Mulher ‘ressuscita’ dentro de gaveta do necrotério na África do Sul

Uma mulher acordou dentro da gaveta refrigerada de um necrotério algumas horas depois de ter sido declarada morta, reporta o jornal Daily Mirror.

ubiie Redação

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Em consequência de um acidente de carro na cidade de Joanesburgo, na África do Sul, a mulher, cujo nome não foi revelado, sofreu ferimentos graves na cabeça. Os paramédicos da ambulância que a atenderam alegaram que a vítima estava morta.

A mulher foi encontrada pelos funcionários do necrotério que anotavam os dados sobre os corpos. Ao puxar a gaveta onde o corpo estava, perceberam que a mulher estava respirando.
“Os paramédicos são treinados para diagnosticar a morte, e não nós. Ninguém espera abrir o refrigerador [do necrotério] e encontrar uma pessoa viva. E se começássemos a autópsia e a matássemos?”, exclamou um dos funcionários.

Agora a mulher “ressuscitada” está recebendo os devidos cuidados. A gerência do hospital começou a investigar as circunstâncias do incidente.

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Mistério

Asteroide ou vulcões? Paleontólogos expõem quem foi o ‘assassino’ dos dinossauros

Erupções vulcânicas do planalto de Decã, na Índia, presumivelmente relacionadas com a extinção dos dinossauros, começaram quase simultaneamente com a queda do asteroide na península de Iucatã (México), o que explicaria mais uma vez sua “culpa” no desaparecimento da fauna no período Mesozóico, segundo cientistas.

ubiie Redação

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“Agora podemos dizer com grande certeza que as erupções vulcânicas ocorreram cerca de 30-50 mil anos antes da queda do asteroide, ou logo após este cataclismo”, disse Paul Renne, da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA), em um artigo publicado na revista Science.

“Em outras palavras, isso aconteceu quase simultaneamente. Esta descoberta confirma que o “acidente espacial” prolongou e aumentou o derramamento de magma”, continuou.

Queda do asteroide

A maioria dos paleontologistas e geólogos acredita que a última extinção em massa de animais na Terra, que ocorreu há 65,5 milhões de anos, foi causada pela queda de um asteroide que formou a gigante cratera de Chicxulub, com cerca de 300 quilômetros, no fundo do mar ao largo da costa do sul do México.

A queda do asteroide é inegável, mas seu papel na extinção dos dinossauros e répteis marinhos continua sendo objeto de debate.

Em 1989, o renomado paleontólogo Mark Richards sugeriu que a razão para o seu desaparecimento foi o derrame maciço de magma no local do atual planalto indiano de Decã, que ocorreu mais ou menos na mesma época.

Recentemente, os cientistas encontraram indícios de que as ondas sísmicas que surgiram após a colisão entre o asteroide e a Terra “acordaram” os vulcões. Suas emissões, segundo alguns geólogos, ampliaram as consequências do impacto do asteroide e mataram grande parte da fauna marinha.
Duas equipas de geólogos e geoquímicos tentaram resolver este problema calculando a idade dos depósitos vulcânicos em diferentes pontos do planalto, utilizando dois métodos de datação diferentes que detectam a presença de urânio e outros isótopos instáveis de vários elementos nas rochas. Esse método torna possível determinar o tempo de erupções vulcânicas com precisão.

Rastro do assassino

Os cientistas analisaram os minerais expelidos pelos vulcões através de medições e obtiveram resultados que indicaram que as erupções vulcânicas no planalto Deccan realmente começaram aproximadamente ao mesmo tempo que a queda do asteroide. Por outro lado, o seu papel na extinção tornou-se agora ainda mais obscuro devido ao período de tempo em que as suas erupções atingiram o pico, bem como às diferenças nas medições dos cientistas.

Descobriu-se também que a maioria dos fluxos de magma ocorreu após a queda do asteroide, representando cerca de 70% do volume total de todas as rochas, segundo os cálculos de Renne e sua equipe.

Essa descoberta põe em dúvida a teoria de Richards e sugere que os vulcões não foram os principais “assassinos” dos dinossauros, mas estiveram ativamente envolvidos na destruição da flora e fauna do período Mesozoico.

As análises de datação também sugerem que os vulcões no planalto de Decã irromperam de forma episódica. No total, os cientistas contaram quatro grandes “surtos” de vulcanismo, um dos quais ocorreu cerca de algumas dezenas de milhares de anos antes da queda do asteroide.
Naquela época, o nível geral de atividade vulcânica dobrou, o que deveria ter tido um impacto extremamente negativo sobre o clima do planeta, elevando a possibilidade de extinção em massa dos habitantes da Terra, escrevem os pesquisadores. Dessa forma, os vulcões teriam sido tão responsáveis pelo cataclismo quanto o asteroide.

Futuras escavações na Índia mostrarão qual dessas teorias está mais próxima da verdade e revelarão quem foi o verdadeiro assassino dos dinossauros, répteis marinhos e outros seres vivos da era mesozoica.

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Apocalipse à vista? Cientistas calculam datas de um provável fim do mundo

A humanidade corre o risco de ser extinta devido à coalizão da Terra com um corpo celeste, a uma catástrofe natural ou tecnológica. Isso não é uma fantasia da mídia ou dos diretores de filmes de Hollywood, mas sim previsões dos cientistas.

ubiie Redação

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Embora haja diferentes opiniões sobre a data exata do fim do mundo, o único consenso parece ser que ele vai ocorrer neste século. A Sputnik apresenta três previsões científicas sobre o evento apocalíptico.

2036

Entre os possíveis eventos que poderiam levar ao fim do mundo um dos mais populares é a colisão da Terra com um asteroide.

Agora o asteroide mais preocupante para os cientistas é o Apophis, que em 13 de abril de 2029 se aproximará do nosso planeta a uma distância de 38 mil quilômetros (uma distância dez vezes menor que a existente entre a Terra e a Lua). Há uma pequena possibilidade de o asteroide entrar em uma zona perigosa de 600 metros onde o campo gravitacional da Terra mudará sua trajetória de voo. Se isso acontecer, o Apophis colidirá com a Terra em 2036.

Segundo os cientistas da Universidade Técnica Estatal Bauman de Moscou, na zona de risco, no caso de colisão do Apophis com a Terra em 2036, se encontram o Extremo Oriente russo, os países da América Central e África Ocidental.

2026

Há mais de 50 anos, o cientista americano Heinz von Foerster publicou com seus colegas um artigo onde revelou a data exata do Dia do Juízo Final – 13 de novembro de 2026. Nesse dia, a população da Terra deixará de crescer exponencialmente e tenderá ao infinito.

Para fazer os cálculos, Foerster usou dois parâmetros que determinam o destino de qualquer forma de vida: fertilidade e esperança de vida. Em 1975 o astrofísico alemão Sebastian von Hoerner levou em contra outros parâmetros, ligados à atividade humana e estabeleceu que o apocalipse chegará entre 2020 e 2050, quando a população da Terra aumentará a tal ponto que não conseguirá alimentar-se.

Os cientistas americanos, por sua vez, usaram números atuais nas fórmulas de von Hoerner e revelaram que o fim do mundo deverá acontecer não antes de 2300 e 2400 devido ao aquecimento global provocado pelas atividades humanas.

Século XXI

Em 1972 o Clube de Roma, organização informal que reúne intelectuais, cientistas e futurólogos, apresentou um relatório sobre os limites de desenvolvimento da civilização. Os autores analisaram o crescimento da população, a indústria e o consumo dos recursos não renováveis, a deterioração do ambiente e revelaram que existe uma grande possibilidade de o colapso acontecer já no século XXI, se a humanidade não mudar seu comportamento, política e desenvolvimento tecnológico.

Nos anos 1980, diversos matemáticos estabelececeram que, conhecendo o início e duração da humanidade, é possível prever quando termina. Essa hipótese se chama o “argumento do Dia do Juízo Final”. Segundo os matemáticos, se quisermos analisar um qualquer processo, o mais possível é que o façamos em meados desse processo, mas não no seu início ou no fim, ou seja, a nossa civilização está a metade do caminho e ainda teremos pela frente alguns séculos ou milénios.
Entretanto, há quem que acredite que colapso da humanidade ocorrerá já em breve. Por exemplo, o futurologista Aleksei Turchin, em seu livro “Estrutura da Catástrofe Global”, analisa diferentes métodos de cálculo da data exata do apocalipse e a maioria deles aponta que o Dia do Juízo final chegará no século XXI.

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Especialistas encontram fósseis de aranhas com 110 milhões de anos (FOTO)

O mais incrível é que estas aranhas conservadas na rocha, encontradas por paleontólogos na Coreia do Sul, ainda mantinham os olhos brilhantes.

ubiie Redação

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As aranhas fossilizadas com cerca de 2,5 centímetros foram encontradas em Jinju-si, na Coreia do Sul. O fato mais extraordinário é que seus olhos ainda brilhavam mesmo após tantos milhões de anos.


Fóssil de aranha com olhos brilhantes
© FOTO: PAUL SELDEN/UNIVERSITY OF KANSAS OFFICE OF RESEARCH

“Devido ao fato de que essas aranhas foram preservadas em estranhas manchas prateadas na rocha escura, foi imediatamente possível notar que seus olhos eram muito grandes”, afirmou Paul Selden, membro da equipe, enfatizando que se trata do chamado “tapete brilhante”, uma membrana existente dentro do globo ocular de certos animais, capaz de refletir a luz que entra nos olhos, melhorando a visão noturna dos animais.

Estes aracnídeos, de aproximadamente 2,5 centímetros de largura, viveram em nosso planeta há aproximadamente 110 milhões de anos e usavam esta capacidade da visão durante a caça noturna, segundo o estudo publicado pela revista Journal of Systematic Paleontology.

Vale ressaltar que os fósseis de aranhas são muito raros, já que os animais de corpo mole como os insetos sofrem uma decomposição rápida, por isso muito raramente ficam fossilizados como acontece com o esqueleto dos outros animais.

Segundo o pesquisador, normalmente, as “aranhas flutuavam, porém neste caso, elas se afundaram, o que as manteve longe das bactérias em decomposição”.
Além disso, as rochas onde os fósseis foram encontrados estavam cobertas com restos de pequenos crustáceos e peixes, o que sugere que uma floração de algas teria apanhado os fósseis, provocando o seu afundamento.

A descoberta dos insetos conservados na rocha ajudou os cientistas a descobrirem pela primeira vez as características anatômicas das aranhas que viveram há milhões de anos. Já os olhos em forma de canoa do aracnídeo ajudará os pesquisadores na identificação da árvore evolutiva destes insetos.

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