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Comprar o iPhone X no Rio exige mais de 316 horas de trabalho

Já em Zurique, é preciso trabalhar 38,2 horas para comprar o aparelho

ubiie Redação

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Um paulistano precisa trabalhar, em média, 52,5 minutos para comprar um Big Mac. O sanduíche exige ainda mais esforço no Rio de Janeiro, em que é preciso trabalhar 56,7 minutos para que possa ser comprado.

Em 2015, última vez em que a análise foi feita, era preciso menos da metade do tempo de quem morava em São Paulo. O Big Mac era comprado na cidade com 25 minutos de trabalho e, no Rio, com 32 minutos.

O resultado aparece em relatório do banco suíço UBS, que faz análises a cada três anos sobre o custo de vida em 77 cidades pelo mundo.

Para chegar a ele, a instituição comparou o custo médio para compra desses produtos em cada local com o salário de 15 profissões.

São Paulo e Rio aparecem entre as de maior custo de vida. A primeira tem o 60º Big Mac que demanda mais horas de trabalho e a segunda aparece na 66ª posição.

O ranking é liderado por Hong Kong, em que o Big Mac demanda apenas 11,8 minutos, seguido por Taipé (Taiwan), onde são necessários 12 minutos e Tóquio (12,2 minutos).

Na outra ponta, a cidade com o lanche mais caro, na comparação por tempo de trabalho, é Nairobi (Quênia), onde são necessários 1033,8 minutos.

IPHONE

O UBS também analisou o desempenho das cidades em relação ao trabalho necessário para comprar o iPhone X, topo de linha dos smartphones da Apple.

Nesse ranking, as cidades brasileiras ganham algumas colocações. São Paulo fica na 52ª posição, exigindo 288,7 horas de trabalho, ou seja, cerca de 36 jornadas de oito horas.

O Rio, por sua vez, fica na 57ª posição, exigindo 316 horas (39,5 jornadas). Em Zurique (Suíça), mais bem colocada no ranking, é preciso trabalhar 38,2 horas para comprar o aparelho, pouco mais do que cinco dias.

Na outra ponta, a cidade do Cairo (Egito), última da lista, exige 1.062 horas de trabalho, ou 132,75 dias, de quem quer adquirir o mesmo aparelho. Com informações da Folhapress.

Horas de trabalho

Veja o custo de Big Macs e iPhone em horas de trabalho

Big Mac (em minutos)

Hong Kong – 11,8

Taipei Taipé – 12,0

Tóquio – 12,2

Luxemburgo – 13,1

Auckland – 13,3

Zurique – 13,4

Los Angeles – 3,6

Miami – 13,9

Chicago – 14

Sidney – 14,5

São Paulo – 52,5

Rio de Janeiro – 56,7

iPhone X (em horas)

Zurique – 38,2

Genebra – 47,5

Los Angeles – 50,6

Miami – 52,3

Nicósia – 54,0

Nova York – 54,1

Chicago – 55,0

Toronto – 15,0

Montreal – 63,7

Luxemburgo – 64,5

São Paulo – 288,7

Rio de Janeiro – 316,0

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Espaço

Sonda da NASA captura som de vento e envia novas fotos de Marte

A sonda InSight conseguiu captar o som do vento na superfície de Marte e enviou uma dúzia de novas fotografias do lugar em que aterrisou, local onde analisará o interior do Planeta Vermelho. A informação foi compartilhada pela NASA.

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“Capturar este áudio foi um presente não planejado, mas uma das coisas que nossa missão se dedica é medir o movimento em Marte, e naturalmente isso inclui o movimento causado por ondas sonoras”, disse Bruce Banerdt, principal pesquisador da sonda InSight

Os sensores da sonda, que aterrissaram no planeta em 27 de novembro, captaram um som baixo causado pelas vibrações do vento, que soprou entre 16 e 24 quilômetros por hora no dia 1º de dezembro, de noroeste a sudeste.

A sonda começou a implantar seus sensores e medidores nesta semana para começar sua missão e enviou uma dúzia de fotografias para a Terra sobre como o processo estava se desenvolvendo.

O veículo robótico InSight, carregado com uma furadeira e um sismógrafo, iniciou uma missão de dois anos mapeando o interior do Planeta Vermelho, na tentativa de entender como os corpos celestes se formaram no Sistema Solar há mais de 4 bilhões de anos.

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Espaço

Mistério de Encélado: lua de Saturno pode abrigar vida em seu oceano?

Além de possuir criovulcões, gêiseres e um oceano muito antigo, o Encélado, que é uma das luas de Saturno, também oculta mistérios ainda não decifrados, afirma o especialista em Vulcanologia Experimental Robin Andrews em seu artigo publicado na revista Forbes.

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Até agora, os cientistas têm se focado no estudo do oceano do sexto maior satélite de Saturno, acreditando que possivelmente há algum tipo de vida nele, pois seu leito marítimo é semelhante ao da Terra.

Não obstante, “há muito ainda a saber sobre Encélado — seu oceano interior, seus gêiseres lançando material no espaço e até mesmo o motor que impulsiona toda essa atividade”, disse Paul Byrne, professor assistente de Geologia Planetária da Universidade Estadual da Carolina do Norte (EUA).

Uma equipe de cientistas norte-americanos, de que Byrne faz parte, tenta decifrar a evolução geológica e as características criosféricas do satélite. Para isso, precisam analisar as estrias e fendas que se estendem na superfície do Encélado, que são influenciadas por muito fatores, principalmente pelas forças gravitacionais extremas de Saturno.

Essas forças geram calor na crosta do satélite e provocam um tipo de maré geológica, o que explicaria os movimentos subjacentes do oceano e do criovulcanismo no polo sul dessa lua.

Para Mallory Kinczyk, assistente de pesquisa em Ciências Planetárias da universidade já citada, o Encélado possui uma grande atividade geológica com placas tectônicas ativas, apesar de ser pequeno em comparação com outras luas muito maiores do planeta Saturno (como Dione e Tetis).

As crateras de cerca de 7 quilômetros de diâmetro dos criovulcões do Encélado têm relação com as rachaduras que as atravessam, pois essas fissuras se ramificam ou se transformam em crateras, segundo os cientistas. É provável que a concentração de crateras sob alta pressão determine a orientação das rachaduras, porém, grande parte do mecanismo de sua formação continua sendo um mistério.

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Tecnologia

Uso de tecnologia na saúde requer maior atenção à cibersegurança

A lei trouxe segurança jurídica, mas ainda falta fortalecer a segurança dos dados em todo o processo, da triagem inicial ao prontuário médico

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Para aprimorar o uso de tecnologias da informação na prestação de serviços de saúde, faltam ao Brasil uma regulamentação para novos modelos de consulta médica, bem como atenção à cibersegurança e aos direitos fundamentais do paciente.

“Os dados estão em toda parte, sendo coletados a todo momento, e o indivíduo mal se dá conta”, afirmou Juliana Abrusio, professora da Universidade Mackenzie e especialista em direito digital.

A professora celebrou a aprovação da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, que entrará em vigor em fevereiro de 2020. “Tínhamos leis e normas voltadas à regularização de dados, mas muitas vezes eram conflitantes.”

A lei trouxe segurança jurídica, mas ainda falta fortalecer a segurança dos dados em todo o processo, da triagem inicial ao prontuário médico.

Antonio Carlos Endrigo, diretor de tecnologia da informação da APM (Associação Paulista de Medicina), reforçou a preocupação, afirmando que muitos médicos já têm o hábito de armazenar prontuários em nuvem, o que “dá um medo enorme”.

Para os debatedores, uma saída é a criação de uma autoridade nacional, figura que estava prevista na lei, mas foi vetada pelo presidente da República por questão jurídica. “Sem uma autoridade nacional, a lei fica capenga, embora isso não retire sua eficácia”, disse Juliana Abrusio.

Como devem agir órgãos do setor num momento disruptivo, em que transformações ocorrem de forma constante? Primeiro, regulamentando com celeridade práticas que já estão se consolidando, responde Ana Estela Haddad, professora associada da USP e diretora de relações institucionais da ABTms (Associação Brasileira de Telemedicina e Telessaúde).

“Com visão multiprofissional, segurança e confidencialidade no tráfego da informação, o uso adequado da tecnologia pode melhorar a entrega de serviços e fortalecer o funcionamento e a gestão da rede de atenção.”

Como exemplo, ela citou o Programa Nacional Telessaúde Brasil Redes, iniciativa do Ministério da Saúde que, em 2007, passou a oferecer ferramentas e tecnologias de informação e comunicação para profissionais da atenção básica no Brasil.

Segundo Ana Estela, nos 63% dos casos em que médicos recorreram à teleconsultoria para esclarecer alguma dúvida de clínica geral, houve mudança de conduta em 87% deles e em 64% evitou-se encaminhamento adicional.

O Brasil ainda não permite a teleconsulta, em que o contato entre médico e paciente se dá pela internet. Segundo Antonio Carlos Endrigo, diretor de tecnologia da informação da APM e defensor da medida, falta uma resolução do Conselho Federal de Medicina que estabeleça regras claras na relação médico-paciente.

Para Endrigo, o desafio para empresas e startups que produzem inteligência artificial para a área de saúde é fazer isso preservando o contato entre médico e paciente.

O debate ocorreu durante 2º fórum Saúde Suplementar, realizado pela Folha de S.Paulo nesta quarta-feira (5), em São Paulo. O evento foi patrocinado pela administradora de benefícios Qualicorp e a operadora de planos de saúde Unimed, e teve apoio da Anab (Associação Nacional das Administradoras de Benefícios) e da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar).

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