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Na Índia, mulheres evitam beber água por medo serem estupradas

Falta de banheiros leva população a fazer “necessidades” em locais afastados, onde há maior risco de ataques sexuais

ubiie Redação

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A falta de banheiros e calor extremo de algumas regiões da Índia forma uma combinação perigosa para mulheres. Diante do risco de estupro, muitas evitam beber água para não terem de defecar em locais afastados, onde há maior risco de ataques sexuais.

Este é o caso de uma menina identificada como Mona, que vive em uma favela em Nova Déli. Aos 13 anos, ela admite evitar água e restringir a ingestão de alimentos para não ir ao local destinada a fazer as “necessidades”.

“Às vezes, eu bebo menos – porque (ela estimula a produção de fezes) o local que usamos para defecar ao ar livre fica cheio de rapazes. Tenho medo de ir lá”, conta a garota, em entrevista à BBC.

Como estratégia de proteção, mulheres costumam se reunir e no início da manhã ou no fim da tarde para evitar ir sozinhas aos locais.

“Várias mulheres sofrem com comentários obscenos, perseguições e olhares de rapazes da região quando saem para defecar nessas áreas”, conta Savita, que também mora em uma favela na capital indiana. “É por isso que temos medo de ir. E sempre temos que reunir outras mulheres e pedir que elas nos acompanhem até o mato”, afirma.

O hábito é especialmente perigoso diante as ondas de calor no país. Em Nova Déli, as temperaturas passam de 40 graus no verão. O pesquisador Gulrez Shah Azhar,da RAND Corporation, dos Estados Unidos, constatou em estudo realizado em 2010 que as mulheres estavam mais vulneráveis à desidratação. “Elas se desidratam intencionalmente – e isso pode ter sérios efeitos se estiver muito quente ou se houver uma onda de calor”, afirma.

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Ator da Disney é preso por tentar estuprar adolescente de 13 anos

Stoney Westmoreland faz o avô na série Andi Mack, do ‘Disney Channel’, em que contracena com vários adolescentes e crianças

ubiie Redação

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Stoney Westmoreland foi preso em Salt Lake City, no Estado de Utah, Estados Unidos, após marcar um encontro com um suposto adolescente de 13 anos para estuprá-lo. No entanto, a vítima era, na verdade, um policial disfarçado. O ator foi preso em flagrante no local do encontro.

O artista ficou conhecido por interpretar o avô na série Andi Mack, do ‘Disney Channel’, em que ele atua com vários adolescentes e pré-adolescentes.

Em conversas interceptadas durante a investigação, Westmoreland fazia comentários de cunho sexual e pedia o envio de fotos íntimas.

Logo após a prisão do ator, o ‘Disney Channel’ emitiu um comunicado anunciando a demissão dele. “Dada a natureza das acusações e nossa responsabilidade com o bem-estar dos nossos funcionários menores de idade, nós estamos liberando-o de seu atual papel e ele não voltará a trabalhar na série, com o fim das gravações da terceira temporada marcada para a próxima semana”, diz a nota.

O site ‘The Hollywood Life’ informou que a prisão é parte de uma operação especial em parceria entre o Departamento de Polícia de Salt Lake City e a Força Tarefa de Investigação de Exploração Infantil do FBI.

Stoney Westmoreland também participou de séries como Scandal, Better Call Saul e CSI Miami.

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NYT: emissora pagou US$ 9,5 milhões para atriz se calar sobre assédio

Acordo só veio à tona porque, desde agosto, o canal de televisão vem passando por uma investigação interna proposta pela própria empresa

ubiie Redação

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A emissora americana de televisão CBS pagou à atriz Eliza Dushku a quantia de US$ 9,5 milhões (ou o equivalente a R$ 37,1 milhões) em um acordo para que ela não se manifestasse sobre acusações de assédio sexual de que teria sido vítima. As informações são do jornal The New York Times.

Segundo a publicação, a atriz de “Buffy: A Caça Vampiros” foi contratada em 2017 para aparecer em três episódios da série “Bull”, exibida no horário nobre na grade da CBS. Durante as filmagens, o ator principal da atração, Michael Weatherly, teria feito comentários sobre a aparência de Dushku, além de proferir piadas sobre estupro e sugerir sexo a três. Após confrontá-lo, ela teria sido dispensada da série.

Num processo interno e confidencial na CBS, a emissora ofereceu os US$ 9,5 milhões -quantia equivalente ao que ela teria recebido caso permanecesse no elenco de “Bull” por quatro temporadas.

O acordo só veio à tona porque, desde agosto, o canal de televisão vem passando por uma investigação interna proposta pela própria empresa. Um escritório de advocacia foi contratado para examinar acusações de assédio movidas contra Leslie Moonves, ex-presidente da CBS.

Moonves, que deixou o cargo em setembro após 15 anos, enfrenta queixas de pelo menos 12 mulheres que trabalharam com ele.

Segundo o relatório dos advogados, a que o New York times teve acesso, o caso de Dushku é “emblemático” de problemas em todos os níveis da CBS.

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Jovem italiana ‘sobreviveu’ a três atentados terroristas

Ela estava em Paris, Bruxelas e Estrasburgo nos dias de ataques

ubiie Redação

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A italiana Giorgia Ranzato comemorou nesta quarta-feira (12) seus 25 anos. Motivos para festa não faltam: ela já “escapou” de três atentados terroristas na vida, sendo que o último deles ocorreu em Estrasburgo, na França na última terça-feira (11).

O primeiro caso foi em janeiro de 2015. Ranzato havia acabado de chegar a Paris, onde iniciaria um programa de intercâmbio. Ao chegar ao apartamento em que iria morar, soube do ataque à redação do jornal satírico francês “Charlie Hebdo”, que foi invadido por terroristas que mataram 12 pessoas.

A jovem também estava em Bruxelas em 2016, quando a cidade foi atingida por três explosões reivindicadas pelo grupo jihadista Estado Islâmico. O atentado causou 35 mortes. “Eu estava na cidade havia apenas dez dias, para um estágio na União Europeia. Naquela manhã, minha prima estava vindo do aeroporto, chegando em casa para a Páscoa. Uma das duas bombas explodiu e ela se salvou por pouco. Eu ainda estava em casa quando soube que ela estava bem”, disse a jovem ao jornal italiano “Corriere della Sera”.

“Mesmo assim, eu pensei que era seguro pegar o metrô para chegar ao meu escritório. Estava na zona de Maelbeck [estação onde ocorreu uma das explosões] e estava descendo as escadas do metrô quando um telefonema me fez parar: era a explosão de uma terceira bomba, após as duas anteriores no aeroporto e no metrô. Se tivesse descido, teria arriscado ser atingida. Em duas estações, estaria lá”, relata.

Giorgia Ranzato trabalha atualmente em Estrasburgo na França, local de um atentado a tiros na última terça-feira (11) em um mercado de Natal, que terminou com a morte de três pessoas. “Às 20h, estávamos em uma reunião e, por ironia, o tema do grupo de social-democratas era terrorismo. A reunião foi interrompida por uma deputada que deu a noticia de que o ataque estava em curso.

As operações começaram com a evacuação de todos os deputados, escoltados pela polícia nos carros do Parlamento, depois os funcionários e assistentes foram retirados. Cheguei à casa em que me hospedava às 4 da manhã”, descreve.

“Na noite seguinte, pensei: ‘agora chega, não é possível!’ Mas estou completamente convencida que não se pode viver com medo. Não são coisas previsíveis, então é inútil ficar preso em casa. Tudo bem que foi a terceira vez…”, brinca.

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