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Dois passageiros são feridos por bala perdida na Central do Brasil

A Supervia informou ainda que “apura as circunstâncias da ocorrência e está à disposição das autoridades para contribuir com a elucidação do caso”

ubiie Redação

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Dois passageiros que aguardavam lado a lado a partida de trens na estação Central do Brasil, no centro do Rio de Janeiro, foram atingidos por uma bala perdida, por volta das 17h15 dessa sexta-feira, 29. Nenhum deles corre risco de morte. Até as 20 horas a polícia não havia identificado de onde partiu o tiro. Aparentemente a mesma bala feriu os dois passageiros, mas só a perícia deve confirmar isso.

Segundo a Polícia Militar, os dois passageiros – um homem e uma mulher – estavam dentro de um trem no ramal Saracuruna, na plataforma 12, aguardando a partida. A técnica de contabilidade Ivanilda Ribeiro, de 41 anos, foi atingida em um tornozelo. Leomar Prudêncio, de 39 anos, que ocupava um banco ao lado, ficou ferido em um joelho. Eles receberam os primeiros socorros de equipe da SuperVia, concessionária responsável pelos trens, em seguida foram atendidos por bombeiros e depois levados ao Hospital Municipal Souza Aguiar, onde estavam até as 20h. Não havia detalhes do estado de saúde deles.

Segundo a concessionária, a circulação dos trens não foi afetada. A Supervia informou ainda que “apura as circunstâncias da ocorrência e está à disposição das autoridades para contribuir com a elucidação do caso”. A favela mais próxima da Central do Brasil fica no morro da Providência, mas não havia operação policial nem houve registro de tiroteios nesse local durante a tarde desta sexta-feira.

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Brasil

Mulher recebe rim do marido em pote após cobrar resultado de exame

A mulher foi cobrar o resultado de uma biópsia e depois de várias tentativas mal sucedidas acabou recebendo o rim do marido em um pote de plástico

ubiie Redação

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A espera de quatro meses pelo resultado de uma biópsia no rim de seu marido levou na última quarta-feira (17) a costureira Maristher Fukuoka, de 56 anos, ao Hospital Municipal Raul Sertã, em Nova Friburgo, para cobrar providências. Após discutir com funcionários da unidade, a autônoma teve a confirmação de que o exame ainda não tinha sequer sido realizado e recebeu de volta o rim que havia sido removido de seu marido. O órgão estava armazenado em uma garrafa plástica, que ainda tinha um rótulo de “polpa de maracujá”.

Maristher conta que seu marido, o mecânico Sebastião Mory, de 62 anos, sofre com dores nos rins desde o início do ano e chegou a ficar internado em março, quando teve o órgão retirado no dia 20. Segundo médicos, o rim tinha um tumor, e a biópsia esclareceria se o caso era maligno ou benigno.

A partir da alta, Maristher voltou ao hospital periodicamente para saber o resultado, mas era sempre informada de que o exame não estava pronto. Seu marido continuava a sofrer de dores no rim e estava sendo medicado apenas com analgésicos.

No último dia 14, um funcionário revelou a ela por telefone que nenhum exame estava sendo feito por falta de profissionais. Segundo esse funcionário, o rim não tinha sido levado ao laboratório, apesar de os registros do hospital apontarem que ele tinha sido levado ao Rio de Janeiro em 23 de março.

Indignada, ela voltou ao hospital na última quarta-feira. “Falei alto, comecei a ficar revoltada e fiz um escândalo que não sei como consegui fazer. Não sei de onde tirei forças”, conta ela, que ainda se sentou no chão e esperou que alguma providência fosse tomada. Funcionários do hospital continuavam a dizer que o órgão tinha sido levado para a biópsia, o que ela rebateu. Para sua surpresa, após muita cobrança, uma funcionária do hospital entregou a ela a garrafa plástica com o rim de seu marido e disse o nome de três laboratórios privados que ela poderia procurar por si mesma.

“Saí do hospital e fiquei muito nervosa andando com aquilo na rua. Não sabia onde levar”, conta ela, que foi andando com o marido até um dos laboratórios. “Fui eu e meu marido com aquele pote pela rua, perguntando pelo laboratório que eu nem sabia onde era. Fomos perguntando”.

O exame no laboratório particular custou 600 reais e Maristher e Sebastião ainda aguardam o resultado, que deve ficar pronto até 14 de agosto. A costureira conta que já tem um advogado para processar o hospital municipal.

Procurada, a Prefeitura de Nova Friburgo reconheceu problemas na realização de biópsias no hospital. “O Hospital Municipal Raul Sertã está com uma demanda reprimida na realização das biópsias devido ao desligamento do profissional que, até então, realizava o serviço. Tão logo possível, a Municipalidade providenciou a contratação de um novo profissional (que já está atuando) para efetuar este tipo de procedimento. Sendo assim, a tendência é que, em breve, este tipo de serviço esteja normalizado na unidade”, diz o município.

A prefeitura também afirmou que as peças de biópsia “são normalmente armazenadas em recipientes plásticos comuns, após serem devidamente higienizados e esterelizados”. “A respeito do rótulo no recipiente, em que consta escrito “polpa de maracujá”, será instaurado um inquérito administrativo para identificar os responsáveis e aplicar as sanções cabíveis”.

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Política

Bolsonaro: ‘Daqueles governadores de ‘Paraíba’, o pior é do Maranhão’

O presidente criticou Flávio Dino (PCdoB) e orientou o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni a “não dar nada” a ele

ubiie Redação

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O presidente Jair Bolsonaro criticou nesta sexta-feira, 19, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), e orientou o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, a “não dar nada” a ele. A conversa foi captada por microfones segundos antes de Bolsonaro sentar à mesa com jornalistas de veículos estrangeiros, recebidos em café da manhã no Palácio do Planalto.

“Daqueles governadores de ‘paraíba’, o pior é o do Maranhão. Não tem que ter nada para esse cara”, afirmou o presidente, sem saber que estava sendo gravado. Procurados, o Palácio do Planalto e a Casa Civil não quiseram comentar o episódio.

O áudio foi captado pela TV Brasil, emissora pública ligada ao governo, que transmitiu o café da manhã na íntegra. Há trechos inaudíveis da conversa e não é possível entender o contexto.

Em carta divulgada na noite desta sexta, governadores do Nordeste consideram a fala uma forma de retaliação. Em nota distribuída pela assessoria de Dino, eles afirmam que receberam “com espanto e profunda indignação a declaração do presidente da República transmitindo orientações de retaliação a governos estaduais, durante encontro com a imprensa internacional”.

“Nós governadores do Nordeste, em respeito à Constituição e à democracia, sempre buscamos manter produtiva relação institucional com o Governo Federal. Independentemente de normais diferenças políticas, o princípio federativo exige que os governos mantenham diálogo e convergências, a fim de que metas administrativas sejam concretizadas visando sempre melhorar a vida da população”, diz a nota.

Em sua rede social, Dino sugere que Bolsonaro cita Paraíba para se referir a todos os nordestinos, o que não fica claro no trecho em que é possível ouvir a conversa. O termo “paraíba” é uma forma pejorativa usado principalmente no Rio para se referir a migrantes nordestinos.

“Parece chamar todos os nordestinos de “paraíba” e me ameaça, com estranha raiva. Lamento e espero explicações, pois isso é algo realmente inédito e incompatível com a Constituição”, diz o governador do Maranhão.

Bolsonaro tem viagem prevista para o Nordeste na próxima semana. Ele participará da inauguração de um aeroporto em Vitória da Conquista, na Bahia.

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Política

Carlos Bolsonaro critica evento feito por porta-voz

O filho do presidente voltou a criticar integrantes do governo

ubiie Redação

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O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, voltou ontem ao Twitter para criticar integrantes do governo. Na rede social, Carlos disse que os eventos que têm reunido o presidente e jornalistas durante café da manhã são usados pela imprensa para “prejudicá-lo”. A agenda é organizada pela equipe do porta-voz da Presidência, general Otávio do Rêgo Barros, e já foi alvo de críticas públicas do secretário especial de Comunicação Social, Fabio Wajngarten.

“Por que o presidente insiste no tal café da manhã semanal com ‘jornalistas’? Absolutamente tudo que diz é tirado do contexto para prejudicá-lo. Sei exatamente o que acontece e por quem, mas não posso falar nada porque senão é ‘fogo amigo’. Então, tá, né?! O sistema não parará!”, publicou o vereador, depois do primeiro encontro do presidente com correspondentes estrangeiros.

O café da manhã tem sido realizado desde fevereiro, em geral às sextas-feiras. Wajngarten não participa. O porta-voz, sim, inclusive dividindo a mesa com o presidente, ministros palacianos e os jornalistas. Ontem, correspondentes de veículos de imprensa estrangeiros participaram do encontro.

No fim de maio, o chefe da Secom fez críticas públicas ao encontro e disse que ainda pretendia corrigir equívocos na comunicação. “Esses cafés da manhã, que eu herdei, não participei de nenhum ainda, a gente poderia otimizar e diminuir o quórum para o presidente ter contato mais próximo com todos os jornalistas. Entendo que fazer um café da manhã com 12, 14 jornalistas fica muito vazio, não dá para ele interagir e as pautas não têm objetivo”, afirmou Wajngarten durante audiência no Senado.

O gabinete do porta-voz assumiu a liderança dos encontros por um vácuo na Secretaria de Imprensa do Planalto. Procurado, Rêgo Barros não quis se manifestar sobre a postagem de Carlos.

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