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Esquemas fraudulentos no WhatsApp: como trapaceiros lucram com aplicativo?

Analistas da empresa ESET revelaram esquema fraudulento que está trazendo lucros para trapaceiros no WhatsApp através de sites falsos, de acordo com comunicado recebido pelo portal Lenta.ru.

ubiie Redação

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Usuários do WhatsApp estão recebendo mensagem sobre premiação de produtos graças ao aniversário de marcas. Para receber o presente, é necessário clicar no link enviado. O endereço da página normalmente é uma cópia quase idêntica à marca original de roupas ou de calçados.

Depois de o usuário entrar no site falso, o algoritmo analisa o tamanho da tela e formato da imagem para se assegurar que a vítima está usando um smartphone. Os ladrões precisam disso para detectar a localização e o redirecionamento para a página criada especialmente para um país. Especialistas notam que do computador o acesso ao portal será impedido.
Os trapaceiros propõem ao usuário que preencha um questionário para passar por uma “seleção” e compartilhe o link com amigos (solução positiva não depende das respostas). Depois é preciso enviar um pedido para receber o prêmio que vai custar nada mais nada menos do que um dólar, mas é aí que o usuário cai na armadilha, pois é nessa hora que ele precisa preencher todos os requisitos para completar pagamento de US$ 1.

A vítima passa sem querer a ser um usuário da versão Premium do serviço, que perde a validade depois de uma semana, ou seja, deve-se renovar inscrição. Como o sistema já tem os dados para pagamento, é automaticamente descontada do cartão da vítima uma quantia de US$ 49,99 (R$ 193).

Especialistas em cibersegurança aconselham sempre examinar com cuidado o conteúdo das mensagens, bem como verificar a informação sobre propostas de publicidade em outros sites.

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Desconfia que o seu WhatsApp tenha sido clonado? Tire a prova

Dicas simples te ajudam a verificar se alguém mais está usando o seu mensageiro e a se proteger

ubiie Redação

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Mesmo o WhatsApp não funcionando em dois celulares ao mesmo tempo, foram identificadas algumas brechas que podem ser aproveitadas por pessoas mal-intencionadas. Com acesso ao smartphone ou ao chip do telefone e, consequentemente, ao QR code do WhatsApp, pode ser que alguém esteja visualizando as suas conversas pessoais.

Confira algumas dicas simples do site ‘TechTudo’ para tirar a prova e se proteger.

1. Verificar atividades desconhecidas em sua conta: fique atento a mensagens que não se lembra de ter enviado e estão no seu celular, além de verificar se conversas que você ainda não abriu constam como lidas. Isso pode significar que a sua conta está ativa em outro dispositivo. Vale lembrar que falhas pontuais podem ocorrer no app.

2. Sessão ativa no WhatsApp Web: é possível verificar se a sua conta está logada em algum computador. Na opção de “Ajustes” do app, vá para a opção “WhatsApp Web/Desktop” e verifique quais aparelhos estão com sessões ativas. Se alguma movimentação for estranha, clique em “Sair de todas as sessões”. Assim, todos os dispositivos conectados serão removidos.

3. Aplicativos espiões: alguns apps espiões, disponíveis principalmente para Android, permitem que pessoas mal-intencionadas tenham acesso às ligações e mensagens do seu celular, incluindo do WhatsApp. Como é necessário ter acesso físico ao smartphone para instalar o app, fique atento às movimentações suspeitas e softwares desconhecidos armazenados no aparelho.

Para se proteger, você também pode:

– Ativar a verificação em duas etapas nas configurações da conta do WhatsApp;

– Não instale apps de fontes desconhecidas ou não autorizadas e evite usar o mensageiro em versões “turbinadas”, como o GB WhatsApp ou Yo WhatsApp. Procure baixar os aplicativos sempre na Google Play Store ou App Store;

– Não conecte o celular em Wi-Fis desconhecidos;

– Para iPhone (iOS), é possível fazer o bloqueio por meio do Touch ID (impressão digital) no WhatsApp. A atualização está disponível para iPhone 5S e modelos superiores (até iPhone 8 e 8 Plus). Nos iPhones X, XS, XS Max e XR, a proteção é feita com reconhecimento facial;

– Evite compartilhar o celular com estranhos e deixar o aparelho sem vigilância;

– Instale um app para colocar senha no WhatsApp. Assim, se alguém tentar acessar o mensageiro, precisará colocar a senha do app, além do bloqueio normal do celular;

– Se o seu WhatsApp já estiver hackeado, pode desativar a conta enviando um e-mail para support@whatsapp.com.

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Conheça o primeiro aplicativo do mundo criado para os amantes de queijo

Criado pelo brasileiro Zeno Rocha, o Le Cheese está disponível gratuitamente para iPhone (iOS) na App Store e para Android na Play Store

ubiie Redação

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Antes dos impérios e das realezas existentes mundo afora, da cerâmica, da escrita, das ferramentas de metal e das armas, já existia o queijo.

Segundo historiadores, a fabricação de queijos começou em 7000 a.C., num legado quase tão antigo quanto a nossa civilização. Hoje, são produzidos aproximadamente 22 bilhões de quilos de queijo por ano, distribuídos e consumidos em todo o canto da planeta.

Mas mesmo com toda essa história, às vezes é difícil encontrar informações sobre determinados tipos de queijo. Talvez você já tenha ficado sem saber qual queijo escolher diante de uma prateleira de supermercado com demasiadas opções. Ou, por exemplo, sentiu vontade de saber mais sobre aquele queijo que comeu no restaurante ou na casa de amigos.

Pensando nisso, um desenvolvedor brasileiro decidiu criar um aplicativo que reúne informações acerca de mais de 1.800 queijos do mundo inteiro. Trata-se do Le Cheese. Neste app, você pode conhecer a história, origem e sabor de cada queijo. Além disso, é possível adicionar um queijo novo ao banco de dados, dar sua nota para os queijos que já provou e criar uma lista personalizada com os queijos de sua preferência.

“Nossa missão é catalogar todos os queijos que existem no mundo. Isso é algo que nunca foi feito antes, mas tenho certeza que juntos é possível.” diz Zeno Rocha, fundador do Le Cheese.

O amor por queijos começou cedo na vida do curitibano Zeno, que, ainda criança, já apreciava os queijos que seu avô trazia do interior do Paraná, estado que fica no Sul do Brasil. Com o passar do tempo, ele seguiu carreira como desenvolvedor de software mas nunca deixou essa paixão gastronômica de lado.

Há poucos meses, Zeno e sua esposa começaram a visitar uma queijaria perto da casa onde vivem em Los Angeles, na Califórnia, nos Estados Unidos. A constante curiosidade em experimentar novos sabores e a dúvida sobre o melhor tipo acabou despertando nele o desejo de criar o Le Cheese.

“Na hora de escolher qual o melhor queijo para comprar no meio de uma prateleira cheia, nós sempre ficamos em dúvida e muitas vezes não tomamos a decisão certa.” acrescenta Zeno.

Com a possibilidade de pesquisar e ver as recomendações de outros usuários do aplicativo, você pode tomar uma decisão mais informada. Seja você um expert ou apenas um apreciador, não deixe de conferir esse delicioso aplicativo.

Le Cheese está disponível gratuitamente para iPhone na App Store e para Android na Play Store. Você também pode acompanhar dicas de queijo seguindo o perfil do Instagram

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Google e Apple se recusam apagar app que ‘ajuda’ a controlar mulheres

Google afirma que o aplicativo não viola os termos de serviço

ubiie Redação

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O Google se recusou a remover da sua app store um aplicativo do governo saudita que permite aos homens localizarem suas mulheres e controlarem se podem viajar ou não. Segundo o site Business Insider, a empresa reviu o app – chamada Absher – e chegou à conclusão de que não viola os termos e condições, podendo permanecer disponível na Google Play.

A decisão foi comunicada pelo Google ao escritório da representante democrata da Califórnia, Jackie Speier, que em conjunto com outros membros do Congresso, escreveu ao CEO da empresa, Sundar Pichai, e ao CEO da Apple, Tim Cook, apelando a que o serviço fosse removido.

Foi ainda pedido às empresas que explicassem até 28 de fevereiro porque ainda mantinham o app nas lojas. Na mensagem enviada, a representante e outras 14 mulheres afirmavam que ao manterem o app disponível, asm empresas estavam a ser “cúmplices da opressão sofrida pelas mulheres sauditas”.

A Apple comunicou na última quinta-feira (28) ao gabinete de Speier que o app Absher ainda estava disponível na sua Store.

As respostas foram seguidas por uma declaração da representante dando conta de que “as justificativas recebidas até agora da Apple e do Google” eram “profundamente insatisfatórias” e que iam continuar acompanhando a situação.

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