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Torcedores estrangeiros estão fazendo a festa em sex shops da Rússia

Quando não conseguem conquistar mulheres russas, alguns torcedores estrangeiros acabam indo ao sex shop. Mesmo que consigam conquistá-las, vão da mesma forma. Diretor de desenvolvimento da companhia Kazanova 69 (rede de lojas em Ekaterinburgo e Moscou), Dmitry Schepin, contou à Sputnik França segredos de torcedores estrangeiros.

ubiie Redação

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Segundo ele, os torcedores estrangeiros frequentam com frequência suas lojas, pois a Copa também “tem a ver com amor, emoções, relações e coragem”.

Ele detalhou em entrevista à Sputnik França que os compradores são bem diferentes. Alguns só olham os produtos e outros compram “para depois” por não ter tais coisas na pátria.
Em especial, ele contou que os peruanos bebem um café excitante, que os japoneses frequentam o museu erótico e que os egípcios e sauditas podem passar horas escolhendo os produtos.

Peruanos e japoneses estão comprando ativamente masturbadores, o que significa que “os valores das nossas belezas estão a alto nível”, opina o diretor.

Ele até acha que muitos estrangeiros chegaram à Rússia para ver de perto as russas que são “as mais belas”.

Ele conclui dizendo que os homens estrangeiros são um mistério para as mulheres russas que sabem de cor o caráter dos homens russos. Por isso, aconselha: “Garotas russas, escolham com coração para amar e formar família!”

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Funcionária pede para idoso sair de local para não assustar clientes

A filha de Kirby ficou indignada com o ocorrido e fez um post nas rede sociais

ubiie Redação

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Um idoso de 65 anos foi convidado a se retirar de uma lanchonete na Carolina do Sul, EUA. A gerente do estabelecimento teria afirmado que o homem estaria assustando os clientes devido a sua aparência, e pediu para que ele cobrisse o rosto ou fosse embora. Kirby Evans, venceu um câncer de pele há sete anos e acabou ficando com algumas sequelas devido a doença, segundo informou a ‘ABC News 4’.

“Como uma pessoa pode comer alguma coisa com o rosto coberto?” afirmou o idoso que passou por cirurgia para retirar parte do nariz e do olho esquerdo devido a doença.

A filha de Kirby ficou indignada com o ocorrido e fez um post nas rede sociais denunciando o tratamento que o pai teria recebido no estabelecimento.

Após a postagem que se tornar viral, uma mulher identificada como a gerente do restaurante afirmou que não abordou o idoso na frente dos outros clientes.

“Eu não vejo absolutamente nada de errado com o que eu fiz”, comentou ela na rede social.

Depois do ocorrido Kirby afirmou que a gerente realmente fez o pedido em uma sala separada, mas considerou a situação ‘himulhante’, e contou que deixou o estabelecimento chorando.

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Trump defende continuação da venda de armas à Arábia Saudita

Apesar da crescente pressão dos congressistas para o reino ser punido devido ao desaparecimento de um jornalista

ubiie Redação

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu, nessa quinta-feira (11), a continuação da venda de armas à Arábia Saudita, apesar da crescente pressão dos congressistas para o reino ser punido devido ao desaparecimento de um jornalista.

Com vários senadores pressionando a aplicação de sanções, com base numa lei de direitos humanos, e também questionandfo o apoio norte-americano à campanha de bombardeamento no Iémen, liderada pelos sauditas, Trump parece relutante em abalar uma relação que tem sido fundamental para a sua política externa no Médio Oriente.

Em particular, o republicano afirmou que suspender a venda de armas aos sauditas iria prejudicar a economia norte-americana.

“Não gosto de interromper quantidades massivas de dinheiro que estão a ser colocadas na nossa economia. Eles [os sauditas] estão gastando 110 mil milhões de dólares [R$ 377 milhões] em equipamento militar”, disse Trump, referindo-se à proposta de venda de armas anunciada em maio de 2017, quando visitou a Arábia Saudita, na sua primeira visita ao estrangeiro enquanto presidente.

O presidente norte-americano reforçou o seu argumento, adiantando que os sauditas poderiam comprar as armas aos russos ou chineses, se tivessem problemas para comprar aos EUA.

Trump manteve o discurso de que o país está sendo”muito duro” no caso de Jamal Khashoggi, exilado nos EUA. A suspeita é que ele tenha sido assassinado. O jornalista, um crítico do regime de Riade e colaborador The Washington Post, está desaparecido desde o dia 2 de outubro.

Nesta data, entrou no consulado saudita em Istambul, na Turquia, para tratar de documentação para se casar, com a sua namorada à espera no exterior, e nunca mais foi visto.

Dirigentes turcos afirmaram que receiam que os sauditas tenham morto e desmembrado Khashoggi, mas só ofereceram como prova uma gravação vídeo da entrada do jornalista na instalação diplomática e a chegada à Turquia do que descreveram como um grupo de 15 sauditas para alegadamente o atacarem.

A Arábia Saudita negou as acusações, considerando-as “sem fundamento”.

Em Istambul, a imprensa turca assegurou que aquele grupo de 15 sauditas incluía guardas, agentes dos serviços de informações, soldados e um perito em autópsias.

A revelação destes detalhes, juntamente com comentários do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, parece destinada a pressionar a Arábia Saudita a revelar o que aconteceu, se bem que também considerando a necessidade de manter investimentos sauditas na Turquia e salvaguardar as relações bilaterais.

Questionado na Casa Branca, Trump respondeu aos jornalistas que “se a situação [de Jamal Khashoggi] se revelar tão má quanto pode ser, de certeza que existem outras formas de lidar com a situação” além de cancelar a venda de armas, mas não precisou.

Antes, dissera no programa televisivo ‘Fox & Friends’, que os EUA “tinham lá investigadores e estavam trabalhando com a Turquia” e a Arábia Saudita no caso, mas também não deu qualquer prova, nem desenvolveu.

Entretanto, há uma clara e crescente separação entre muitos congressistas, que querem uma ação mais vigorosa, e Trump.

Mesmo antes do desaparecimento de Khashoggi, os congressistas têm criticado o governo saudita. Alguns não acreditam nos seus desmentidos de práticas condenáveis e contestam que não haja vídeos do consulado que mostrem Khashoggi, que no último ano tem vivido em autoexílio no estado da Virgínia.

“Há uma sensação de que têm direito a tudo. Odeio usar a palavra arrogância, que me vem quando se lida com eles [sauditas]”, afirmou o senador republicano Bob Corker, que preside à comissão senatorial dos Negócios Estrangeiros.

“Parte disto pode ser porque têm uma relação incrivelmente próxima com o Governo” de Trump, admitiu.

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Alemanha vai extraditar assassino de jornalista búlgara

O tribunal de Celle, na Baixa Saxónia, indicou que o suspeito não se opôs à extradição que pode ocorrer “nos próximos dez dias”

ubiie Redação

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O assassino da jornalista búlgara detido na Alemanha vai ser extraditado “em breve” para a Bulgária. Identificado como Severin Krasimirov, ele admitiu ter agredido Viktoria Marinova, disseram, nesta sexta-feira (12), fontes judiciais alemãs. O tribunal de Celle, na Baixa Saxónia, indicou que o suspeito não se opôs à extradição que pode ocorrer “nos próximos dez dias”.

Segundo o tribunal, o homem de 20 anos reconheceu que discutiu com a vítima no último sábado (6), quando se encontrava sob efeito de álcool e drogas, tendo admitido que agrediu a jornalista “com um soco na cara”.

De acordo com o depoimento que prestou perante a justiça alemã, o agressor disse também que depois “arrastou a jovem” para junto de um arbusto, mas, conforme fontes, ele “não teve intenção de agredir a vítima e negou que a tenha violado”.

Krasimirov, cidadão de origem búlgara, cujo DNA foi encontrado no local do crime, foi detido na Alemanha graças a um mandado de prisão europeu. Na quarta-feira (10), o procurador-geral búlgaro disse aos jornalistas que a linha de investigação estava explorando um “ataque espontâneo e abuso sexual da vítima”.

Morte revolta búlgaros e categoria

A morte da jornalista Viktoria Marinova, 30 anos, apresentadora da estação TVN, uma televisão local, provocou uma vaga de indignação e notícias que indicam que se tratou de um ajuste de contas por causa do trabalho que estava investigando sobre possíveis atos de corrupção cometidos por empresários e políticos.

O vice-presidente da Comissão europeia, Frans Timmermans referiu que se “tratava de uma jornalista corajosa vítima da luta pela verdade e contra a corrupção”.

Por outro lado, o primeiro-ministro búlgaro, Boiko Borissov, denunciou na quarta-feira que as conclusões foram apressadas. “Em apenas três dias já li coisas monstruosas sobre a Bulgária”.

Em um relatório da organização Repórteres Sem Fronteiras, a Bulgária ocupa a 111ª posição (num total de 180) na lista mundial sobre a liberdade de imprensa.

Para a organização não-governamental, os jornalistas de investigação estão expostos a “inúmeras formas de pressão e intimidação” e enfrentam “o monopólio midiático dos oligarcas e das autoridades alegadamente envolvidas em casos de corrupção e grupos de crime organizado”.

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