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Polônia atenuará lei que pune com prisão menção a elos do nazismo

Pressionado por EUA e Israel, governo decidiu alterar a legislação sobre o Holocausto

ubiie Redação

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Pressionada pelos Estados Unidos e por Israel, a Polônia anunciou nesta quarta-feira (27) que vai atenuar a sua controversa lei sobre o Holocausto. Em um gesto inesperado, o premiê Mateusz Morawiecki pediu aos legisladores uma emenda urgente no texto original, retirando a pena de prisão de até três anos inicialmente previstas.

A Polônia, que já está em embate com a União Europeia devido ao crescente autoritarismo de seu governo, tinha promulgado no início do ano a nova lei, que estipula multas ou prisão a quem sugerir que o país foi cúmplice da Alemanha durante o Holocausto, em que se estima a morte de 6 milhões de judeus, metade dos quais eram poloneses.

A lei contraria os historiadores, que reconhecem os poloneses como vítimas mas também sugerem que parte da população contribuiu ao extermínio sistemático perpetrado nos anos 1940. Um dos campos de concentração mais conhecidos, Auschwitz, está localizado no sul da Polônia, na região de Cracóvia.

Esse debate é antigo e quem visita Auschwitz, pode ver as placas informativas que dão ênfase à morte de poloneses por nazistas. A abordagem incomoda instituições internacionais como o Yad Vashem, o celebrado memorial do Holocausto localizado em Israel.Suavizando essa lei, a Polônia -hoje governada por forças nacionalistas- espera apaziguar seus aliados, possibilitando o incremento de seus laços de segurança com os Estados Unidos em anos de crescente ameaça russa. O pedido do premiê deve ser tratado com urgência no Parlamento.

Em entrevista à rádio pública local, Michal Dworczyk, chefe do gabinete do primeiro-ministro, disse que a lei tinha sido formulada para “proteger o bom nome da Polônia”, mas admitiu que ela foi causa de embates com a comunidade internacional.

Um dos objetivos do texto era impedir o uso da expressão “campos de extermínio poloneses” para se referir a campos nazistas como o de Auschwitz.Em uma visita recente à Polônia, o presidente israelense, Reuven Rivlin, disse à sua contraparte polonesa, Andrjez Duda, que o país participou do Holocausto, mesmo que alguns cidadãos tenham ajudado a resgatar judeus.

“Não há dúvida de que muitos poloneses lutaram contra o regime nazista, mas não podemos negar que a Polônia e os poloneses tiveram parte no extermínio”, afirmou Rivlin. Grupos nacionalistas chegaram a sugerir que o israelense fosse punido pelo discurso.

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Helicóptero da Marinha dos EUA cai e colide com porta-aviões

Houve marinheiros feridos, mas nenhum com gravidade

ubiie Redação

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Um helicóptero da Marinha dos Estados Unidos colidiu com o convés de aterrissagem do porta-aviões, também norte-americano, USS Ronald Reagan ao tentar pousar. O incidente provocou ferimentos em alguns marinheiros, mas sem gravidade.

Em comunicado, citado pela ‘Associated Press’, a Marinha explica de que o aparelho, o MH-60 Seahawk, colidiu pouco depois de ter levantado voo, nesta sexta-feira (19), enquanto o porta-aviões se deslocava ao longo da costa Filipina.

A Marinha acrescentou ainda que todos os feridos estão em condição estável e não correm risco de vida. Não precisando, no entanto, o número de feridos.

Não foram revelados detalhes sobre os danos feitos ao helicóptero e ao porta-aviões. Contudo, segundo a Marinha, o navio foi perfeitamente capaz de continuar a sua missão no Pacífico.

As causas do incidente estão sendo investigadas.

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Trump pede áudios que podem provar morte de jornalista

Presidente ainda negou que está protegendo os líderes do país

ubiie Redação

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu nesta quarta-feira (17) para as autoridades da Turquia enviarem as gravações que fornecem evidências de que o jornalista Jamal Khashoggi foi morto no consulado saudita em Istambul.

“Se existir, pedimos. Eu não tenho certeza ainda que existe, provavelmente sim, possivelmente sim”, disse o republicano a jornalistas na Casa Branca. A Arábia Saudita é um dos aliados mais próximos de Washington e o desaparecimento de Khashoggi está colocando a administração em uma posição desconfortável.

Durante coletiva, Trump ainda disse esperar um relatório completo sobre o caso a ser apresentado pelo secretário de Estado, Mike Pompeo, que acaba de chegar da Arábia Saudita e Turquia, onde se reuniu com líderes para debater o ocorrido.

Além disso, o magnata rejeitou a possibilidade de que estaria tentando acobertar o governo saudita. “Não, de forma alguma. Eu só quero descobrir o que está acontecendo”, disse. Segundo relatos na imprensa turca, há registros em áudio que provam que o crítico ao reino e ao príncipe herdeiro, Mohammed bin Salman, foi torturado e sedado no consulado saudita em Istambul, antes de ser morto e esquartejado. (ANSA)

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França declara estado de desastre natural devido a inundações

Chuvas deixaram pelo menos 14 pessoas mortas e outras 75 feridas

ubiie Redação

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O Governo francês reconheceu o estado de desastre natural em mais de 120 municípios no departamento de Aude, no sul de França, afetado no início da semana por graves inundações, que provocaram a morte de pelo menos 14 pessoas; outras 75 ficaram feridas.

A medida, publicada nesta quinta-feira (18) no Jornal Oficial francês, permite aos afetados serem recompensados rapidamente pelas seguradoras, sob o regime de “desastres naturais”, prometido na segunda-feira pelo primeiro-ministro Edouard Philippe.

De acordo com o novo balanço das autoridades, seis pessoas morreram em Trèbes, três em Villegailhenc, duas em Villaliers, uma em Villardonnel, uma em Carcassonne e uma em Saint-Couat d’Aude.

As fortes chuvas que atingiram o sul da França, na noite de domingo último, causaram uma subida de sete metros no rio Aude, que dá nome à região, algo que não ocorria desde 1891.

As chuvas causaram também danos elevados em Villardonnel, onde uma mulher perdeu a vida depois de ser arrastada pelas águas, existindo ainda relatos de pelo menos oito feridos graves devido à intempérie.

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