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Como redes sociais podem aumentar valor de bitcoin em dezenas de vezes?

ubiie Redação

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Um grupo de cientistas da Escola de Gestão Stevens, EUA, sob a chefia do professor Feng Mai, descobriu que alguns comentários e publicações nas redes sociais podem aumentar o preço do bitcoin em dezenas de vezes, informa a revista The Journal of Management Information Systems.

Para chegar a tal conclusão, os cientistas coletaram e analisaram os comentários dos internautas durante dois anos no fórum mais popular sobre o bitcoin- o Bitcointalk, bem como mais de 3,4 milhões de publicações no Twitter, em que essa criptomoeda foi mencionada.

Eles dividiram os comentários em negativos e positivos, bem como separaram os internautas em dois grupos. O primeiro grupo incluía aqueles usuários que participavam ativamente da discussão sobre o bitcoin, o outro grupo se chamava de “maioria silenciosa” e abrangia as pessoas que raramente mencionavam o bitcoin.

Como resultado, os cientistas estabeleceram que quaisquer comentários e tweets dos internautas muito ativos quase não influenciaram o aumento do preço do bitcoin, mas que palavras positivas da “maioria silenciosa” aumentaram o preço da criptomoeda em dezenas de vezes.

Conforme Feng Mai, a “maioria silenciosa” são as pessoas influentes que gerem o preço do bitcoin, e os investidores na criptomoeda estão a par disso.

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Desenvolvida nova criptomoeda quase 10 mil vezes mais ‘rápida’ do que bitcoin

Uma nova moeda digital, chamada Unit-e, que pode tornar-se uma séria rival do bitcoin, foi desenvolvida por um grupo de cientistas americanos das principais universidades dos EUA, informa a Bloomberg.

ubiie Redação

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Criada por desenvolvedores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), da Universidade de Stanford e da Universidade da Califórnia, em Berkeley, e financiada pela organização sem fins lucrativos Distributed Technologies Research (DTR), a criptomoeda poderia alcançar uma maior velocidade operacional e, assim, resolver o principal problema das moedas criptográficas atualmente existentes.

Como a mídia informa, a DTR planeja lançar a Unit-e no segundo semestre deste ano.

Enquanto a bitcoin pode processar de 3,3 a 7 transações por segundo, e a ethereum de 10 a 30, a nova moeda digital poderá processar até 10.000 transações no mesmo tempo, segundo os desenvolvedores.

Em termos de velocidade, as atuais moedas criptográficas estão muito atrás dos sistemas de pagamento tradicionais. O sistema de pagamento Visa, por exemplo, pode lidar com 1.700 transações por segundo.

De acordo com o professor da Universidade de Illinois, Pramod Viswanath, o principal problema com o bitcoin é a escalabilidade, que está associada às suas características tecnológicas e limitações de tamanho. Para conseguir alcançar uma maior velocidade de funcionamento do Unit-e, os pesquisadores tiveram de “desmanchar” a tecnologia blockchain e melhorar cada um dos seus componentes.

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É assim que bitcoin destrói seu computador sem que você perceba

Os internautas da América Latina enfrentam cada vez mais o novo problema: os cibercriminosos estão utilizando a capacidade computacional dos dispositivos estrangeiros para minar criptomoedas. Saiba como detectar se você é vítima de tal ataque.

ubiie Redação

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Há alguns anos, a palavra criptomoeda era usada apenas por alguns especialistas, mas a popularidade desta unidade de intercâmbio, especialmente a do bitcoin, tornou o tema destaque entre a opinião pública. Tanto que, você pode estar sendo vítima de seu crescimento sem querer.

“O tema das criptomoedas começa a ser colocada na boca de todos; fala-se o que é mineração e começam a comprar bitcoins e investir. Quando surge esta agitação, os cibercriminosos veem que há dinheiro e oportunidade para obter lucro”, explicou à Sputnik Mundo Camilo Gutiérrez Amaya, chefe do Laboratório da ESET América Latina.

Embora muitos apontem para as vantagens da tecnologia blockchain ao realizar transações, esta se baseia em algoritmos complexos que precisam de uma grande capacidade de processamento para dar resultado.
Porém, os hackers encontraram um modo de resolver este “obstáculo”: roubar o poder dos processadores dos usuários desprevenidos que navegam pela Internet. Este esquema quebra a noção comum existente sobre ações maliciosas contra atividades financeiras on-line, segundo diz o analista. Não se trata apenas de um roubo de bitcoins de uma carteira eletrônica ou furto de informação financeira relacionada à criptomoeda.

“Existem ameaças deste tipo, mas não são tão comuns. O que vemos são códigos maliciosos que atingem o dispositivo do usuário, usando-o para minar criptomoedas. Não roubam informação do usuário, nem o espiam, apenas usam a capacidade computacional do usuário sem que ele saiba”, sublinhou González Amaya.

Ao contrário de outros códigos maliciosos, estes não precisam ser baixados através de aplicativos como jogos e outros programas. Este tipo de ameaças informáticas consiste em “um atacante que penetra no dispositivo de um usuário e tenta roubar informações financeiras, comercial ou pessoal para logo vendê-la e assim obter um tipo de lucro econômico”.

Assim, hoje em dia basta entrar em um site para que o código malicioso se ative e comece a minar uma criptomoeda a custo do usuário. À primeira vista, você não perde dinheiro, mas é utilizada a capacidade computacional de seu dispositivo que pode ser danificado.
“É importante que as empresas e usuários se conscientizem e prevejam que os hackers o usem de maneira maliciosa. O sinal que isto pode estar passando é que ao entrar em uma página da web, o consumo de recursos do processador aumenta”, detalhou o especialista.

Neste contexto, González Amaya também apontou para a necessidade de fazer com que os círculos latino-americanos de informática fiquem a par da questão, porque há muito foco nos temas de desenvolvimento de aplicativos, jogos e assuntos sobre infraestrutura e a segurança é deixada de lado, um aspecto-chave no auge da sociedade da informação.

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Google é acusado de concorrência desleal no mercado de criptomoedas

ubiie Redação

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Ao proibir anúncios sobre bitcoin e outras criptomoedas em suas plataformas, o Google promove sua própria criptomoeda, escreve o jornal britânico The Independent.

Em março de 2018, seguindo o exemplo do Twitter e Facebook, o Google proibiu veiculação de anúncio de criptomoedas em seus serviços, que entrou em vigor em 1º de junho.

A liderança da empresa explicou ter tomado medida apoiando-se no fato de que anúncios de criptomoedas desinformam frequentemente usuários, fazendo com que tomem decisões erradas, além de poderem ser uma ferramenta fraudulenta.
A medida afetou dinheiro digital, ofertas públicas de moedas (ICO), carteiras virtuais, opções binárias, bem como quaisquer materiais que ensinem a vender e a comprar moedas digitais.

No entanto, há uma semana, o Google revelou planos de criar sua própria criptomoeda com base na tecnologia blockchain. Em maio, a multinacional de serviços on-line e software também iniciou a cooperação com o criador da criptomoeda Ethereum, Vitalik Buterin, programador russo-canadense. Buterin chegou até a escrever no Twitter sobre o assunto, mas depois apagou a publicação.

A reviravolta fez com que especialistas em criptomoedas suspeitassem de concorrência desleal do Google, afirmando que a proibição de publicidade pode ter outros fins além de proteger pessoas de vigaristas.

Assim, o diretor-executivo da empresa de investimentos Blackmore Group, Phillip Nunn, disse o seguinte:
“Suspeito que a proibição tenha sido concretizada para se encaixar com os potenciais planos de introduzir sua própria criptomoeda no mercado no futuro próximo”. Além do mais, Phillip Nunn se surpreende que o Google proíba anúncios de moedas digitais, deixando permanecer publicidade de jogos de azar.

Um representante do Google se recusou a comentar as acusações, mas em março deste ano a companhia já reiterou que tem equipes de programadores considerando possibilidades de usar a tecnologia bockchain.

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