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Cérebro Médico do Google analisa a probabilidade de morte dos doentes

Investigador afirma que o modelo é superior aos tradicionais meios usados nos hospitais

ubiie Redação

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O Google é pioneiro em várias áreas e, agora, tem depositado todas as suas fichas na área da saúde. Segundo o site Digital Trends, “o Google está batendo os hospitais no seu próprio jogo”. O motor de busca mais famoso do mundo prepara-se para lançar o Cérebro Médico da tecnológica, que será capaz de avaliar os riscos de falecimento de cada paciente, isto é, de prever a morte dos mesmos de forma mais precisa que qualquer ferramenta médica ao dispor dos hospitais.

Um dos investigadores da empresa garante que “este modelo é superior aos tradicionais meios usados. Acreditamos que poderá ser usado para criar previsões precisas para uma variedade de cenários clínicos”, disse ao Journal Nature.

Ainda assim, esta tecnologia pode ser um tanto ao quanto assustadora, uma vez que o algoritmo do Google não tenta encontrar formas de salvar os doentes, procurando apenas saber o quão provável é que acertem as probabilidades de do indivíduo morrer.

O Google já usou a sua Inteligência Artificial para avaliar uma doente com câncer da mama. Nas primeiras 24 horas depois de dar entrada no complexo hospitalar, o sistema lhe deu 19.9% de hipóteses de morrer no hospital, uma percentagem substancialmente maior do que a dada pelo hospital (9,3%). Duas semanas depois a paciente acabou mesmo por falecer.

Mas como é que funciona este cérebro? A inteligência Artificial analisou 175,639 dados encontrados na ficha médica digital da paciente, de modo a estimar a percentagem posteriormente fornecida.

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Só faltava coroa: venezuelana é considerada mulher mais bela da América Latina (FOTOS)

A modelo e atriz venezuelana Migbelis Castellano ganhou a coroa do concurso popular Nossa Beleza Latina, realizado pela emissora Univision nos Estados Unidos.

ubiie Redação

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Trata-se de um famoso concurso de beleza no qual competem as mulheres mais carismáticas e atraentes de diversos países latino-americanos.

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Ya estoy de vuelta a mi vida cotidiana, con mi celular, y ahora con un trabajo que me apasiona y en el que espero disfrutar cada segundo, cada oportunidad. ¡No quepo de la felicidad! Con este primer post quiero agradecerles a todos ustedes por el voto de confianza, el apoyo que me brindaron en toda la competencia y por haberme elegido como la reina de esta temporada tan poderosa de @nuestrabellezalatina 💪🏽🙏🏼 Mi bella @ceylinr y mi Yari @yaritza_owen no necesitan ninguna corona para ser reinas💖 Me encantó haber compartido esta experiencia con ellas, me enseñaron mucho, desde el valor tan grande que tenemos como mujeres hasta la importancia de nunca dejar de perseguir nuestros sueños; y de lo más bonito que me llevo de esta competencia es la amistad de las dos. Las quiero mucho y se que todo lo que viene para cada una de nosotras son puras bendiciones de Dios. ¡Gracias! @nuestrabellezalatina #NuestraBellezaLatina

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Na última etapa do concurso, a venezuelana, de 23 anos de idade, competiu com a hondurenha Yaritza Owen e a dominicana Ceylin Rosario, que foram a primeira e segunda finalistas, respectivamente.

Além do prêmio em dinheiro, a vencedora recebeu um contrato especial com o canal.

Migbelis Castellanos também possui o título de Miss Venezuela 2013 e em 2014 entrou na lista das 10 finalistas do mesmo concurso.

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Explosão enigmática de supernova confunde cientistas

Uma equipe internacional de astrônomos se viu surpresa pela explosão estranha de uma estrela que causou o surgimento de uma supernova 170 milhões de anos atrás, segundo o estudo, publicado no jornal Astrophysical Journal Letters.

ubiie Redação

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Trata-se de uma estrela Ia, cuja explosão é produzida quando uma anã branca rouba matéria mais do que necessária de uma estrela próxima e se torna desequilibrada, informa o jornal científico.

Estes corpos celestes geralmente aumentam brilho gradualmente nas três semanas anteriores ao desaparecimento, mas no caso da SN 2018oh (também conhecida como ASASSN-18bt), de acordo com observações de fevereiro, o processo foi completo em apenas alguns dias.

Astrônomos, chefiados por Brad Tucker da Universidade Nacional da Austrália, detectaram uma emissão de luz adicional dois dias depois da explosão da SN 2018oh. O excesso de brilho pode ser explicado pela interação entre a substância expulsada da anã branca e uma estrela próxima.

No entanto, cientistas não encontraram nenhum vestígio de estrelas grandes na zona, fazendo com que passassem a pensar na possibilidade do surgimento de supernova pela fusão com outra anã branca. Existem também outras teorias, como a distribuição incomum de material radioativo na estrela que explodiu.

A explosão foi registrada no dia 4 de fevereiro pelo observatório ASAS-SN, pelo Telescópio Espacial Kepler e por outros. A luz foi detectada por telescópios uns 170 milhões de anos depois da produção da explosão. Cientistas caracterizaram descoberta como uma observação sem precedentes do início da morte de uma estrela e creem que o achado possa ser útil na hora de definir a taxa de explosão do Universo.

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Mulheres reescrevem Bíblia: editada provocadora versão feminista do livro sagrado

Um grupo de 20 teólogas rompeu o cânone e criou um texto provocador da Bíblia. As mulheres foram reunidas pela sufragista norte-americana Elizabeth Cady Stanton em 1895 para reescrever o conjunto de livros canônicos para cristãos e judeus.

ubiie Redação

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“Une bible des femmes” (Uma bíblia das mulheres), livro publicado recentemente pela editora suíça Labor et Fides, possui comentários das mulheres sobre o livro sagrado, resultando em uma espécie de reescrito da Bíblia do século XXI em 287 páginas.

Na época do movimento #MeToo, cansadas de ver a Bíblia sendo usada para legitimar uma “submissão de mulheres”, teólogas francófonas publicam “Uma Bíblia das mulheres”

​A obra reúne os pensamentos de 20 teólogas francófonas, protestantes e católicas, da Europa, Ásia e Quebec, no Canadá, que representam o ponto de vista de Maria, mãe de Jesus, através de temas sobre corpo, sedução, subordinação e maternidade.

“Aproveitando as descobertas dos estudos bíblicos e graças ao feminismo crítico, as autoras desenvolvem uma dúzia de temas relacionados a mulheres e evidenciam que os textos bíblicos podem ser lidos com nova ousadia”, escreve a apresentação da publicação, dirigida pelas professoras Elisabeth Parmentier, Pierrette Daviau e Lauriane Savoy.

A ideia é “mostrar que os valores feministas não são incompatíveis com a Bíblia” e que há interpretações tendenciosas e parciais, assinalou Lauriane Savoy.

Para exemplificar, a professora cita Maria Madalena. “Ela fica com Jesus até mesmo quando ele morre na cruz, diferentemente de todos os discípulos masculinos que estavam com medo, ela é a primeira a ir ao sepulcro e a descobrir a ressurreição […] É uma personagem fundamental mesmo ainda sendo descrita como uma prostituta aos pés de Jesus, e talvez até mesmo amante de Jesus na ficção recente”, relatou Savoy ao jornal Le Monde.

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