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Propaganda norte-coreana deixa de odiar EUA?

ubiie Redação

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Após a cúpula histórica entre os líderes da Coreia do Norte dos EUA e da melhoria significativa nas relações entre as Coreias, cartazes e mercadorias com propaganda antiamericana parecem ter sido removidos das lojas norte-coreanas.

A propaganda antiamericana, que era extremamente difundida na Coreia do Norte, começou a desaparecer após os recentes avanços diplomáticos nas relações entre Pyongyang, Seul e Washington, indica a mídia norte-coreana, guias turísticos e pessoas entrevistadas no país.

A demonização dos EUA era um pilar fundamental da ideologia norte-coreana e da propaganda nacionalista. Os EUA e o mundo ocidental eram retratados como desprezíveis, sanguinários e, em geral, de forma muito negativa, mostrando ao mesmo tempo soldados saudáveis da Coreia do Norte se esforçando por esmagar seus adversários.

​No entanto, esta política do governo norte-coreano parece já pertencer ao passado: as mercadorias com slogans antiamericanos nas lojas turísticas da zona desmilitarizada não estão mais disponíveis, de acordo com uma matéria da edição Asian Correspondent.

Os murais em prédios retratando atrocidades do Ocidente estão agora sendo substituídos por imagens com ideias mais positivas, como a produtividade ou a reunificação das Coreias.
Simon Cockerell, gerente da empresa Koryo Tours, comunicou à NK News nesta quarta-feira (20), que sua empresa “tinha grupos de turistas em Panmunjom [onde em 27 de abril ocorreu o encontro entre os líderes das Coreias], e dois relataram a ausência de mercadorias com propaganda antiamericana”.

Cockerell afirmou que essa remoção “pode ser o começo de uma verdadeira suavização da retórica”.

Além de materiais antiamericanos, os cartazes destacando a potência dos mísseis nucleares da Coreia do Norte também foram removidos. Em vez disso, Pyongyang ordenou a divulgação de uma série de cartazes dedicados à declaração firmada em 27 de abril entre as duas Coreias.

A cúpula entre Donald Trump e Kim Jong-un ocorreu em 12 de junho em Singapura. Após o encontro, os líderes da Coreia do Norte e dos EUA firmaram um documento que confirmou seu comprometimento com as novas relações baseadas em paz, bem como com a desnuclearização da península coreana.

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Por ciúmes do marido, mãe mata a filha recém-nascida degolada

Segundo a avó paterna da vítima, a mulher não suportava que o companheiro amasse mais a criança do que ela

ubiie Redação

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Uma mulher de 21 anos, da cidade de Rivne, na Ucrânia, está sendo acusada de degolar a própria filha recém-nascida após ter uma crise de ciúme do marido. Segundo o “Daily Mail”, a mulher não suportava que o companheiro amasse mais a criança do que ela.

A mulher, que não teve o nome divulgado, atacou o bebê quando o marido saiu para jogar o lixo. Ao voltar, ele teria se deparado com a esposa com as mãos ensanguentadas, correu no quarto e viu o corpo da filha de três semanas na cama.

A avó paterna da vítima, Maria Momot, foi quem afirmou que o crime teria sido motivado por ciúmes. “Eu e meu filho amávamos tanto aquela menina. Demos todos os nossos cuidados. Minha nora era ciumenta. Achava que ele amava mais a criança do que ela. Hoje de manhã, eu tinha dado banho na minha neta. Agora, ela se foi”, lamentou.

A faca usada no crime foi encontrada na cozinha. A mãe não soube explica a motivação do assassinato. Ela foi presa e passará por exames psiquiátricos. Se os exames garantirem que a mãe tinha consciência dos próprios atos, ela poderá ser condenada a até 15 anos de prisão.

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Chilenos pedem que Bolsonaro seja declarado persona non grata

ubiie Redação

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Representantes das legendas da coalizão de esquerda Frente Ampla e um grupo de parlamentares de oposição entregaram nesta sexta-feira (22) ao presidente do Chile, Sebastian Piñera, uma carta na qual pedem para que o mandatário brasileiro, Jair Bolsonaro, seja declarado “persona non grata”. No documento, o grupo questiona a posição do governo sobre a visita de Bolsonaro, considerado um presidente que “incita o ódio” com medidas que afetam diretamente milhares de mulheres, idosos, comunidades indígenas e LGBT.

Segundo o texto, o presidente do Brasil apoia tortura através de seu discurso de ódio, violência e discriminação. Além disso, está tentando “recuar em décadas os ganhos sociais”.

“Perguntamos ao governo: Vocês concordam com a posição de Bolsonaro sobre tortura, sobre mulheres, sobre migrantes, sobre mudança climática, sobre a comunidade LGBT?”, dizem os opositores na carta.

Para a deputada e presidente da Revolução Democrática, Catalina Pérez, a visita de Bolsonaro ao Chile marca uma negação do governo no que diz respeito às mudanças climáticas, no exercício da violência como uma forma de resolução contra a comunidade LGBT, contra as mulheres, e no marco da depredação da Amazônia.

“Esperamos que haja maior clareza sobre como o governo enfrentará a cooperação, o multilateralismo e o desenvolvimento latino-americano”, acrescentou. Já a política Stephania Peñaloza também acrescentou que “Bolsonaro é uma pessoa que incita o ódio e está ligado à milícia e envolvido com a morte de Marielle Franco”.

A carta destinada a Piñera faz parte de uma iniciativa para protestar contra a visita oficial do presidente brasileiro a Santiago. A manifestação contra Bolsonaro, organizada pela ala jovem do Partido Comunista do Chile, acontecerá às 18h30 desta sexta no Paseo Bulnes, rua entorno do Palácio de La Moneda, sede do governo. Hoje cedo, movimentos sociais de esquerda pregaram cartazes em universidades da capital chilena com um imagem mesclando a face do ditador nazista Adolf Hitler e de Bolsonaro, com a frase “Combate ao fascismo”. A expectativa é de que amanhã (23) outro protesto seja realizado contra o líder brasileiro, a partir das 13h, no mesmo local. (ANSA)

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Número de mortos por ciclone Idai já passa de 550

Bolsonaro ofereceu “solidariedade” ao presidente de Moçambique

ubiie Redação

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Subiu para mais de 550 o número de mortos na passagem do ciclone Idai por Moçambique, Malauí e Zimbábue, no sul da África.

Segundo Gemma Connell, chefe da agência humanitária das Nações Unidas (ONU) para a região, o fenômeno natural fez ao menos 242 vítimas em Moçambique, o país que registrou a maior devastação.

Outras 259 pessoas faleceram no Zimbábue, e 56, no Malauí, de acordo com os governos locais. Connell, no entanto, advertiu que o balanço deve se agravar, especialmente em Moçambique, onde muitas áreas continuam inundadas.

O ciclone Idai atingiu sobretudo a cidade litorânea de Beira, de mais de 500 mil habitantes, e ainda provoca enchentes secundárias. “O ciclone criou uma situação amplamente complexa, que exige uma resposta ainda mais completa”, acrescentou, pedindo doações para ajudar desabrigados e famintos.

A ministra da Defesa do Zimbábue, Oppah Muchinguri, disse que mais de 120 corpos foram carregados pelas inundações até Moçambique e acabaram enterrados no país vizinho. O governo de Portugal, ex-metrópole de Moçambique, enviou uma força-tarefa para ajudar na busca e no resgate de sobreviventes.

Já o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, disse no Twitter que ligou para o mandatário moçambicano, Filipe Nyusi, para “prestar solidariedade”. “Nos colocamos à disposição no que for possível.

Me solidarizo com o povo do Zimbabué e do Malawi”, também atingidos pelo ciclone”, escreveu.

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