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Pesquisadores encontram amuleto com mil anos, único em seu gênero (FOTO)

Durante as escavações em uma das áreas mais antigas de Jerusalém, os arqueólogos encontraram um pequeno amuleto islâmico com cerca de 10 séculos de antiguidade, informou o jornal Haaretz.

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De acordo com a Autoridade de Antiguidades de Israel, o achado data dos séculos IX e X d.C., a época do Califado Abássida, terceiro califado islâmico.

O talismã tem uma inscrição bem preservada de duas linhas, em árabe, que pode ser traduzida como “Kareem crê em Alá, o Senhor dos Mundos é Alá”, sendo Kareem provavelmente o nome do dono do amuleto. “Este tipo de amuletos serviam para proteção pessoal”, comentou Yiftah Shalev, professor da Autoridade de Antiguidades de Israel, em entrevista a Haaretz.
O talismã foi encontrado durante as escavações de um local anteriormente conhecido como o estacionamento de Givati, situado ao sul do Monte do Templo, área considerada o primeiro núcleo habitado da cidade.


Amuleto islâmico encontrado durante escavações em Jerusalém

Fino e pequeno, o amuleto pode ser único em seu gênero, assinalaram pesquisadores.

Como é feito de argila friável, os investigadores acreditam que havia muitos outros objetos semelhantes, contudo, todos foram destruídos ao longo dos séculos, explicou Shalev. Provavelmente, este foi preservado por estar selado sob o fundamento de uma casa.

Não há como saber se o talismã foi deliberadamente colocado sob o fundamento durante a construção, como uma espécie de ritual (para proteger a casa com a ajuda divina) ou se o suposto Kareem simplesmente o perdeu.

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Maioria dos atiradores de crimes em escolas não é psicopata, diz estudo

Classificá-los sempre como psicopatas é simplista e incorreto, afirma professor

ubiie Redação

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Planejar por meses ou anos um ato cruel, ter o sangue frio de atirar contra crianças e adolescentes indefesos de forma aleatória, e terminar o crime com suicídio. Para a maioria das pessoas que assistem a um massacre em escolas ou ouvem relatos de casos do tipo, como o ocorrido em Suzano na semana passada, é difícil não associar o atirador a um psicopata, de perfil cruel, frio e sádico.

Estudos científicos internacionais feitos com base na análise do perfil de dezenas de atiradores no mundo, no entanto, trazem conclusões intrigantes: na maioria dos casos, não havia sinal de psicopatia nos atiradores, o que leva os pesquisadores a acreditarem que experiências de vida, como traumas, abusos ou outros fatores sociais, possam desenvolver um comportamento agressivo em uma pessoa sem sinais de doença mental.

“O que sabemos é que mesmo pessoas biologicamente saudáveis podem desenvolver problemas assim quando submetidas a condições adoecedoras, ou quando inseridas numa cultura doente, pelo fato de que nossas crenças, nosso modo de interpretar e compreender a realidade não é algo imutável, fixo, rígido”, explica o doutor em Psicologia e professor do Instituto Federal de Goiás Timoteo Madaleno Vieira, autor de um artigo em que revisou dezenas de estudos internacionais sobre o perfil dos atiradores e concluiu que classificá-los sempre como psicopatas é simplista e incorreto.

“No senso comum, a ideia de um monstro, um psicopata tresloucado, é muito usada para dar a resposta que procuramos (para esses atos). Isso simplifica as coisas. Explicações assim falsificam a realidade e nos ajudam a evitar a percepção de que podemos ter responsabilidade na expansão desse fenômeno”, diz.

Características comuns

Se os atiradores têm perfis psicológicos diferentes entre si e motivações diversas, eles reúnem, por outro lado, algumas características em comum: a grande maioria é homem, branca e obteve a arma usada no ataque em casa, utilizando armamento de posse dos próprios pais, segundo estudos do FBI e do psicólogo americano Peter Langman, um dos maiores estudiosos do assunto no mundo, que levantou dados sobre 150 ataques em escolas em dez países, incluindo o Brasil.

Análise feita pelo Estado na base de dados do pesquisador, disponível no site schoolshooters.info, mostra que, dos 150 atiradores analisados, 94% era do sexo masculino, 63%, branco, 42% não sobreviveram ao ataque – a maioria porque cometeu suicídio -, e 38% era menor de idade ao cometer o ataque homicida.

O psicólogo criou ainda uma tipologia para o perfil psicológico dos atiradores, os dividindo em três grupos: traumatizados, psicóticos e psicopatas (em tradução livre).

Os traumatizados tinham histórico de abuso por parentes ou famílias desestruturadas, com casos de violência ou dependência química. Os psicóticos apresentavam sinais de esquizofrenia ou algum transtorno de personalidade. Entre os sinais estavam alucinações, delírios ou paranoias. Por fim, os psicopatas tinham os sintomas clássicos do quadro, como narcisismo, ausência de empatia e sadismo.

Na análise dos 150 atiradores, o pesquisador conseguiu informação suficiente de 81 deles para traçar o perfil e chegou a conclusão de que 49% eram psicóticos, 32% eram psicopatas e 19% eram traumatizados.

Dificuldade

Segundo o estudioso, nem sempre é fácil para as famílias identificar esses perfis previamente. “Entre os atiradores traumatizados, os pais são os principais problemas na vida dos filhos. Para os outros perfis, não é que os pais estejam falhando. Muitas vezes eles escondem deliberadamente os seus pensamentos e sentimentos dos pais. Mesmo quando os atiradores estiveram em psicoterapia, ocultaram suas intenções violentas”, disse ao Estado.

Há sinais, no entanto, demonstrados previamente pelos atiradores que podem servir de alerta para pais e docentes, como obsessão por armas ou mídias violentas, postagens sobre ataques, comportamento agressivo ou depressivo, entre outros.

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Aurora ‘de outro mundo’ é registrada no céu noturno (FOTO, VÍDEO)

O fotógrafo Valentin Zhiganov se tornou testemunha de pilares de luz, fenômeno ótico formado pelo reflexo da luz do Sol ou da Lua pelos cristais de gelo, gravando imagens espetaculares.

ubiie Redação

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O fenômeno extraordinário foi avistado na região russa de Murmansk a —30°C. O homem fotografou duas mulheres em uma banheira de água quente com aurora ao fundo, enquanto reparavam os raríssimos pilares de luz, declarou ele à edição Daily Mail.

“Essa ilusão de ótica é conhecida como pilares de luz. É uma espécie de aurora e é bem rara, especialmente quando os pilares são muito altos”, ressaltou o fotógrafo, acrescentando que foi a primeira vez ele viu o fenômeno e que ficou feliz de vê-lo e tirar fotos.

Valentin Zhiganov capturou pilares de luz com uma galera superfeliz, casas tradicionais do norte russo, floresta e ferrovia perto de casa na cidade de Apatity.

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Bizarro

Cochilo com pesadelo? Polvo muda de cor enquanto dorme (VÍDEO)

O vídeo extraordinário mostra um polvo mudando de cor enquanto dorme. Estaria ele tendo um pesadelo obscuro?

ubiie Redação

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Polvos são conhecidos pela habilidade de camuflar pele em situações perigosas. Especialistas acreditam que a mudança de branco para marrom escuro no animal pode estar ligada a um pesadelo durante o cochilo.

É simplesmente incrível, pois, enquanto ele dorme, linhas parecidas com veias começam a se encher com um líquido que vai se tornando mais e mais escuro com o passar do tempo, fazendo com que o animal mude de cor completamente: de branco para marrom escuro.

Segundo escreve o Daily Mail, pesquisadores acreditam que o polvo está na fase do sono R.E.M., ou seja, movimento rápido dos olhos, que é quando os sonhos mais vívidos acontecem, fazendo-o responder a criaturas imaginárias.

Em entrevista à Live Science, Sara Stevens, especialista do Jardim Zoológico Butterfly Pavilion, no Colorado (EUA), dá opinião sobre a filmagem.

“O processo exato de como eles combinam cores não é ainda completamente compreensivo, mesmo assim está sendo muito bem estudado”, ressaltou, acrescentando que “pesquisa recente sugere que as próprias células podem combinar cores. Mas não dá para saber se eles passam pela fase do sono R.E.M.”

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