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Tecnologia

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Esqueça o preço do diesel e da gasolina: vem aí o ônibus a hidrogênio!

O Rio de Janeiro sedia entre 17 e 22 de junho a 22.ª Conferência Mundial de Energia do Hidrogênio, que discute as tecnologias mais promissoras em relação à sustentabilidade na área dos transportes. A Sputnik Brasil conversou com o coordenador do projeto que é uma das principais novidades na Conferência: um novo protótipo de ônibus a hidrogênio.

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No momento em que o mundo debate o uso de energias renováveis. O Rio de Janeiro sedia essa semana a 22.ª Conferência Mundial de Energia do Hidrogênio, um dos principais eventos do setor no planeta, que traz nessa edição o tema: “Transformação de Biomassas e de Energia Elétrica em Hidrogênio”.

O evento reúne cerca de 800 participantes, de 50 países, entre acadêmicos, pesquisadores e representantes de governos e indústrias mundiais mostrando os investimentos que as sociedades mais avançadas já estão fazendo rumo à transição energética sustentável.
Entre as pautas brasileiras que estão sendo apresentadas, está a criação do ônibus movido a energia do hidrogênio, projeto do Laboratório de Hidrogênio da Coppe-RJ — Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que é o maior centro de ensino e pesquisa em engenharia da América Latina.

O professor da Coppe/UFRJ e coordenador do projeto do ônibus de hidrogênio, Paulo Emílio de Miranda, conversou com a Sputnik Brasil e destacou o protagonismo do Rio de Janeiro no desenvolvimento de transportes sustentáveis.

“O Rio é realmente visto como um local de discussões que chamaram a atenção para a sustentabilidade do mundo, e isso já há vários anos. A vinda deste Congresso aqui agora é muito importante, porque esse é o maior congresso mundial da área, realizado já em vários países”, destacou.

“O Brasil tem muitas possibilidades para a produção de hidrogênio, seja a partir da eletrólise da água, principalmente considerando que nós produzimos muita energia elétrica com energias renováveis, fez também o uso de biomassa, num país agrícola como o Brasil, onde a disponibilidade de biomassas é muito grande”, acrescentou.

De acordo com ele, isso traz uma potencialidade muito grande para o Brasil e “este evento está servindo para conscientizar pessoas de governos, empresas e a população sobre essa nova possibilidade energética que certamente vai dominar o cenário durante o século XXI”.

Ao comentar o lançamento do primeiro protótipo do ônibus movido a energia do hidrogênio, o especialista afirmou que agora foi lançada uma nova versão em relação ao terceiro protótipo que já é de condição pré-comercial.

“A partir de agora há condição de se fazer a produção industrial e o uso em larga escala na sociedade deste tipo de veículo, que é muito mais interessante, por não ter poluição ambiental, não ter poluição sonora, e representar uma tecnologia mais avançada do que a que utilizamos atualmente”, afirmou o coordenador do projeto.

Paulo Emílio observou, no entanto, que apesar das negociações em curso tudo depende muito de vontade política, “porque toda tecnologia nova é mais cara do que uma tecnologia já em uso em muitos anos”.

“O que se busca agora é a criação de nichos de mercados onde frotas destes veículos possam começar a ser utilizados para que se atinja um condição de produção em termos de números”, concluiu.

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Rede social

Facebook é condenado na Itália por violar direitos autorais

Processo foi movido pelo grupo Mediaset, de Silvio Berlusconi

ubiie Redação

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Um Tribunal de Roma condenou o Facebook por violações de direitos autorais e difamação, em um processo movido pelo grupo de mídia Mediaset, controlado pelo ex-primeiro-ministro da Itália Silvio Berlusconi.

A decisão foi anunciada pela própria Mediaset e trata-se da primeira sentença contra a rede social no país em um caso de desrespeito de copyright. Em 2012, usuários anônimos abriram uma página no Facebook dedicada a um desenho animado transmitido pelo canal Italia Uno.

Alguns links, no entanto, conduziam a conteúdos protegidos por direitos autorais e carregados ilegalmente no YouTube ou promoviam insultos difamatórios sobre o intérprete da música tema do desenho animado.

Segundo a Mediaset, o Facebook sempre se recusou a remover os conteúdos em questão e terá de pagar uma indenização, cujo valor não foi divulgado.

“A decisão [do Tribunal de Roma] é a primeira na Itália a reconhecer a responsabilidade de uma rede social por violações ocorridas por meio da publicação de links externos à própria plataforma”, diz uma nota do grupo.

O Facebook, que ainda não se pronunciou sobre a sentença, pode recorrer.

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Espaço

De onde vêm os meteoritos que caem com mais frequência na Terra?

Um estudo publicado na revista Meteoritics & Planetary Science, conduzido pelo astrônomo Peter Jenniskens, identificou a fonte dos meteoritos mais comuns, conhecidos como condritos L.

ubiie Redação

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De onde vêm os meteoritos que caem com mais frequência na Terra?

É possível classificar os meteoritos em várias categorias pela textura e composições química e mineralógica, sendo os condritos os mais comuns de todos eles, representando uns 82% dos meteoritos.

Através da pesquisa, cientistas conseguiram determinar que esse tipo de meteorito vem de pelo menos dois campos de detritos no cinturão de asteroides (região circular do Sistema Solar formada por múltiplos objetos irregulares denominados asteroides), originários de planetas outrora anões que colidiram há muito tempo, segundo o portal Phys.org.

A colisão constante desses fragmentos produzem os meteoritos que hoje caem na Terra.

Meteoritos que caíram em 2012 na cidade norte-americana de Novato (estado da Califórnia) e em 2015 perto da cidade de Creston, também situada no mesmo estado, foram comparados e identificados como condritos L.

A princípio, os 33 pesquisadores envolvidos no estudo acharam que os meteoritos poderiam ter vindo do mesmo campo de detritos, mas foi determinado que o meteorito de Novato levou três anos para contornar o Sol, enquanto o outro levou um ano e meio para fazer o mesmo movimento. Isso sugere que o primeiro meteorito caído foi enviado por uma ressonância mais distante do Sol e mais profunda no cinturão de asteroides.

Durante a grande colisão há 470 milhões de anos, o meteorito de Novato perdeu a maior parte dos seus gases nobres ou inertes, como o argônio, enquanto que o de Creston “não perdeu o argônio dos minerais nos últimos 4,3 bilhões de anos”, afirmou o geoquímico Matthias Meier.

“Isso provavelmente significa que o asteroide do qual o meteorito de Creston se originou não sofreu a colisão que afetou o de Novato há 470 milhões de anos”, acrescentou Meier.
Embora estes meteoritos provenham de diferentes colisões em diferentes partes do cinturão de asteroides, eles têm muito em comum e parecem estar relacionados entre si, sugerem os autores do estudo. Por exemplo, eles teriam se tornado matéria sólida no mesmo corpo paternal, que poderia ter sido quebrado e suas partes poderiam acabar em lugares diferentes no cinturão de asteroides.

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Tecnologia

Militares russos desenvolvem micro drone de alta tecnologia

A Rússia iniciou o desenvolvimento de um micro drone, que irá fazer parte do equipamento militar individual de terceira geração, Ratnik.

ubiie Redação

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“Este é um sistema avançado de reconhecimento aéreo inteligente baseado em um drone ligeiro”, afirmou o diretor industrial da Rostec, Serguei Abramov.

Além disso, Seguei Abramov ressaltou que “através de uma tecnologia exclusiva de controle e posicionamento, o mini drone será capaz de realizar reconhecimento aéreo, mesmo em uma situação de guerra eletrônica “.

O equipamento está sendo desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa de Engenharia de Máquinas de Precisão, TsNIITochMash, que faz parte do grupo Rostec.

O mini drone silencioso permitirá o monitoramento de alvos inimigos a partir de uma distância segura, bem como estabelecer a sua localização e manobras, afirmou Sergei Abramov.

Além disso, o mini drone também será capaz de localizar alvos, patrulhar uma zona predeterminada, sobrevoar uma área ou um ponto determinado.
O sistema inclui equipamentos de navegação e um sistema de vídeo, com um peso total que não excede 1,5 kg. A faixa de temperatura operacional do equipamento permite que ele seja utilizado em praticamente qualquer clima.

O sistema de equipamento militar individual Ratnik combina diversas armas compactas modernas, além de sistema de proteção, reconhecimento e comunicação, ou seja, o equipamento possui aproximadamente dez diferentes subsistemas.

O equipamento foi projetado para operar em diferentes condições climáticas e a qualquer momento. O “Ratnik” de terceira geração terá um peso menor, além de maior nível de proteção.

Também, estão sendo consideradas opções de integração de um exoesqueleto militar.

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