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Gigantesca ‘zona morta’ surge perto da costa norte-americana

ubiie Redação

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Os cientistas descobriram uma enorme “mancha morta” no oceano perto da costa sudeste dos EUA, cujo tamanho é comparável com o do País de Gales ou Israel.

Trata-se de zonas marítimas com baixo teor de oxigênio, que se formam por causa da contaminação da água por fertilizantes e detritos. Quando os nitratos e outros produtos químicos chegam aos rios e, em seguida, aos mares, isso resulta em reprodução rápida de algas unicelulares. Quando começam a se decompor, o nível de oxigênio na água cai e a maioria dos animais não consegue sobreviver nessas condições.

Nos últimos anos, os oceanólogos encontram mais e mais evidências de que o aquecimento global acelera o surgimento de “zonas mortas”, especialmente nas proximidades da linha do Equador. Hoje, estas zonas já representam aproximadamente 7% dos oceanos.

De acordo com a pesquisadora da Universidade da Louisiana, Nancy Rabalais, a maior dessas zonas se encontra ao norte do golfo do México, perto da costa do Texas e do Louisiana.

Em particular, Nancy Rabalais e seus colegas descobriram que o tamanho dessa “mancha morta” triplicou nos últimos anos e agora cobre uma a área comparável com um pequeno país. Ela é a segunda maior do mundo, a seguir ao fundo do mar Arábico.

Em comparação com outras zonas semelhantes, causadas pelo aquecimento global, esta é diretamente causada pela ação humana.

Segundo avisam os cientistas, o rápido crescimento dessa “mancha” prova que as pessoas usam mais e mais fertilizantes e produtos químicos. Se a tendência continuar no futuro, as fronteiras desta “zona da morte” crescerão ainda mais.

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Facebook nega ter escondido atividade russa

O Facebook negou nesta quinta-feira (15) as alegações feitas em um artigo recenete de que a companhia tentou esconder informação e enganou o público sobre seu suposto conhecimento de atividade russa antes das eleições presidenciais dos EUA, em 2016.

ubiie Redação

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Na quarta-feira (14), o jornal norte-americano The New YOrk Times, publicou um artigo que descreve o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg e o COO Cheryl Sandberg tão obcecados com o crescimento da empresa que teriam ignorado sinais relacionados a uma suposta atividade russas na plataforma que dirigem e que teriam ainda tentado escondê-la do público.

“A história dá como certo que nós sabíamos sobre atividade russa já na primavera de 2016, mas que fomos muito lentos para investigá-la. Isso não é verdade”, disse o Facebook em uma comunicado.

O Facebook afirmou que o artigo contém um certo número de incoerências mas concordou que a empresa foi lenta para identificar a suposta atividade.
“Nós anunciamos publicamente em várias ocasoões —incluindo diante do Congresso — que fomos muito lentos na identificação da interferência russa no Facebook, assim como outros usos indevidos.

O Facebook também enfatixou que está investimento pesado em pessoal e tecnologia desde as eleições presidenciais de 2016 e que a companhia está orgulhisa de progresso realizado na luta contra a desinformação.

A gigante das redes sociais também afirmou que encerrou seu contrato com a firma de consultas do Partido Republicano, a Defineers Public Affairs, na quarta-feira (14) após as táticas da empresa em lidar com críticas da rede social foi denunciada no artigo.

A Rússia nega as acusações de interferência no sistema político dos EUA e afirma que as alegações são inventadas como desculpas da candidatura que perdeu as eleições assim como para desviar a atenção pública de problemas reais das eleições como fraudes e corrupção.

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Terremoto de magnitude 6,2 sacode as Ilhas Salomão

ubiie Redação

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Um intenso terremoto, de magnitude 6,2, foi registrado nesta sexta-feira a leste das Ilhas Salomão, segundo informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).

De acordo com o USGS, o epicentro do abalo se deu a 132 quilômetros da cidade de Kirakira, a 10,6 quilômetros de profundidade, no oceano Pacífico. Até o momento, não há informações sobre possíveis vítimas ou danos provocados pelo tremor.

Inicialmente, o Serviço Geológico dos EUA havia registrado um abalo de magnitude 6,6, mas o valor foi corrigido pouco depois. Nenhum alerta de tsunami foi emitido em razão do tremor.

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Argentinos são presos por suposta ligação com o Hezbollah

Dois cidadãos argentinos foram presos por suspeitas de ligação com o grupo libanês Hezbollah, segundo informou o Ministério de Segurança do país.

ubiie Redação

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Os dois suspeitos, de 23 e 25 anos, foram detidos nesta quinta-feira, em uma residência de Buenos Aires. Junto com eles, a polícia encontrou um pequeno arsenal, incluindo um rifle, uma espingarda e várias pistolas, entre outros armamentos.

Segundo as autoridades, no imóvel onde a operação foi realizada, também foram encontradas evidências de viagens para o exterior junto com credenciais em árabe e uma bandeira do Hezbollah.
As prisões aconteceram a poucos dias da próxima cúpula do G20, que acontece no final do mês na capital argentina. Hoje, a ministra da Segurança, Patricia Bullrich, afirmou que as forças locais estão em alerta máximo para qualquer atividade suspeita antes da cúpula, de acordo com a agência Reuters.

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