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Fim das negociações: Lula decide se entregar após missa

Do lado da instituição, o diálogo foi liderado pelo delegado Igor Romário de Paulo

ubiie Redação

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Após intensa negociação entre advogados e aliados de Luiz Inácio Lula da Silva e a cúpula da Polícia Federal, o ex-presidente deve se entregar na tarde deste sábado (7). O canal de diálogo foi aberto após a decisão inicial de Lula de não se entregar para o cumprimento da ordem de prisão emitida pelo juiz federal Sérgio Moro na última quinta-feira (5).

Desde então, o líder petista está abrigado no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo, onde na manhã deste sábado (7) deve se pronunciar e se entregar após a celebração da missa em homenagem a Marisa Letícia, que hoje completaria 68 anos.

Não foram divulgados os nomes das três pessoas que conduziram as negociações, por parte de Lula, com a Polícia Federal, relata o Estado de São Paulo. Já do lado da instituição, o diálogo foi liderado pelo delegado Igor Romário de Paulo, o qual afirmou que apesar do impasse era remota a possibilidade dos agentes entrarem à força para prender o ex-presidente no sindicato.

Missa

A missa em homenagem ao aniversário da ex-primeira-dama Marisa Letícia deve ser marcada pelo discurso de indignação do ex-presidente Lula, seu companheiro por 42 anos. Marisa Letícia Lula da Silva faleceu em 3 de fevereiro de 2017, aos 66 anos, vítima de um AVC, após uma série de acusações que a tornaram ré de duas ações penais no âmbito da Lava Jato, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. As acusações foram extintas após a sua morte.

Conforme relata a coluna Painel, da Folha de São Paulo, quem acompanhou o petista no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Paulo, onde ele se encontra desde que recebeu a ordem de prisão do juiz federal Sérgio Moro na quinta-feira (5), ele repete o discurso de que seria vítima de uma perseguição do Judiciário e do Ministério Público, a qual teria sido escancarada nos últimos dias.

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Política

Missão de Bolsonaro é manter país unido e pacificado, diz Temer

Declaração foi dada durante pronunciamento, em cadeia nacional, em comemoração à Proclamação da República

ubiie Redação

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O presidente Michel Temer afirmou nesta quinta-feira (15) que a principal missão de seu sucessor no Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro, será manter o país unido e pacificado.

Em pronunciamento em cadeia nacional, em comemoração à Proclamação da República, ele defendeu que, passada a eleição presidencial, “a hora da divisão passou” e que torce pelo sucesso do capitão reformado.

“Agora, a missão é manter o país unido e pacificado. A transição de governo que estamos fazendo é das mais civilizadas e cordiais. Torço pelo sucesso do novo presidente. Quero que o Brasil cresça e avance ainda mais do que no período em que estive à frente da administração federal”, disse.

Em um recado ao militar, o presidente lembrou a importância do regime democrático e pregou que todos devem ter compromisso com “o bem estar da nação” e com a “valorização da mulher”.

“Vivemos um dos mais longos ciclos democráticos de nossa história que, na verdade, sempre foi repleta de interrupções na normalidade institucional. Nossa Constituição Federal comemorou 30 anos em outubro, provando a vitalidade de nossas instituições”, afirmou.

Temer avaliou que o processo eleitoral deste ano ocorreu com “vigor extraordinário” e que o país ainda tem desafios imensos a superar.

“Ainda há muito a fazer. Trabalharei todos os dias para deixar a casa em ordem e tudo preparado para avançar ainda mais. Afinal, o sucesso do presidente Bolsonaro será o sucesso de todo nosso país”, ressaltou.

BOLSONARO

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, passou o feriado em sua casa no Rio, sem compromissos oficiais.

Durante a tarde, ele recebeu visita do pastor Silas Malafaia, um dos líderes evangélicos mais alinhados à candidatura do militar reformado.

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Política

Confederação Nacional dos Municípios pede manutenção do Mais Médicos

Entidade alerta que é preciso substituí-los sob o risco de mais de 28 milhões de pessoas ficarem desassistidas

ubiie Redação

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O presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Glademir Aroldi, divulgou hoje (15) nota na qual ressalta a preocupação dos prefeitos das cidades com menos de 20 mil habitantes com a saída dos 8,5 mil profissionais cubanos que atuam no programa Mais Médicos. A entidade alerta que é preciso substituí-los sob o risco de mais de 28 milhões de pessoas ficarem desassistidas.

“A presente situação é de extrema preocupação, podendo levar a estado de calamidade pública, e exige superação em curto prazo”, diz a nota. “Acreditamos que o governo federal e o de transição encontrarão as condições adequadas para a manutenção do programa.”

O Ministério de Saúde Pública de Cuba informou ontem (14) que retiraria os profissionais do programa no Brasil por divergir das exigências feitas pelo governo do presidente eleito Jair Bolsonaro e em decorrência das críticas mencionadas por ele. Para o governo Bolsonaro, os médicos cubanos devem se submeter ao Revalida – prova que verifica conhecimentos específicos na área médica.

Ontem, o presidente eleito levantou dúvidas sobre a capacidade profissional dos cubanos e anunciou o rompimento do acordo com Cuba no Mais Médicos. No entanto, assegurou que o programa será mantido e que as vagas ocupadas por cubanos serão substituídas.

Na nota, a CNM apelou para a ampliação do programa para municípios e regiões que “ainda apresentam a ausência e a dificuldade de fixação do profissional médico”. Segundo a entidade, um estudo apontou que o gasto com o setor de saúde sofreu uma defasagem de 42% na última década, o que sobrecarregou os cofres municipais.

Ainda de acordo com a confederação, os municípios, que deveriam investir 15% dos recursos no setor, ultrapassam, em alguns casos, a marca de 32% do seu orçamento, não tendo condições de assumir novas despesas. Para a CNM, o caminho é de negociação e diálogo.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) também manifestou-se sobre a questão. Em comunicado, a entidade assegurou que existem profissionais brasileiros em número suficiente para substituírem os cubanos.

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Política

Ernesto Araújo será ministro das Relações Exteriores de Bolsonaro

Diplomata é diretor do departamento responsável por relações com os EUA no Itamaraty

ubiie Redação

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O presidente eleito, Jair Bolsonaro, anunciou que o embaixador Ernesto Araújo será seu ministro das Relações Exteriores.

“A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores”, escreveu Bolsonaro em uma rede social.

Araújo é diretor do Departamento dos Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos.

A escolha de um chanceler era vista como prioridade da semana para a equipe de transição.

Bolsonaro já coleciona algumas polêmicas em Relações Exteriores. A primeira delas se deu após ter anunciado que transferiria a embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém.

A promessa de campanha acabou sendo revista pelo presidente eleito, que disse semana passada que isso ainda não está definido.

Porém, a intenção de fazer o mesmo que o governo dos EUA de Donald Trump já trouxe impacto negativo para o Brasil. A comunidade árabe, com quem o país tem estreita relação comercial, especialmente na exportação de carnes, mostrou preocupação.

A viagem de uma comitiva brasileira ao Egito foi cancelada de última hora. No meio diplomático, isso foi visto como retaliação às declarações de Bolsonaro.

O presidente eleito também teve de rever declarações que fez sobre a China, um dos principais parceiros comerciais do Brasil. Ele vinha dizendo que os chineses queriam comprar todo o território brasileiro e ameaçou interromper os negócios com o país asiático.

Depois de encontro com embaixador chinês, ele deu entrevistas dizendo que manteria os negócios, mas sem viés ideológico.

Houve ainda um impasse com a Noruega depois que seu futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que o país escandinavo tinha muito a aprender com o Brasil sobre preservação.

A Noruega é o principal financiador internacional para a preservação da floresta amazônica. As declarações do aliado de Bolsonaro levaram à reação do embaixador norueguês no Brasil que, pelo Twitter.

Nils Martin Gunneng disse ter orgulho da parceria com o Brasil, que dura dez anos.

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