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Ladrão atende apelo de vítima e devolve exames da filha com doença rara

Caso foi registrado em Sertãozinho, no interior de São Paulo; bandidos tinham levado HD externo que continha dados sobre evolução médica da garota e o levaram de volta após pedido em redes sociais

ubiie Redação

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Após ter a casa invadida e furtada na segunda-feira (26/3), em Sertãozinho, no interior paulista, a antropóloga Karis Bertuzo, mãe de uma menina com doença rara, fez um apelo nas redes sociais, destaca o jornal O Estado de S. Paulo. Ela pediu para que os ladrões devolvessem pelo menos o HD externo de um notebook que havia sido levado, onde guardava informações sobre o tratamento da criança. Ela mal acreditou quando foi atendida.

No equipamento estavam exames recentes e todo o histórico do tratamento de Luiza, de 6 anos. A garota tem uma doença que afeta o desenvolvimento neurológico e motor.

Aos 3 anos, ela apresentou perda da fala, dificuldade de compreensão, desorganização da memória imediata e problemas de coordenação motora.

A família lançou campanha pelas redes sociais e conseguiu arrecadar R$ 160 mil para levar Luiza para um tratamento com células-tronco no México.

Todo o progresso obtido, gravado em vídeos e detalhado em relatórios minuciosos, estava no HD do notebook furtado. O material também pode ser útil para a identificação da doença, ainda desconhecida.

“Sem esse histórico ficava difícil acompanhar o desenvolvimento dela e fornecer dados para a comunidade científica encontrar o diagnóstico. Quando vimos que ele tinha sido levado, entramos em desespero”, escreveram Karis e o marido, o bibliotecário Marcos Bertuzo, no texto divulgado na internet.

Luiza ainda sofre distúrbios de linguagem, mas já anda de bicicleta, patinete, dança e brinca. Dentro de casa, contam os pais, ela é autônoma.

Na publicação, os pais até se dispuseram a pagar pelo resgate do HD e dos cartões de memória. “Ele pode nos ajudar a salvar a vida da Luiza”, diziam.

Surpresa

Quando a campainha soou, quase à meia-noite de terça-feira (27/3), Karis foi à porta da casa sem imaginar o que seria. “Quando estávamos em campanha pela Luiza, era gente que chegava de dia e de noite, então pensei que fosse algum amigo ou parente”, disse.

“Quando vi a pessoa estendendo o notebook, falei: ‘não acredito’, e dei um abraço nela. Só entendi que podia ser o ladrão quando ele me disse: ‘pega e entra'”, descreveu.

Segundo ela, Marcos correu para checar se nada havia sido apagado. “Felizmente, estava tudo lá. Não foi mexido.” O casal, agora, nem se importa em recuperar a TV e a máquina fotográfica, além de outros objetos levados no crime. “O que era essencial foi recuperado. Só temos de agradecer”, diz Karis.

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Imagem: wiki

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Política

Bolsonaro e Haddad abrem vantagem na corrida presidencial, aponta CNT/MDA

Os presidenciáveis Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) abriram vantagem na disputa por duas vagas no segundo turno das eleições de 2018, que acontecem em outubro.

ubiie Redação

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É o que aponta a pesquisa estimulada CNT/MDA, divulgada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) na manhã desta segunda-feira.

Longe das ruas desde o atentado do qual foi vítima, Bolsonaro atingiu os 28,2% da preferência do eleitorado, consolidando a sua liderança e caminhando para garantir a sua posição no segundo turno.

Na briga pela outra vaga para a fase final do pleito – o primeiro turno acontece em 7 de outubro –, Haddad segue a sua trajetória ascendente e alcançou os 17,6%, se consolidando na vice-liderança.

Ciro Gomes, do PDT, vem a seguir com 10,8% dos votos, seguido por Geraldo Alckmin (PSDB, com 6,1%), Marina Silva (Rede, com 4,1%), João Amôedo (Novo, com 2,8%), Álvaro Dias (Podemos, 1,9%), e Henrique Meirelles (MDB, com 1,4%).

Os demais candidatos não atingiram 1%. Votos brancos e nulos chegam a 13,4%, e eleitores indecisos são 12,3%.

Em um cenário de segundo turno entre Bolsonaro e Haddad, um dos simulados pelo levantamento, o ex-capitão do Exército vence a disputa com o ex-prefeito de São Paulo.

A pesquisa CNT/MDA ouviu 2.002 pessoas em 137 municípios de 25 estados do Brasil. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

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Política

Em campanha em SP, Ciro diz que só quer unir o Brasil ‘que é decente’

Ciro disse também que o povo brasileiro não é obrigado a “engolir as contradições do PT”

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O candidato do PDT ao Planalto, Ciro Gomes, que vem defendendo ser a escolha para unir o Brasil, afirmou, neste domingo, que só quer unir “o Brasil que é decente”.

O pedetista, que já chamou os eleitores de Jair Bolsonaro (PSL) de “inimigos da pátria” e “o lado mais truculento e egoísta da sociedade”, foi questionado, durante evento de campanha em São Paulo, sobre como pretender unir o país criticando uma parcela do eleitorado.

“Eu quero unir o Brasil que produz e trabalha, eu não quero unir todo mundo não. Nós temos que unir o Brasil que é decente, que respeita as diferenças, que respeita e tolera as orientações sexuais diversas das nossas, as mulheres, os negros, os quilombolas. O resto nós temos que derrotar”, disse Ciro.

Ele disse, no entanto, que, se for eleito, vai “produzir ambiente para eles [eleitores do Bolsonaro] trabalharem e produzirem”. “Encerradas as eleições, eu serei o presidente de todos os brasileiros”, declarou.

O evento na manhã deste domingo era para ter sido uma caminhada no Ibirapuera, mas a equipe de Ciro disse que o parque não autorizou a entrada das equipes de jornalistas. Ciro então encontrou rapidamente os apoiadores fora de um dos portões do parque e depois seguiu para uma agenda no Vale do Anhangabaú.

Aos jornalistas, Ciro disse também que o povo brasileiro não é obrigado a “engolir as contradições do PT” para derrotar o “fascismo” representado, segundo ele, por Bolsonaro.

“A reação ao fascismo não nos obrigará a engolir as contradições do PT. O PT já cometeu muita imprudência com o Brasil”, disse Ciro, após afirmar que Bolsonaro faz “apologia à violência, discrimina pela cor da pele, pela orientação sexual, porque é mulher, porque é índio”.

“O PT, que tem uma passagem importante, acostumou-se ao poder e acostumou-se a obrigar todo brasileiro de boa fé a ajudar eles. Dessa vez, não mais”, declarou.

Ciro pediu ainda que seus eleitores não transfiram sua decisão “para instituto de pesquisa”. O recado vem depois de um crescimento do novo candidato do PT, Fernando Haddad, que hoje está empatado com Ciro no segundo lugar, atrás de Bolsonaro.

“Ainda que [as pesquisas] sejam generosas conosco, pouco importa o que a pesquisa diz, o que importa é a nossa responsabilidade. Nós temos que dar ao povo brasileiro […] uma alternativa para não impor à nossa sociedade uma escolha que deixe o nosso Brasil ainda mais marcado pela divisão, pelo ódio, pela violência”, afirmou.

DELAÇÃO

O candidato do PDT foi questionado sobre a informação de que ele e seu irmão, Cid, são alvos de delação homologada no STF dos executivos da Galvão Engenharia, publicada na coluna do Lauro Jardim, no jornal O Globo.

“Não há a menor probabilidade, nenhuma chance de o meu nome estar envolvido em qualquer tipo de irregularidade. Desafio qualquer um de vocês a mostrar qualquer envolvimento meu”, disse Ciro.

Ele ainda afirmou não estar na mesma situação que adversários seus denunciados pelo Ministério Público de São Paulo. “O Haddad responde por denúncia do MP. O Alckmin responde por denúncia do MP, um punhado de familiares [dele] responde. Eu não respondo por nenhuma acusação de absolutamente nada”, disse.

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Política

Eleições 2018: voto nulo e branco é o mais forte em 16 anos

Segundo Datafolha, 13% dizem que não escolherão candidato; convicção do grupo é de 61%

ubiie Redação

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Falta menos de um mês para as eleições de 2018 e 13% dos eleitores afirmam estar dispostos a anular seu voto ou votar em branco para presidente. Os dados são da pesquisa Datafolha divulgada na última sexta-feira (14).

Segundo destaca a Folha de S. Paulo, o voto nulo e branco é o mais forte em 16 anos. E mais da metade dos eleitores estão convictos da decisão, dos que optam pelo voto nulo ou branco, 61% dizem que não mudarão de opinião.

O índice é bem superior ao encontrado em pesquisas Datafolha feitas cerca de um mês antes das eleições de 2014, 2010, 2006 e 2002 — era 6% em 2014 e 4% nas demais.

Nas eleições de 2014, 9,6% dos eleitores de fato anularam ou votaram em branco. Em 2010, foram 7%. A parcela de votos nulos e brancos pode ser superior, segundo o levantamento.

O diretor do Datafolha, Mauro Paulino, considera que o alto índice de intenções de voto nulo ou branco —e de convicção— revela uma “manifestação de descontentamento dos eleitores, de não se sentirem contemplados pela oferta de candidatos e de partidos que está aí”.

“O que a gente tem até aqui mostra ser grande a probabilidade que a gente tenha uma taxa de brancos e nulos maior do que nas últimas eleições”, diz Paulino.

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