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2 submarinos estadunidenses emergem do gelo no Ártico

ubiie Redação

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A Marinha dos EUA anunciou que dois de seus submarinos emergiram do gelo no Ártico e que se orgulha deste último avanço.

Trata-se do USS Hartford, de classe Los Angeles, e do USS Connecticut, de classe Seawolf. Ambos os submersíveis emergiram do gelo em pleno círculo polar ártico, em 10 de março, durante os exercícios marítimos internacionais Ice Exercise (ICEX) de 2018, realizados no norte do Alasca (EUA). A Marinha norte-americana publicou várias fotos da manobra.

“Do ponto de vista militar, geográfico e científico, o oceano Ártico é realmente único e segue sendo um dos mais desafiadores de todos os ambientes naturais do planeta”, afirmou o comandante do Centro de Desenvolvimento Militar de Submarino estadunidense, o contra-almirante James Pitts.


Marinheiro estadunidense no mar de Beaufort, no Ártico

Os exercícios realizam-se em conjunto com o submarino HMS Trenchant da Marina Real Britânica e ocorrem no Ártico a cada dois anos “para treinar e testar as capacidades militares dos submarinos de ambos os países em águas extremamente frias”. A Marinha estadunidense destaca que as manobras são uma oportunidade “para testar os sistemas de combate e de navegação, comunicações e sonoros”.

“Devemos treinar junto com nossas unidades de submarinos para continuar no nível mais exigente nesta parte do hemisfério. Por nossos submarinos permanecerem na superfície, esta é uma clara demonstração do nosso alto desempenho no Ártico”, destaca a Marinha dos EUA.


Submarino norte-americano USS Hartford no mar de Beaufort (Alasca)

O Ártico segue sendo um fator de forte rivalidade geopolítica. Se antes, aqui competiram apenas os Estados que queriam as regiões árticas, agora isso é realizado pelo bloco político-militar da OTAN, afirmam os especialistas.

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Homem espanca turista britânica que recusou sexo na Turquia

Vítima teve fraturas no crânio, no nariz e no olho

ubiie Redação

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Uma britânica que viajava pela Turquia foi agredida por um homem dentro do hotel em que estava quando se recusou a fazer sexo com ele. Emma Higginson, de 35 anos, foi vítima de fraturas no crânio, no nariz e no olho.

“Eu fui para o meu quarto e dormi, mas alguns minutos depois ele estava na minha cama tentando fazer sexo comigo. Eu disse que não estava interessada”, lembrou Emma. “Eu me lembro dele dizendo que eu não tinha respeito, mas eu disse que tinha um namorado. Ele então me bateu duas vezes e eu apaguei. Quando acordei eu estava na sacada e havia sangue por toda parte”, revela.

De acordo com a revista ‘Marie Claire’, autoridades turcas prenderam o vendedor de carros britânico Declan Marshall, de 27 anos, suspeito do espancamento. A polícia usou câmeras de segurança da boate para identificá-lo.

“Sinto muito pelos ferimentos que ela sofreu. Ela ficou muito machucada. Meu cliente contesta alguns fatos – ele estava muito bêbado e não consegue se lembrar muito além de empurrá-la muito levemente”, disse o advogado de Marshall ao jornal ‘The Sun’.

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Deslizamento de rochas atinge praia grega cheia de turistas (VÍDEO)

Turistas que estavam na praia Navagio, situada na ilha de Zaquintos, na Grécia, entraram em pânico ao serem surpreendidos por um desmoronamento de penhasco.

ubiie Redação

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No vídeo postado é possível ver o deslizamento de terra e pedras de um penhasco. Em seguida, os turistas correm assustados pelo estrondo da onda que se espalha pela areia.

O Corpo de Bombeiros e a Guarda Costeira da região entraram imediatamente em ação e, depois de realizar um trabalho de busca em terra e mar, informaram não haver desaparecidos.

“Até o momento não encontramos nenhuma pessoa presa [sob as pedras], mas continuaremos averiguando”, disse um oficial da equipe de resgate.

Uma mulher de nacionalidade tcheca sofreu ferimentos nas costas e foi encaminhada para o hospital mais próximo, onde um funcionário relatou à Reuters que seis pessoas, incluindo duas crianças, receberam cuidados médicos devido a ferimentos leves.

Uma turista relatou: “Houve um estrondo e uma pedra caiu, seguida por uma rocha maior e depois outra. Elas levantaram um redemoinho que derrubou [três] barcos”.

Por medida de precaução, as autoridades locais decidiram fechar a praia ao acesso público.

A praia Navagio é uma atração turística muito concorrida, inclusive por praticantes de bungee jump e outros esportes radicais.

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‘Em 35 anos da carreira nunca vi tanta atividade’: oceanos ‘estão explodindo’ (FOTOS)

No Atlântico, o furacão Florence não está sozinho, outros estão se desenvolvendo, enquanto no Pacífico também se regista uma importante atividade ciclônica.

ubiie Redação

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No hemisfério norte surgiram cinco tormentas nesta semana, entre elas está o perigoso furacão Florence, que se aproxima da costa leste dos EUA, informou o Centro Nacional de Furacões (NHC, da sigla inglesa) norte-americano.

No Atlântico, o Florence (de categoria 2) não está sozinho, porque na parte oriental do oceano está se desenvolvendo o furacão Helene, de categoria 1, que avança na direção nordeste para a Europa. Prevê-se que o Helene perca força durante o seu caminho e chegue à parte ocidental do continente europeu em forma de tormenta, no início da semana que vem.


Imagem infravermelha de satélite do oceano Atlântico tirada a 11 de setembro de 2018

Entretanto, no mar do Caribe a tormenta tropical Isaac segue seu curso através das Antilhas Menores com ventos de mais de 70 quilômetros por hora na direção oeste, embora também se prognostique que possa perder potência e chegue à Jamaica em forma de depressão tropical na próxima segunda-feira.

No oceano Atlântico está se formando ainda outra tormenta, a Joyce, que se dirige para as ilhas portuguesas dos Açores, aonde, segundo a previsão do NHC, chegará como depressão tropical no início da semana que vem.

Porém, isso não é tudo: a 13 de setembro no centro do golfo do México foi registrada uma perturbação que, em 48 horas, poderia se converter em tormenta tropical.
Por outro lado, no oceano Pacífico, o super-tufão Mangkhut se aproxima da parte norte das Filipinas, onde as autoridades ordenaram a evacuação da população.

O meteorologista Tim Heller escreveu no Twitter que, durante os 35 anos de sua carreira, “nunca viu tanta atividade ao mesmo tempo nos trópicos”.

Durante 35 anos de previsão do tempo na TV, eu nunca vi tanta atividade nos trópicos ao mesmo tempo.

Segundo o The Washington Post, os oceanos “estão explodindo com atividade ciclônica” e a formação simultânea de várias tormentas no Atlântico deve-se ao súbito alinhamento de dois fatores que os propiciam: a energia e o vento. Os ventos fortes na atmosfera podem impedir o desenvolvimento de tormentas a altitudes mais baixas e atualmente se registram ventos atmosféricos moderados na região. Além disso, o cisalhamento do vento atingiu seu mínimo sazonal, fazendo com que qualquer perturbação tropical incipiente se converta em tormenta.

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