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Apple se une a grupo para criar tecnologia de compressão de vídeo mais eficiente

ubiie Redação

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A Apple acaba de se unir à Alliance for Open Media, grupo formado por várias gigantes da tecnologia como Amazon, Google, Facebook, Netflix, Hulu e Intel, com o objetivo de, juntas, criarem uma nova tecnologia de compressão de vídeos chamada AV1.

O AV1 será mais eficiente do que as tecnologias atuais, e as gigantes pretendem torná-lo o codec padrão da indústria em um futuro próximo. A Maçã não anunciou sua entrada para a aliança oficialmente, mas o nome da companhia foi discretamente adicionado à lista de empresas participantes no site do projeto.

Segundo o Alliance for Open Media, o novo codec será livre de direitos autorais e de código aberto, com o objetivo final de unificar a indústria de mídia rumo a um futuro universalizado. Isso porque, atualmente, as fabricantes de dispositivos e softwares usam padrões diferentes, e quem sai lesado, aqui, acaba sendo o consumidor, muitas vezes.

A Google, por exemplo, usa o VP9 para vídeos 4K, padrão este que não é suportado pelo navegador Safari, da Apple. Isso significa que, ao abrir o YouTube no Safari, o usuário não consegue assistir a vídeos na resolução 4K, precisando usar o Chrome para isso. Portanto, um codec universal beneficiará tanto as companhias, quanto os usuários, no final das contas.

A aliança entre as gigantes da indústria tecnológica começou em 2015, com o Facebook aceitando fazer parte dela em novembro de 2017. Agora, com a chegada da Apple, espera-se que a coisa caminhe ainda mais rapidamente rumo à criação do AV1.

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Tecnologia

China está desenvolvendo versão da Máquina Z, o maior gerador de raios X do mundo

Considerada o gerador de raios X maior do mundo, a China desenvolveu sua própria versão da chamada máquina Z, operada pelo Laboratório Nacional Sandia (SNL), na cidade norte-americana de Albuquerque.

ubiie Redação

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Construída com o propósito de observar o comportamento das partículas em condições extremas de radiação e pressão magnética, a máquina pode ser utilizada para criar armas nucleares, desde ogivas a bombas de hidrogênio.

Para desbancar os norte-americanos nesse setor, os chineses estão desenvolvendo um dispositivo que liberará muito mais eletricidade do que a Máquina Z, com a finalidade de simular explosões termonucleares a uma escala sem precedentes, comunica o South China Morning Post.
Enquanto que a unidade americana de Albuquerque tem a capacidade de gerar 2,7 milhões de joules de energia, a versão chinesa poderá em breve gerar 60 milhões, o que poderá ajudar os cientistas a estudar o comportamento de novos modelos de ogivas e outras armas em condições extremas.

A Academia de Engenharia Física da China (CAEP), a pedido da Defesa chinesa, é responsável pela construção da máquina em uma base nuclear, localizada na cidade de Mianyang, comunica o jornal.

Segundo o professor Liu Bo, do Instituto de Ciência e Tecnologia Nuclear da Universidade de Sichuan, localizado na cidade chinesa de Chengdu, o aparelho pode ser suficiente para “iniciar uma fusão”, podendo tanto ser utilizado para o desenvolvimento de armas de destruição em massa como para criar tecnologias que gerem energia limpa em quantidades praticamente ilimitadas.

Em maio deste ano, o jornal China Youth Daily afirmou que a CAEP busca ganhar dos EUA no setor de desenvolvimento de armas nucleares, tornando-se este o principal objetivo dos cientistas chineses que trabalham em instalações altamente secretas.

O presidente norte-americano, Donald Trump, classificou a situação como “corrida armamentista incontrolável”, lamentando que os países tenham que investir grandiosos valores no desenvolvimento militar.

Como resposta a Trump, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Geng Shuang, afirmou que Pequim nunca fez parte de nenhum tipo de disputa armamentista e que “não constitui ameaça para nenhum país”.

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Tecnologia

Robôs-táxis começam a levar passageiros nos Estados Unidos

Os passageiros precisam baixar um aplicativo e pagar a corrida via cartão de crédito

ubiie Redação

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RAFAEL BALAGO – A Waymo, empresa ligada ao Google, lançou na semana passada um serviço de táxi autônomo na região de Phoenix, Arizona, no Oeste dos Estados Unidos.Apelidado de robô-taxi, o serviço faz viagens desde o dia 5 de dezembro numa área de cerca de 160 km², que abrange áreas de subúrbio. Inicialmente, apenas pessoas que receberam convites podem pedir viagens.

Os passageiros precisam baixar um aplicativo e pagar a corrida via cartão de crédito. O preço é similar ao do Uber ou do Lyft no país: cerca de US$ 7,50 (cerca de R$ 30) por um trajeto de cinco quilômetros.

A empresa não revelou exatamente quantos veículos estão em teste, mas falou em “centenas”.

Embora o carro seja guiado de forma autônoma, um motorista fica a postos para assumir a direção em caso de necessidade. Nos bancos de trás, há monitores sensíveis ao toque que dão as boas-vindas ao passageiro e passam informações sobre o trajeto. Uma voz automatizada avisa os movimentos que o carro fará, como virar à esquerda.

Numa viagem de teste feita pela agência de notícias Reuters, o veículo se movimentou de forma bastante contida, como se fosse um condutor recém-habilitado.

Embora seja capaz de ler as placas de trânsito e de detectar objetos e pessoas ao redor, o sistema teve dificuldade para entender as intenções de pedestres e parou diante de um homem que esperava na esquina, mas que não tinha intenção de atravessar a rua, por exemplo.Neste teste, o carro fez algumas trocas de faixa de um jeito um tanto confuso. Em um momento, ele atravessou três pistas de uma vez para chegar a um estacionamento.

O avanço dos veículos autônomos ocorre em meio à uma grande disputa entre empresas de tecnologia e fabricantes de automóveis, que buscam começar a ganhar dinheiro com o serviço para compensar anos de investimento para criar os sistemas que pretendem substituir o trabalho do motorista.

A General Motors anunciou que pretende lançar seu serviço de robô-táxi em 2019 e a Ford, em 2021. A Uber também tem planos, mas não divulgou datas.

No entanto, as regras para este mercado ainda precisam ser definidas. O Senado dos EUA debate há mais de um ano uma lei para regular a circulação. No país, alguns Estados permitem testes, e outros não.

O Brasil também precisa criar suas regras para estes novos tipos de veículo, sob risco de se repetir os confrontos gerados com a chegada repentina de aplicativos como o Uber, alguns anos atrás.

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Espaço

Astrônomos se aproximam da descoberta histórica do ‘Planeta X’

Astrônomos receberam fotos detalhadas do céu onde pode estar o nono misterioso planeta gigantesco do Sistema Solar. Eles têm “80% de certeza” de que conseguirão encontrá-lo nas imagens caso exista realmente, declarou o astrônomo Michael Brown.

ubiie Redação

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“Pela primeira vez nós conseguimos passar sete dias observando sem parar. Penso que se encontrarmos o ‘Planeta X’, ele vai estar escondido justamente nestes dados. Eles cobrem uns 85% do céu onde deve estar. Se realmente houver algo lá, as chances da descoberta do planeta são de 95%”, afirmou.

No início de 2016, os astrônomos Michael Brown e Konstantin Batygin declararam ter conseguido calcular a localização do misterioso “Planeta X”, nono planeta do Sistema Solar, que estaria localizado a 41 bilhões de km do Sol e que pesa 10 vezes mais do que a Terra. O “nono” planeta passaria 14 mil anos para dar uma volta ao redor do Sol.

Até hoje não há informações concretas sobre a existência e localização exata do planeta, além do movimento estranho dos planetas anões no Cinturão de Kuiper. Há também alguns dados sobre possível órbita do corpo celeste, inclinado a 30 graus.
As buscas pelo planeta não trouxeram sucesso até então, mas a zona de busca já foi demarcada.

Um ano atrás, Brown e Batygin começaram a buscar “Planeta X” com ajuda do telescópio Subaru no arquipélago do Havaí, passando uma semana observando a suposta órbita.

As primeiras tentativas de receber fotos não deram frutos por causa das condições climáticas desfavoráveis e problemas no funcionamento do observatório. Agora a equipe de astrônomos procura encontrar nas imagens finalmente obtidas vestígios do nono planeta.

“O nosso problema principal, eu receio, será a própria Via Láctea […] que entra parcialmente na zona de busca onde há milhares de estrelas. O resplendor foi tão brilhante que nem tentamos procurar o ‘Planeta X’ nesta parte do céu”, explicou o pesquisador.

Entretanto, Brown e Batygin têm certeza de que as suas hipóteses sobre a localização do planeta misterioso são corretas, avaliando a possibilidade de existência do corpo celeste em 99,8%.

Segundo os dois cientistas, não há explicações razoáveis das anomalias no comportamento dos planetas anões do Cinturão de Kuiper a não ser a teoria deles.

Se eles não conseguirem encontrar o “Planeta X” nos dados recebidos, em fevereiro de 2019 será realizada mais uma rodada de observações, no decorrer da qual eles querem examinar a Via Láctea para encontrar o gigante gasoso em uma pilha de estrelas.

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