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Novas regras para viagens de avião asseguram direitos dos passageiros

Viajantes devem ficar atentos às novas regras para passagens e deslocamentos aéreos, para evitar transtornos na hora de embarcar

ubiie Redação

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Um levantamento do Ministério do Turismo aponta que o avião será o principal meio de transporte dos viajantes: 58,9% dos turistas brasileiros pretendem usar o transporte para se deslocar.

Por isso, os passageiros devem ficar atentos às novas regras para passagens aéreas e evitar transtornos na hora do embarque. Confira abaixo alguns direitos e deveres dos viajantes:

Direitos

– Passageiros têm direito à manutenção das passagens de volta quando não conseguirem viajar no trecho de ida. Para tanto, é preciso informar à companhia aérea da desistência até a hora do primeiro voo. Assim, não há cobranças extras.

– Aqueles que desistirem ou mudarem os voos têm direito ao reembolso ou estorno até sete dias após o pedido de cancelamento ou alteração.

– Quando o passageiro cancela a compra da viagem até 24h depois da compra, ele tem direito ao cancelamento sem custos extras. Essa regra se aplica se a desistência ocorrer com pelo menos sete dias de antecedência do voo.

– É possível escolher como o reembolso será feito: pode ser abatido em uma nova passagem ou em dinheiro.

Passagens compradas sem data para o uso têm validade de até um ano.

– Quando os voos atrasam mais de quatro horas ou são cancelados, os passageiros têm direito à assistência da empresa aérea, que deve reacomodar ou reembolsar os consumidores, além de fornecer alimentação.

– Valor da franquia da bagagem deve ser informado na compra da passagem.

Deveres

– Passageiros precisam chegar ao aeroporto no horário estipulado pela companhia aérea para o embarque. Caso contrário, a entrada no avião pode ser barrada e a empresa pode cobrar taxas adicionais por causa do atraso.

– Quem precisar de atendimento especial das companhias aéreas deve especificar o serviço na hora da compra da passagem ou até 48 horas antes do voo.

– Para levar animais no voo, o lugar do bichinho deve ser reservado com antecedência. A viagem do animal também está sujeita ao pagamento de taxas, além de apresentar o cartão de vacinação e atestado de saúde. Eles devem ser transportados em caixas especiais com grades. Com informações do Portal Brasil.

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Política

Bolsonaro e Haddad abrem vantagem na corrida presidencial, aponta CNT/MDA

Os presidenciáveis Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) abriram vantagem na disputa por duas vagas no segundo turno das eleições de 2018, que acontecem em outubro.

ubiie Redação

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É o que aponta a pesquisa estimulada CNT/MDA, divulgada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) na manhã desta segunda-feira.

Longe das ruas desde o atentado do qual foi vítima, Bolsonaro atingiu os 28,2% da preferência do eleitorado, consolidando a sua liderança e caminhando para garantir a sua posição no segundo turno.

Na briga pela outra vaga para a fase final do pleito – o primeiro turno acontece em 7 de outubro –, Haddad segue a sua trajetória ascendente e alcançou os 17,6%, se consolidando na vice-liderança.

Ciro Gomes, do PDT, vem a seguir com 10,8% dos votos, seguido por Geraldo Alckmin (PSDB, com 6,1%), Marina Silva (Rede, com 4,1%), João Amôedo (Novo, com 2,8%), Álvaro Dias (Podemos, 1,9%), e Henrique Meirelles (MDB, com 1,4%).

Os demais candidatos não atingiram 1%. Votos brancos e nulos chegam a 13,4%, e eleitores indecisos são 12,3%.

Em um cenário de segundo turno entre Bolsonaro e Haddad, um dos simulados pelo levantamento, o ex-capitão do Exército vence a disputa com o ex-prefeito de São Paulo.

A pesquisa CNT/MDA ouviu 2.002 pessoas em 137 municípios de 25 estados do Brasil. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

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Política

Em campanha em SP, Ciro diz que só quer unir o Brasil ‘que é decente’

Ciro disse também que o povo brasileiro não é obrigado a “engolir as contradições do PT”

ubiie Redação

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O candidato do PDT ao Planalto, Ciro Gomes, que vem defendendo ser a escolha para unir o Brasil, afirmou, neste domingo, que só quer unir “o Brasil que é decente”.

O pedetista, que já chamou os eleitores de Jair Bolsonaro (PSL) de “inimigos da pátria” e “o lado mais truculento e egoísta da sociedade”, foi questionado, durante evento de campanha em São Paulo, sobre como pretender unir o país criticando uma parcela do eleitorado.

“Eu quero unir o Brasil que produz e trabalha, eu não quero unir todo mundo não. Nós temos que unir o Brasil que é decente, que respeita as diferenças, que respeita e tolera as orientações sexuais diversas das nossas, as mulheres, os negros, os quilombolas. O resto nós temos que derrotar”, disse Ciro.

Ele disse, no entanto, que, se for eleito, vai “produzir ambiente para eles [eleitores do Bolsonaro] trabalharem e produzirem”. “Encerradas as eleições, eu serei o presidente de todos os brasileiros”, declarou.

O evento na manhã deste domingo era para ter sido uma caminhada no Ibirapuera, mas a equipe de Ciro disse que o parque não autorizou a entrada das equipes de jornalistas. Ciro então encontrou rapidamente os apoiadores fora de um dos portões do parque e depois seguiu para uma agenda no Vale do Anhangabaú.

Aos jornalistas, Ciro disse também que o povo brasileiro não é obrigado a “engolir as contradições do PT” para derrotar o “fascismo” representado, segundo ele, por Bolsonaro.

“A reação ao fascismo não nos obrigará a engolir as contradições do PT. O PT já cometeu muita imprudência com o Brasil”, disse Ciro, após afirmar que Bolsonaro faz “apologia à violência, discrimina pela cor da pele, pela orientação sexual, porque é mulher, porque é índio”.

“O PT, que tem uma passagem importante, acostumou-se ao poder e acostumou-se a obrigar todo brasileiro de boa fé a ajudar eles. Dessa vez, não mais”, declarou.

Ciro pediu ainda que seus eleitores não transfiram sua decisão “para instituto de pesquisa”. O recado vem depois de um crescimento do novo candidato do PT, Fernando Haddad, que hoje está empatado com Ciro no segundo lugar, atrás de Bolsonaro.

“Ainda que [as pesquisas] sejam generosas conosco, pouco importa o que a pesquisa diz, o que importa é a nossa responsabilidade. Nós temos que dar ao povo brasileiro […] uma alternativa para não impor à nossa sociedade uma escolha que deixe o nosso Brasil ainda mais marcado pela divisão, pelo ódio, pela violência”, afirmou.

DELAÇÃO

O candidato do PDT foi questionado sobre a informação de que ele e seu irmão, Cid, são alvos de delação homologada no STF dos executivos da Galvão Engenharia, publicada na coluna do Lauro Jardim, no jornal O Globo.

“Não há a menor probabilidade, nenhuma chance de o meu nome estar envolvido em qualquer tipo de irregularidade. Desafio qualquer um de vocês a mostrar qualquer envolvimento meu”, disse Ciro.

Ele ainda afirmou não estar na mesma situação que adversários seus denunciados pelo Ministério Público de São Paulo. “O Haddad responde por denúncia do MP. O Alckmin responde por denúncia do MP, um punhado de familiares [dele] responde. Eu não respondo por nenhuma acusação de absolutamente nada”, disse.

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Política

Eleições 2018: voto nulo e branco é o mais forte em 16 anos

Segundo Datafolha, 13% dizem que não escolherão candidato; convicção do grupo é de 61%

ubiie Redação

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Falta menos de um mês para as eleições de 2018 e 13% dos eleitores afirmam estar dispostos a anular seu voto ou votar em branco para presidente. Os dados são da pesquisa Datafolha divulgada na última sexta-feira (14).

Segundo destaca a Folha de S. Paulo, o voto nulo e branco é o mais forte em 16 anos. E mais da metade dos eleitores estão convictos da decisão, dos que optam pelo voto nulo ou branco, 61% dizem que não mudarão de opinião.

O índice é bem superior ao encontrado em pesquisas Datafolha feitas cerca de um mês antes das eleições de 2014, 2010, 2006 e 2002 — era 6% em 2014 e 4% nas demais.

Nas eleições de 2014, 9,6% dos eleitores de fato anularam ou votaram em branco. Em 2010, foram 7%. A parcela de votos nulos e brancos pode ser superior, segundo o levantamento.

O diretor do Datafolha, Mauro Paulino, considera que o alto índice de intenções de voto nulo ou branco —e de convicção— revela uma “manifestação de descontentamento dos eleitores, de não se sentirem contemplados pela oferta de candidatos e de partidos que está aí”.

“O que a gente tem até aqui mostra ser grande a probabilidade que a gente tenha uma taxa de brancos e nulos maior do que nas últimas eleições”, diz Paulino.

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