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Filmes e séries

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Filme de Will Smith ultrapassou os 10 milhões de espetadores em três dias

O número de espetadores nos EUA dá cada vez mais força à estratégia de lançar filmes através do serviço de streaming.

ubiie Redação

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O novo filme de Will Smith exclusivo da Netflix, ‘Bright’, parece ser um sucesso entre os subscritores do serviço. Diz a Variety que, de acordo com o relatório da Nielsen, o filme teve 11 milhões de espectadores nos primeiros três dias.

Mesmo que não tenha sido recebido da melhor forma pelos críticos, ‘Bright’ consegue ainda assim atestar o sucesso da estratégia de programação original da Netflix ao agradar aos subscritores. Além disso, vem ainda responder à indústria cinematográfica de Hollywood a respeito da estreia de filmes diretamente nestes serviços de streaming.

Entretanto a Netflix já garantiu que ‘Bright’ terá direito a uma continuação, sendo que 2018 continuarão a ser lançadas séries e filmes originais.

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Filmes e séries

‘Democracia em Vertigem’: Netflix lança trailer de documentário sobre impeachment de Dilma (VÍDEO)

Foi divulgado nesta quarta-feira (5) o primeiro trailer do documentário “Democracia em Vertigem”, da cineasta Petra Costa, que terá sua estreia na Netflix em 19 de junho.

ubiie Redação

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A diretora Petra Costa, das aclamadas obras “Elena” e “O Olmo e a Gaivota”, analisa o processo de impeachment de Dilma Rousseff, colocando em perspectiva a sua própria história pessoal e a ascensão e queda do PT, bem com a emergência do governo de Jair Bolsonaro.

“Eu e a democracia brasileira temos quase a mesma idade. Eu achava que nos nossos 30 e poucos anos, estaríamos pisando em terra firme. Eu tinha 19 anos quando o Lula foi eleito. Me lembro da euforia. Parecia um grande passo para a nossa democracia”, diz a narração de Petra Costa ao começo do vídeo.

“Eu temo que a nossa democracia tenha sido apenas um sonho efêmero”, completa a narração da cineasta ao final do trailer.

Abordando o processo que desencadeou na polaridade da população brasileira e lançando um olhar crítico sobre a democracia no país, a obra promete dividir o público, seguindo os passos de outras produções cinematográficas que abordaram os recentes acontecimentos políticos do país. O filme estreia na plataforma de streaming Netflix em 19 de junho de 2019.

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‘Os Bolsonaros têm relações com a esgotosfera do crime’, diz Padilha

O cineasta José Padilha escreveu um artigo no jornal Folha de S.Paulo no qual disse que Moro perdeu a independência política

ubiie Redação

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Em 16 de abril, o cineasta José Padilha escreveu um artigo no jornal Folha de S.Paulo no qual reconhecia “o erro” que cometeu. Referia-se a Sergio Moro, que, segundo o diretor, perdeu a independência política, “finge não saber o que é milícia e hoje trabalha para a família Bolsonaro”.

Essa nova visão do ministro da Justiça e Segurança Pública não afetou o juiz Paulo Rigo, personagem da série “O Mecanismo” inspirado em Sergio Moro. “Estou contando uma história na qual, quando aconteceu, Moro tinha coisas positivas, independente de possíveis mudanças posteriores”, diz Padilha, criador da série.

A estreia da segunda temporada acontece na próxima sexta (10), e Padilha se diz preparado para as críticas: “Sou antipetista, antipeessedebista e antipeemedebista. Mas só me criticam por ser antipetista. Acho que a Dilma sofreu um golpe, mas sempre achei que o PT roubou. E essas coisas são compatíveis, sim”.

Leia abaixo os melhores trechos da entrevista que aconteceu na terça (7).

*Pergunta – Você disse que não pensou em mudar a representação do juiz Sérgio Moro na segunda temporada de “O Mecanismo”. Mas haverá uma terceira, quarta, quinta temporada para mostrar isso? O que você planejou?

José Padilha – Eu não estou fazendo uma série sobre o Sergio Moro. Estou fazendo uma série sobre o mecanismo, que ele é real e opera independente do partido político. Serra foi denunciado, Temer foi preso, Lula está na cadeia. O mecanismo não tem ideologia, ele é a forma pela qual a política se estruturou no Brasil desde o primeiro governo democrático. Agora, eu não sei quem mais é o Moro. Eu vejo duas possibilidades: ele não olhou direito onde estava entrando e, como o Fernando Henrique, é muito vaidoso. Não se deu ao trabalho de olhar o histórico dos Bolsonaros. Os Bolsonaros têm relações com a esgotosfera do crime organizado carioca. Ele é de Curitiba, talvez não saiba. A outra possibilidade é que ele sabia o que estava fazendo e ele fez. Aí o Moro é totalmente diferente de quem eu pensei que ele fosse.

P – Mas há uma terceira temporada planejada?

JP – A gente não pode falar sobre isso. O Netflix me proíbe. Eu estou censurado, como se fosse o Toffoli [risos]. Mas é uma questão econômica. A nossa série é muito mais cara do que todas as outras séries do Netflix no Brasil. Então temos que olhar o resultado versus o custo.

P – Quanto custa cada episódio?

JP – Eu não posso te dizer… E a abertura dessa temporada, que mostra políticos como FHC, Lula, Temer e muitos outros enquanto toca a canção “se gritar pega ladrão, não fica um, meu irmão”? Essa é a abertura que eu tinha proposto para a primeira temporada. Mas tinha aquele pensamento com a série: “será que a gente vai ser processado por alguém? Por todos?”. Aí resolvemos fazer uma abertura inócua, que foi ao ar na primeira temporada. E então começou a ser todo mundo preso, acusado, e não houve processos contra nós. Aí eu quis de novo usar a abertura e dessa vez deu certo.

P – Será que justamente essa nova abertura não vai dar processo?

JP – Não sei. Estou mostrando a história do Brasil, do presidencialismo democrático. Eu me dei ao trabalho de separar o refrão de forma que quando diz “se gritar pega ladrão, não fica um, meu irmão” só aparecem imagens de quem foi condenado. No resto da música aparecem os outros.

P – Os atores que representam políticos reais usam outro nome na série. Lula é Gino, Sérgio Moro é Paulo Rigo e por aí vai. Você pediu a eles que se inspirassem nos personagens ou, ao contrário, que não se inspirassem?

JP – Não precisei fazer isso, foi automático. Esses atores são todos faixa preta, não tem nenhum de primeira viagem. Não precisei falar nada. No final de “Tropa de Elite 2” (2010) tem aquela fala em Brasília… “Quem diria que a milícia iria parar em Brasília?”. Fui uma bola de cristal desgraçada, mas eu nunca imaginei que isso fosse acontecer. Mas aconteceu. Na verdade, estava falando de deputados eleitos com votos de milícia. Não estava falando do Jair e do Flávio Bolsonaro, mas aconteceu.

P – Você acha que a transformação do capitão Nascimento em um herói contribuiu para tornar a direita menos envergonhada de se assumir?

JP – No “Ônibus 174” (2002), eu mostro como o estado produz criminosos violentos na figura do Sandro Nascimento [ex-menino de rua que sequestrou o ônibus]. Aí eu quis fazer o outro lado da moeda, como o Estado forma policiais violentos.

P – O “Tropa de Elite” (2007), certo?

JP – Sim. Aí eu vou dar o mesmo nome para o personagem, Nascimento. Ao fazer seu sucessor, porque ele vai ter um filho e não quer morrer, ele vai fazer um cara igual a ele. Vai pegar um cara legal e transformar nele.

Para mim, é claro que o Nascimento é um cara que tortura, eu mostro ele torturando. Para meu espanto, um número razoável de brasileiros achou aquilo ótimo. Mais ou menos o que o Scorsese disse quando viu seu “Taxi Driver” no cinema: “Caralho, os caras estão aplaudindo o cara!”. Me disseram mesmo isso: “Tem muita gente de direita que saiu do armário por causa desse filme e agora a gente está vendo eles”.

O texto é do jornalista Ivan Finotti

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Ganhador do Oscar, filme ‘Gladiador’ deve ganhar sequência após 18 anos

Longa deve acompanhar a história do menino Lucius já adulto

ubiie Redação

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O diretor Ridley Scott está trabalhando numa sequência para o filme “Gladiador”, lançado no ano 2000. Segundo a imprensa americana, o longa vai seguir a história de Lucius, filho de Lucilla (Connie Nielsen) que é salvo pelo protagonista Maximus (Russell Crowe), no primeiro filme.

O projeto, ainda em fase embrionária, está sendo negociado com a distribuidora Paramount.

Já o roteiro ficará sob os cuidados de Peter Craig, o mesmo por trás de “Jogos Vorazes” 1 e 2 e que trabalha atualmente na sequência de “Top Gun – Ases Indomáveis”, clássico dos anos 1980.

Em 2017, Ridley Scott chegou a falar sobre seu desejo de fazer uma sequência para “Gladiador”. Na ocasião, o diretor falava sobre uma forma de trazer Russell Crowe e seu personagem, Maximus, de volta para o longa, apesar de ele ter morrido no primeiro longa.

“Gladiador” foi indicado a 11 Oscars, tendo vencido cinco deles, incluindo melhor filme e melhor ator para Russell Crowe. O longa rendeu mais de US$ 460,5 milhões (R$ 1,7 bilhão). Além de Russell Crowe, também fizeram parte do elenco Connie Nielsen e Joaquin Phoenix.

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