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Imperador do Japão atrai multidão recorde em aniversário enquanto se prepara para abdicar

ubiie Redação

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Uma multidão recorde homenageou o imperador Akihito, de 84 anos, no palácio imperial de Tóquio, no sábado, em sua primeira festa de aniversário desde que a data da sua abdicação foi anunciada.

O aniversário do imperador é tradicionalmente marcado por um feriado nacional e o Palácio Imperial ao público no dia.

Adeptos agitaram pequenas bandeiras japonesas e sustentaram smartphones enquanto o Imperador Akihito, cuja posição é cerimonial sem poder político, dirigiu-se a eles de uma varanda, acompanhado por sua esposa e outros membros da família imperial.

A multidão de 52.300 pessoas, de acordo com a Agência Imperial, foi a maior participação em aniversário durante o reinado simbólico de 29 anos de Akihito, conhecido como a era “Heisei”, que significa “alcançar a paz” em japonês.

“Neste dia, quando enfrentamos o frio, meus pensamentos vão para aqueles que sofreram com tufões e chuvas intensas, bem como as vítimas do grande terremoto do leste do Japão que continuam a levar vidas difíceis”, disse ele, referindo-se ao terremoto e tsunami de 2011 que mataram e deslocaram dezenas de milhares na costa leste do país.

Juntamente com a Imperatriz Michiko, Akihito passou muito do seu reinado abordando o legado da Segunda Guerra Mundial, que foi travada em nome de seu pai, Hirohito, e consolando vítimas de desastres, como o terremoto de 2011.

No início deste mês, um Conselho Imperial da Família de 10 membros concordou que Akihito abdicaria em 30 de abril de 2019, antes de passar o Trono de Crisântemo ao filho mais velho, o Príncipe Herdeiro Naruhito.

Em comentários feitos à mídia, Akihito disse que usaria os dias restantes de seu reinado para desempenhar seus deveres e se preparava para “passar a tocha para a próxima era”.

Akihito passou por cirurgia cardíaca e tratamento para câncer de próstata e disse no ano passado que temia fazer grande esforço para cumprir suas obrigações reais devido à sua idade.

O Japão aprovou uma lei este ano dando-lhe permissão para abdicar, regra limitada apenas a ele, já que a lei existente não prevê abdicação.

A última vez que um imperador japonês abdicou foi em 1817.

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Imagem: Japan Today

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Japão

Japão e EUA se preparam para proteger ilhas disputadas em caso de invasão chinesa

Em janeiro do ano corrente, o Japão e os EUA realizaram pela primeira vez na história exercícios teóricos “à mesa” sediados no Ministério da Defesa do Japão, em Tóquio, com a participação de três tipos de tropas, comunica a mídia japonesa.

ubiie Redação

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De acordo com a agência Kyodo, o tema do encontro foi “Defesa das Ilhas Senkaku”, o que significa que os dois países estão desenvolvendo um plano para proteger o respectivo território de uma possível invasão chinesa. Adianta-se que os exercícios contaram com a participação de funcionários da Marinha dos EUA nos oceanos Índico e Pacífico. Esta foi a primeira vez que o respectivo tema é discutido.

Segundo o cenário elaborado para os exercícios, os territórios disputados com a China são invadidos por barcos “de pesca” armados chineses. As forças policiais japonesas são insuficientes para expulsá-los e as Forças de Autodefesa do Japão entram em ação. A China reage imediatamente enviando suas tropas, isso provoca um confronto militar.

Este não é o primeiro evento visando o estreitamento dos laços militares entre os dois países — em 27 de setembro, o Japão e os EUA realizaram pela primeira vez exercícios conjuntos envolvendo um bombardeiro estratégico B-52 sobre o mar da China Oriental.

As Ilhas Senkaku são objeto de disputa entre a China e o Japão. Enquanto Tóquio afirma que tem ocupado o território desde 1895, Pequim faz lembrar que nos mapas japoneses datados de 1783 e 1785 as ilhas são marcadas como território chinês. Após a Segunda Guerra Mundial, as ilhas eram controladas por Washington e depois foram entregues ao Japão, em 1972.

Entretanto, Taiwan e a China continental consideram que ocupação japonesa das ilhas é ilegal, enquanto Tóquio considera que o governo chinês passou a se interessar por esses territórios apenas a partir da década de 70, quando se revelou que eles eram ricos em recursos minerais.

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Japão

Bilionário japonês será 1º turista espacial da empresa SpaceX

O colecionador de arte, ex-músico indie e empresário da moda de 42 anos foi anunciado nesta segunda-feira como o passageiro misterioso pelo fundador da SpaceX

ubiie Redação

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O japonês bilionário Yusaku Maezawa, famoso por desembolsar uma quantia recorde num quadro do artista Basquiat em 2017, pretende fazer história novamente ao virar o primeiro turista a orbitar a Lua.

O colecionador de arte, ex-músico indie e empresário da moda de 42 anos foi anunciado nesta segunda-feira como o passageiro misterioso pelo fundador da SpaceX, Elon Musk, na sede da empresa em Los Angeles.

Musk afirmou que a viagem será feita com o mega foguete da empresa, o Big Falcon Rocket (BFR), que ainda não está pronto.

A última vez que o homem orbitou, ou mesmo pisou na Lua, foi há 46 anos, na missão derradeira do programa Apollo da Nasa, em 1972. Apenas 24 astronautas, todos homens e americanos, já visitaram o satélite natural da Terra e apenas 12 desceram para uma caminhada lunar.

A primeira missão tripulada a orbitar a Lua aconteceu em 1968. Sete meses depois, em julho de 1969, Neil Armstrong (1930-2012) dava seu “pequeno passo para um homem, um salto gigantesco para a humanidade”, como declarou na época.

Maezawa tem uma fortuna avaliada em US$ 3 bilhões pela revista “Forbes”. Em 2017, apareceu na imprensa do mundo todo ao pagar US$ 110 milhões por uma pintura de Jean-Michel Basquiat (1960-1988), maior valor para uma obra de artista americano em leilão.

Além da extensa coleção de arte contemporânea, com a qual pretende abrir um museu no Japão, Maezawa é dono de um império de moda online no Japão. Sua empresa Start Today reúne uma série de lojas de roupas na internet, como a Zozotown, que declara ser a maior do país.

Recentemente, lançou um serviço digital para tirar medidas do corpo e personalizar ternos e calças.

Ele começou sua carreira como músico. Deixou de ir à faculdade para tocar com sua banda de indie rock na Califórnia e, ao voltar ao Japão em 1995, passou a vender catálogos de CDs e discos pelo correio. Excêntrico, chegou a fazer um anúncio de resultados da Start Today vestido de cogumelo, em 2010.

Na quinta-feira passada, Musk havia dado uma dica de que o passageiro misterioso poderia ser japonês. No Twitter, ele respondeu com um emoji da bandeira japonesa aos que perguntavam se seria ele próprio.Desde então o nome de Maezawa tomou conta dos rumores.

Apesar do bom momento da SpaceX, Musk passa por tempos conturbados na liderança de sua outra empresa, a Tesla. As ações da montadora de carros elétricos chegaram a cair 6 por cento no começo do mês, após Musk aparecer num programa de rádio e fumar maconha com o apresentador.

O presidente-executivo também chegou a falar numa mídia social que tinha financiamento garantido para fechar o capital da Tesla quando as ações chegassem a US$ 420 (R$ 1.741). A SEC (comissão de valores mobiliários e câmbio dos Estados Unidos) abriu um inquérito para investigar o caso.

QUER PAGAR QUANTO?

Ninguém sabe o preço do ingresso, mas há uma corrida intensa para se voltar à Lua.

A companhia de turismo americana Space Adventures, única que já levou turistas à Estação Espacial Internacional (ISS) com ajuda da agência espacial russa (oito no total), também quer embarcar seus clientes à Lua, em voos orbitais, sem pouso.

Não há previsão de quando. Uma assessora disse ao site The Verge que o preço poderia chegar a US$ 175 milhões.

O primeiro turista espacial foi o engenheiro americano Dennis Tito, 78. Ex-cientista da Nasa, teria pago a Space Adventures US$ 20 milhões para visitar à ISS, em 2001.

A Nasa paga US$ 80 milhões aos russos por cada assento na Soyuz quando precisa mandar seus astronautas à estação espacial, já que não tem nave própria desde 2011. Mas a agência espacial americana tem um projeto ambicioso, chamado Constellation, para voltar à Lua em 2020 e passar alguns meses.

Já o Brasil teria pago US$ 10 milhões para levar o astronauta Marcos Pontes à ISS, em 2006.

FOGUETE DE MUSK

No começo de 2017, Musk afirmou que a empresa levaria dois turistas pagantes ao redor da Lua até o final de 2018. Na época, comentou que usaria seu foguete reutilizável Falcon Heavy. Porém, como algumas de suas promessas, o plano não se concretizou.

Agora a ideia é utilizar outro foguete, o Big Falcon Rocket (BFR), que tem mais de duas vezes a capacidade de carga útil do Falcon Heavy (150 toneladas em uma órbita terrestre baixa), mas que ainda não está pronto.

O BFR é a menina dos olhos de Musk e sua aposta para conseguir chegar (e voltar) de Marte.

Antes disso, a SpaceX pretende usar o foguete para levar cargas e astronautas à Estação Espacial Internacional, lançar uma rede de satélites para internet de baixo custo em todos os cantos do planeta e realizar voos espaciais para destinos terrestres.

A SpaceX foi fundada há 15 anos na Califórnia. Apesar de alguns lançamentos terminarem em explosões no início, a empresa é hoje a única que consegue reutilizar seus foguetes fazendo-os retornar à Terra em pousos controlados.

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Sobe para 44 número de mortos após terremoto no Japão

Além das mortes, sendo a maioria registrada na localidade de Atsuma, o novo balanço das autoridades aponta também para 660 feridos

ubiie Redação

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As autoridades japonesas atualizaram nesta segunda-feira (10) para 44 o número de mortos atingidos pelos terremoto de magnitude 6,7 que atingiu, na quinta-feira (6), a ilha de Hokkaido, no norte do país. De acordo com o porta-voz do executivo, Yoshihide Suga, as equipes de resgate encontraram o corpo da última pessoa dada como desaparecida, um homem de 77 anos.

Além das 44 mortes, sendo a maioria registrada na localidade de Atsuma, o novo balanço das autoridades aponta também para 660 feridos.

O tremor de terra provocado pelo sismo destruiu pelo menos 70 edifícios e deixaram 2.600 desalojados, de acordo com a televisão estatal.

O terremoto causou um corte geral na energia e paralisou os transportes públicos em Hokkaido, que precisou de dois dias para restaurar a eletricidade na maior parte da ilha, com 5,4 milhões de habitantes.

Para que não se volte a verificar “um apagão”, o porta-voz do governo pediu que se economize energia “20% a mais do que o habitual”.

Por sua vez, a Agência de Recursos Naturais e Energia do Japão aconselhou as famílias e empresas a desligarem da rede elétrica todos os aparelhos que não estão em uso.

O terremoto ocorreu a 62 quilômetros a sudeste da capital regional, Sapporo, a 40 km de profundidade, apenas dois dias depois de um tufão ter devastado a região oeste de Osaka, no sul da ilha de Honshu, a maior das ilhas do arquipélago japonês.

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