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Estas gêmeas com cor de pele diferente são a nova sensação do Instagram

ubiie Redação

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Com 7 meses de idade, as gêmeas Isabella e Gabriella estão encantando toda a internet, não só pela fofura, mas também pela principal diferença entre elas: a cor da pele.

Isso acontece porque as duas não são gêmeas idênticas, mas sim bivitelinas. Ou seja, foram geradas na mesma gravidez a partir de dois óvulos diferentes fecundados.

A conta no Instagram feita pela mãe das meninas, Clementina Shipley, para mostrar o cotidiano das garotas com a irmã mais velha, Angelina, de 2 anos, já tem mais 11,5 mil seguidores.

Em entrevista à revista americana “Essence”, Clementina contou um pouco sobre a rotina com as gêmeas:

“Isabella é uma bebê calma e super relaxada. Ela ri sempre que alguém olha para ela e ama receber cócegas. Gabriella começou a engatinhar com cinco meses e não parou de se mexer desde então. Ela é uma bola sorridente de energia e ama um aconchego.”

As gêmeas apareceram nas redes sociais pela primeira vez em julho.

Apesar dos elogios nas fotos, Clementina disse que também recebeu comentários maldosos sobre as meninas devido ao fato de Isabella ter a pele mais clara que a irmã.

“De tempos em tempos, recebemos comentários negativos sobre a cor da Gabriella, perguntam se ela é amada e se é considerada bonita por causa da sua pele mais escura.”

“Algumas pessoas também pensam que elas foram trocadas, mas elas são negras americanas, olhos cinzentos correm em nossa família, então duas das nossas três filhas os têm, mostrando mais uma vez o quão incríveis são os genes negros”, conta a mãe.

Uma coisa é certa, elas são muito lindas!

Para mais fotos dessas doçuras, acompanhe-as pelo Instagram.

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Fonte: Awebic

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Rede social

Facebook já suspendeu 400 apps desde escândalo sobre vazamento de dados

A companhia está elevando cada vez mais os padrões de privacidade da rede social

ubiie Redação

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O facebook informou que suspendeu 400 aplicativos desde março, quando houve o escândalo da consultoria política Cambridge Analytica que fez o uso indevido dos dados de cerca de 85 milhões de usuários da rede social por meio de um teste de personalidade.

Nesta quarta (22), a rede social disse que agiu “devido a preocupações em relação aos desenvolvedores que os criaram ou a como as informações que as pessoas compartilharam com o aplicativo podem ter sido usadas”. No mesmo comunicado, o Facebook afirmou que está investigados os casos “muito mais profundamente”.

De acordo com a revista ‘Exame’, a companhia está elevando cada vez mais os padrões de privacidade da rede social.

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Rede social

É comportado nas redes sociais? Facebook vai dar notas para usuários

Grau de confiabilidade vai variar de 0 a 1

ubiie Redação

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O Facebook passará a avaliar a reputação dos usuários da rede social por meio de um ranking. A novidade vai funcionar como um “medidor de confiabilidade”, cujo grau poderá variar em uma escala de 0 a 1.

De acordo com o UOL, a medida tem como objetivo tentar diminuir os problemas enfrentados pela rede social, que acabou sendo utilizada para influenciar votações nos Estados Unidos e Europa. A estratégia faz parte de um esforço do Facebook em diminuir a quantidade de notícias falsas que circulam na plataforma.

O Facebook também vai passar a monitorar veículos que são considerados confiáveis por usuários e pessoas que tem uma maior tendência em denunciar conteúdos problemáticos.

Apesar de tudo, a companhia ainda não informou quais critérios serão utilizados para determinar o grau de confiança de cada usuário. Isso quer dizer que ainda não sabemos se todos os usuários passarão a ter uma nota, nem como esse número será utilizado pela rede sociais.

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Rede social

EUA querem acessar mensagens do Facebook

O Facebook e o Departamento de Justiça não se pronunciaram sobre o caso

ubiie Redação

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O governo dos Estados Unidos quer forçar o Facebook a quebrar a criptografia do seu aplicativo Messenger para que autoridades possam ouvir as conversas de voz de um suspeito em uma investigação criminal, segundo a agência Reuters.

Se o governo vencer, outras empresas poderiam ser forçadas a remodelar outros serviços que utilizam a criptografia, como o WhatsApp.

Três pessoas que acompanham o caso, que segue sob sigilo, foram ouvidas pela Reuters. Elas dizem que a investigação teve origem em Fresno, na Califórnia, e tem relação com a gangue salvadorenha MS-13.

Trump frequentemente usa a gangue como exemplo para criticar a política de imigração e atacar as leis que impedem a polícia de deter imigrantes.

O presidente chamou os integrantes do grupo de “animais” quando a xerife do condado de Fresno reclamou que as leis do estado impediam sua cooperação com agentes de imigração federais.

O argumento do Facebook, de acordo com as fontes, é de que as ligações de voz no Messenger são criptografadas do início ao fim, o que significa que só as partes envolvidas têm acesso a ela. Mensagens de texto, por outro lado, poderiam ser interceptadas.

A empresa de Zuckerberg teria alegado que só poderia colaborar com as autoridades se reescrevesse o código ou hackeasse o usuário.

Uma briga judicial semelhante ocorreu em 2016, quando o FBI (polícia federal dos EUA) quis acessar dados do iPhone de um simpatizante do Estado Islâmico morador de San Bernardino, na Califórnia, que havia assassinado duas pessoas.

Na ocasião, a Apple argumentou que o governo não poderia obrigar a companhia a criar um software para acessar o telefone sem que os direitos previstos na Primeira Emenda fossem violados.

O governo desistiu da briga depois que conseguiu acessar dispositivo por outros meios.

Uma corte federal de apelações em Washington determinou, em 2006, que a lei que obriga empresas de telefonia a permitir escutas da polícia também se aplica a grandes provedores de VoIP, tecnologia que permite a realização de ligações de voz por meio de uma conexão de internet.

Mas reguladores federais não estenderam a lei para casos de conversas, jogos e outros serviços da internet não totalmente integrados a uma infraestrutura telefônica, como Google Hangouts e Facebook Messenger, como o especialista em privacidade Al Gidari, da Universidade de Stanford, afirmou à Reuters.

O Facebook e o Departamento de Justiça não se pronunciaram sobre o caso.

A empresa tem sido alvo de críticas desde que foi revelado que a consultoria Cambridge Analytica teve acesso a dados de milhões de usuários.

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