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Brasil

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Painel criticado por pastor por representar sexo feminino é retirado

ubiie Redação

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Exatos quatro meses depois de ter sido pintado, o painel “Femme Maison”, que ilustrava a fachada lateral da Secretaria da Cultura e Turismo de Sorocaba, em São Paulo, começou a ser removida neste domingo (10). A obra foi pintada pela artista carioca Panmela Castro, que também assina como Anarkia Boladona, durante a Frestas – Trienal de Arte, promovida pelo Sesc, foi alvo de ataque de um vereador local por representar o órgão sexual feminino.

A remoção foi solicitada pelo vereador e pastor Luis Santos (PROS) e foi fruto de um acordo do secretário de Cultura e Turismo de Sorocaba, Werinton Kermes, com o promotor Justiça Jorge Alberto de Oliveira Marum. “Lamento também que seja retirada agora, quando deveria ter sido retirada há muito tempo”, declarou o vereador, ao G1, nesta segunda-feira (11).

Já o secretário, usou o Facebook para defender a obra, citando o artista inglês Antony Gormley: “A boa arte deve fazer você se sentir perturbado, até mesmo desafiado, e não se encaixar corretamente em seu cotidiano”. Oficialmente, a Prefeitura de Sorocaba declarou que “luta é para que a livre expressão artística não seja cerceada”.

À artista, que apresentou esboço do painel às autoridades, procedimento necessário antes pintar um prédio público, foi solicitada uma obra que questionasse o papel da mulher na sociedade.

“Faz parte da nossa cultura, os meninos são criados para mostrar o pintinho, mostrar que são homens, enquanto as meninas são instruídas a sentarem de pernas fechadas, a se esconderem. Sorocaba tem vários obeliscos, mas ninguém acha que eles são símbolos fálicos e devem ser derrubados por isso. Mas quando é algum tipo de representação do sexo feminino, é proibido”, desabafou a artista em entrevista ao Globo.

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Política

Missão de Bolsonaro é manter país unido e pacificado, diz Temer

Declaração foi dada durante pronunciamento, em cadeia nacional, em comemoração à Proclamação da República

ubiie Redação

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O presidente Michel Temer afirmou nesta quinta-feira (15) que a principal missão de seu sucessor no Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro, será manter o país unido e pacificado.

Em pronunciamento em cadeia nacional, em comemoração à Proclamação da República, ele defendeu que, passada a eleição presidencial, “a hora da divisão passou” e que torce pelo sucesso do capitão reformado.

“Agora, a missão é manter o país unido e pacificado. A transição de governo que estamos fazendo é das mais civilizadas e cordiais. Torço pelo sucesso do novo presidente. Quero que o Brasil cresça e avance ainda mais do que no período em que estive à frente da administração federal”, disse.

Em um recado ao militar, o presidente lembrou a importância do regime democrático e pregou que todos devem ter compromisso com “o bem estar da nação” e com a “valorização da mulher”.

“Vivemos um dos mais longos ciclos democráticos de nossa história que, na verdade, sempre foi repleta de interrupções na normalidade institucional. Nossa Constituição Federal comemorou 30 anos em outubro, provando a vitalidade de nossas instituições”, afirmou.

Temer avaliou que o processo eleitoral deste ano ocorreu com “vigor extraordinário” e que o país ainda tem desafios imensos a superar.

“Ainda há muito a fazer. Trabalharei todos os dias para deixar a casa em ordem e tudo preparado para avançar ainda mais. Afinal, o sucesso do presidente Bolsonaro será o sucesso de todo nosso país”, ressaltou.

BOLSONARO

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, passou o feriado em sua casa no Rio, sem compromissos oficiais.

Durante a tarde, ele recebeu visita do pastor Silas Malafaia, um dos líderes evangélicos mais alinhados à candidatura do militar reformado.

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Política

Confederação Nacional dos Municípios pede manutenção do Mais Médicos

Entidade alerta que é preciso substituí-los sob o risco de mais de 28 milhões de pessoas ficarem desassistidas

ubiie Redação

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O presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Glademir Aroldi, divulgou hoje (15) nota na qual ressalta a preocupação dos prefeitos das cidades com menos de 20 mil habitantes com a saída dos 8,5 mil profissionais cubanos que atuam no programa Mais Médicos. A entidade alerta que é preciso substituí-los sob o risco de mais de 28 milhões de pessoas ficarem desassistidas.

“A presente situação é de extrema preocupação, podendo levar a estado de calamidade pública, e exige superação em curto prazo”, diz a nota. “Acreditamos que o governo federal e o de transição encontrarão as condições adequadas para a manutenção do programa.”

O Ministério de Saúde Pública de Cuba informou ontem (14) que retiraria os profissionais do programa no Brasil por divergir das exigências feitas pelo governo do presidente eleito Jair Bolsonaro e em decorrência das críticas mencionadas por ele. Para o governo Bolsonaro, os médicos cubanos devem se submeter ao Revalida – prova que verifica conhecimentos específicos na área médica.

Ontem, o presidente eleito levantou dúvidas sobre a capacidade profissional dos cubanos e anunciou o rompimento do acordo com Cuba no Mais Médicos. No entanto, assegurou que o programa será mantido e que as vagas ocupadas por cubanos serão substituídas.

Na nota, a CNM apelou para a ampliação do programa para municípios e regiões que “ainda apresentam a ausência e a dificuldade de fixação do profissional médico”. Segundo a entidade, um estudo apontou que o gasto com o setor de saúde sofreu uma defasagem de 42% na última década, o que sobrecarregou os cofres municipais.

Ainda de acordo com a confederação, os municípios, que deveriam investir 15% dos recursos no setor, ultrapassam, em alguns casos, a marca de 32% do seu orçamento, não tendo condições de assumir novas despesas. Para a CNM, o caminho é de negociação e diálogo.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) também manifestou-se sobre a questão. Em comunicado, a entidade assegurou que existem profissionais brasileiros em número suficiente para substituírem os cubanos.

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Brasil

Mais de 38 mil mortes violentas aconteceram no Brasil nos nove primeiros meses do ano

Pelo menos 38.436 pessoas foram assassinadas no Brasil este ano, informou o portal de notícias da Globo, G1.

ubiie Redação

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Segundo o portal, que criou um índice nacional de homicídios, que acompanha todos os meses os dados de vítimas de crimes violentos no Brasil, o número de mortos deve ser ainda maior, pois Maranhão não informa os dados de setembro e o Paraná não divulga a estatística de julho, agosto e setembro.

Pelo menos 38.436 pessoas foram assassinadas nos nove primeiros meses deste ano no país.
O índice nacional de homicídios, criado pelo portal G1, faz o acompanhamento dos dados de vítimas de crimes violentos mês a mês.

A cifra divulgada pelo Globo contempla todos os homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte. Juntos, eles compõem crimes classificados de violentos letais e intencionais.

Os dados fazem parte do Monitor da Violência, que é uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

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